by Deborah Rocha • 2 November 2008
Tags: Rodrigo Pederneiras, Sandro Borelli, vídeodança, youtube
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só uma coisa: Triunfo Da Vontade, quem sabe um dia vcs conseguem…
A idéia da dança no campo audio-visual é instigante e criativa pois além de divulgar a dança para além espetáculo cria um outro modo do fazer artístico. Adorei o trabalho do Borelli.
é importante que se encontre sempre formas de expandir a comunicação entre as pessoas e o video, e ainda o youtube é imprecindível nesse caminho. Juízo de gosto? tratando do comentário do Anderson: não sei se precisamos, antes mesmo devermos, escolher entre coisas as que nos agradam. O mundo ta aí, voce se agrade ou não dele.
No que diz respeito ao gosto, pode parecer assustador, mas isso não está relacionado diretamente com grau de instrução.
Dificilmente nos identificamos com algo que nos é completamente desconhecido e, se “Creu” e “Dança do Quadrado” remetem de alguma forma a “cultura” do povo brasileiro, não é de se estranhar que tanta gente se identifique com isso.
Somos um país de cultura miscigenada, com música (por exemplo) para todos os gostos, onde ao mesmo tempo em que alguém faz uma critica a certa vertente, é criticado também pela sua produção.
Não acredito que seja muito diferente na dança. Se o Youtube tem um lado bom, com certeza seria o fato de popularizar tudo isso ao mesmo tempo. Do clássico ao trash. Se o que me motiva a assistir um vídeo de dança e não outro é a popularidade ou a simples curiosidade, aí já é outra história.
O que me parece realmente preocupante, vai além da “capacidade intelectual” de distinguir algo bom de algo ruim (realmente tem gosto pra tudo!), mas a finalidade de determinadas pesquisas.
Não só este site, mas a Internet como um todo acabou se tornando uma “terra de ninguém”, de onde tudo se copia sem o menor escrúpulo e respeito, quem dirá referencias aos autores. É pirataria na música, em textos, na dança, em tudo!
Assim como Rodrigo Pederneiras, não sei qual lado pesa mais: o da divulgação ou da reprodução desmedida. De qualquer forma, algum tipo de controle deveria existir.
Luis Gustavo Guarize 4º ano Dança – FAP
Acredito no forte valor que a camera proporciona. Mas infelizmente muitos a usam de forma eronea, ou melhor não sabem aproveita-la, fazer o bom senso. Para muitos artistas bailarinos e coreógrafos o video traz mlhares de beneficios desde uma simples filmagem para corrigir erros de coreografia, a um videodança por exemplo qué uma das formas de se apresentar dança ao telespectador.
Esses sites que buscam videos na internet certamente além de fazer uma grande sucesso devido as custas da fama de outros está vinculado a midia a propaganda afinal nada é de graça e as pessoas inclusive os artistas fazem isso para se expor e tentar alguma fama virtual.
E Claude Levi-Strauss se revira no túmulo com a abertura desse artigo…