by Maíra Spanghero • 3 June 2008
Tags: Hibridismo, mestiçagem, samba-rock, São Paulo, Vagner Rodrigues
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Trinta anos depois fui num sambarroque no maravilhoso edifício COPAM do OSCAR e comecei um novo-velho romance ao som do sambarroque e vocês estavam lá Vagner Rodrigues ,Maíra Spanghero bjs lindooooooooooo!
SEBA
Olá sou da Faculdade de Artes do Paraná e curso o quarto ano de Dança; é interessante perceber o quanto o dialogo com duas coisas aparentemente distintas pode conversar e surgir uma nova propriedade, o nome sambarroque pode ter surgido pela necessidade de categorizaçao que temos, mais importante é discutir a influencia do estilo na transformaçao da movimentaçao do corpo ao escutar o estilo, imagino que nao exista a possibilidade de ficar imovel ao ouvir o som da mistura!!!!!!!!!!!!
emfim temos esta maravilhosa capacidade desenvolvida de dar outros significados na nossa terrinha tupiniquim e o corpo se encarrega de se adptar ao escutar o batida e transformar a reverberaçao em dança sambarroque!!!!!!!!!!
Bom este trabalho que o vagner fez foi otimo , pois ele fez aula foi aos bailes pesquisou pra escrever tudo isto gente !!!!!!!
Magnífico e a palavra correta .
Olá. Sou aluna da Faculdade de Artes do Paraná e aprecio muito esta “mania” que o Brasileiro tem de dar um “jeitinho” de incrementar o que já existe. Sabemos que o samba tem várias ramificações devido a necessidades que foram surgindo e com a ajuda da mídia se expandiram pelo mundo inteiro. A Bossa Nova, por exemplo, com seu jeito manso tornou-se melodia para estrangeiros e trilha de filmes americanos.E a característica desse “jeito baixo e manso” de cantar na bossa nova deve-se justamente ao famoso “jeitinho” que os músicos deram pra poder compor no apartamentos no RJ sem encomodar os vizinhos!
A Música Brasileira é rica e aberta para transformações e mudanças. e isso,como disse meu colega Gabriel, acaba reverberando na Dança. Juntando influências e não apenas copiando (como muitos ainda fazem) cria-se estilos inéditos tão mestiços quantos o nosso corpo. E é este mesmo, o corpo que aproveita desses novos ritmos que embalam e estimulam a movimentação. O autor cita Jorge Benjor e eu também dou a dica pra quem curte : Seu Jorge!! O cara faz um samba-rock de qualidade e se apresenta dentro e fora do Brasil, colaborando com a expansão do estilo.
Gostei bastante do artigo, acho importante estar por dentro das coisas que estão também próximas da população em geral e não apenas do “povo que dança “. E nada como falar de samba e suas ramificações para estar próximo do brasileiro que é um corpo naturalmente dançante. Seja samba,pagode,rock, samba-rock…ou sambarróque!
Olá. Sou aluna da Faculdade de Artes do Paraná e aprecio muito esta “mania” que o Brasileiro tem de dar um “jeitinho” de incrementar o que já existe. Sabemos que o samba tem várias ramificações devido a necessidades que foram surgindo e com a ajuda da mídia se expandiram pelo mundo inteiro. A Bossa Nova, por exemplo, com seu jeito manso tornou-se melodia para estrangeiros e trilha de filmes americanos.E a característica desse “jeito baixo e manso” de cantar na Bossa Nova deve-se justamente ao famoso “jeitinho” que os músicos deram pra poder compor nos apartamentos no RJ sem encomodar os vizinhos!
A Música Brasileira é rica e aberta para transformações e mudanças. e isso,como disse meu colega Gabriel, acaba reverberando na Dança. Juntando influências e não apenas copiando (como muitos ainda fazem) cria-se estilos inéditos tão mestiços quanto o nosso corpo. E é este mesmo, o corpo que aproveita desses novos ritmos que embalam e estimulam a movimentação. O autor cita Jorge Benjor e eu também dou a dica pra quem curte : Seu Jorge!! O cara faz um samba-rock de qualidade e se apresenta dentro e fora do Brasil, colaborando com a expansão do estilo.
Gostei bastante do artigo, acho importante estar por dentro das coisas que estão também próximas da população em geral e não apenas do “povo que dança “. E nada como falar de samba e suas ramificações para estar próximo do brasileiro que é um corpo naturalmente dançante. Seja samba,pagode,rock, samba-rock…ou sambarróque!
Falar de Samba-Rock sem mencionar TRIO MOCOTÓ é mostrar desconhecimento.
Tipico de academicos.