por Tiago Bartolomeu Costa
A coreógrafa Lia Rodrigues ocupou um novo armazém no no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro, e quer fazer dele um centro cultural para a comunidade. Mas sem fazer ação social.
por Gustavo Bitencourt
Com seu estilo irônico, o colunista do idança Gustavo Bitencourt escreve sobre a importância de se escolher bem o nome de um espetáculo e dá 10 dicas para se chegar a um título criativo e que 'funcione'. Leia o texto e nos diga se você concorda com ele.
por Thereza Rocha
A colunista inicia os trabalhos em 2009 com uma importante reflexão sobre diversidade e os caminhos que levam a uma economia da cultura e, consequentemente, da dança. Leia e deixe seu comentário!
Sua nova coluna Tiago Bartolomeu fala sobre a nova montagem de 'Parades and Changes', de Anna Halprin, que chega este fim de semana a Portugal. Atual como há 40 anos, 'Parades and Changes, replay' não é só uma remontagem, é um atestado de vitalidade e transversalidade da dança contemporânea.
Tiago Bartolomeu Costa escolheu o coreógrafo alemão Raimund Hoghe como figura do ano. Leia e entenda o porquê da escolha do colunista do idança e saiba como o trabalho de Hoghe cria polêmica entre os programadores alemães.
por Airton Tomazzoni
Encerrando os trabalhos em 2008, o colunista Airton Tomazzoni dá um panorama dos novos criadores que vêm se destacando no cenário da dança do Rio Grande do Sul. Leia o texto e veja se você já conhece algum deles.
O que é ser um artista independente? Essa independência é relativa a quem exatamente? De onde vem o sustento do artista independente? Esses e outros questionamentos permeiam o último texto de 2008 do colunista Gustavo Bitencourt. E você, o que pensa de tudo isso?
Do encontro entre a actriz francesa Juliette Binoche e o bailarino e coreógrafo do Bangladesh radicado em Inglaterra Akram Khan nasceu In-I, uma peça sobre o amor. Mas não se pode dizer que tenha nascido um espectáculo.
Em Qwerty, do japonês Yuzo Ishiyama, somos surpreendidos pelo sóbrio equilíbrio entre movimento e tecnologia numa peça de rara beleza cénica.
Apresentado no Teatro Villa-Lobos a 31 Outubro e 1 Novembro, H3, do coreógrafo brasileiro Bruno Beltrão não permite que o hip-hop, só porque se apresenta num palco tradicional, se transforme em retórica contemporânea.
todas as notícias
todos os vídeos
todos os eventos