por Tiago Bartolomeu Costa
Em Qwerty, do japonês Yuzo Ishiyama, somos surpreendidos pelo sóbrio equilíbrio entre movimento e tecnologia numa peça de rara beleza cénica.
Apresentado no Teatro Villa-Lobos a 31 Outubro e 1 Novembro, H3, do coreógrafo brasileiro Bruno Beltrão não permite que o hip-hop, só porque se apresenta num palco tradicional, se transforme em retórica contemporânea.
por Deborah Rocha
A colaboradora Deborah Rocha vasculhou o youtube e relata como a dança contemporânea é representada nesta grande rede de vídeos. Deixe seu comentário.
No Rio de Janeiro a convite do Panorama de Dança, o colunista do idança Tiago Bartolomeu Costa vai manter os nossos leitores informados sobre o que anda rolando no festival. Em seu primeiro texto, ele faz uma crítica do espetáculo 'Umwelt', da Cie. Maguy Marin, apresentado na noite de abertura.
por Dayse France Baraúna
Ainda discutindo o tema mercado de trabalho em dança, o texto de Daisy France Baraúna apresenta um outro ponto de vista: que leis amparam os profissionais da dança? Essa legislação é cumprida? Leia e deixe sua opinião.
por Rita Aquino
O campo acadêmico da dança é discutido a partir da formulação do conceito de campo por Bourdieu, em uma reflexão crítica sobre o fenômeno social de produção de pesquisa em dança baseada nos produtos resultantes e em sua dinâmica de produção.
por Joubert Arrais
Como a dança é apresentada nos programas de TV? Ela serve apenas para entreter o espectador? Em seu primeiro texto para o idança, o jornalista e crítico Joubert Arrais reflete sobre a relação entre a realidade da dança e o que é mostrado na telinha. Leia e comente.
por Helena Bastos
A bailarina e coreógrafa Helena Bastos fala sobre sua parceria profissional com Raul Rachou e a experiência de participar do projeto Mapas do Corpo, organizado pelo Núcleo de Criação do Dirceu, em Teresina.
por Cristiane Bouger
Cristiane Bouger conversa com Gideon Obarzanek, diretor artístico da companhia australiana Chunky Move sobre o trabalho Glow.
por Isabella Motta
O Balé Folclórico da Bahia completa 20 anos cheio de motivos para comemorar. Comanda dois projetos paralelos e o mais importante: segue criando espetáculos que resgatam a cultura folclórica baiana. Leia a entrevista que o idança fez com Walson Botelho, o Vavá, diretor e coreógrafo da companhia.
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