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	<title>Comments on: Coreógrafos em falta, intérpretes abundantes</title>
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	<description>Dança Contemporânea no Brasil e no mundo</description>
	<lastBuildDate>Thu, 24 May 2012 21:11:33 +0000</lastBuildDate>
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		<title>By: Roberta Camargo</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2006/04/18/coreografos-em-falta-interpretes-em-abundancia/2994/comment-page-1#comment-123355</link>
		<dc:creator>Roberta Camargo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 23:52:46 +0000</pubDate>
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		<description>Nayse
Faço comunicação na UFRJ e to me formando em dança pela UniverCidade. precisava do teu contato pra conversarmos um pouco sobre dança e entretenimento, gostaria de te entrevistar para a monografia. muito obrigada!
abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nayse<br />
Faço comunicação na UFRJ e to me formando em dança pela UniverCidade. precisava do teu contato pra conversarmos um pouco sobre dança e entretenimento, gostaria de te entrevistar para a monografia. muito obrigada!<br />
abraços</p>
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		<title>By: Christoph</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2006/04/18/coreografos-em-falta-interpretes-em-abundancia/2994/comment-page-1#comment-6228</link>
		<dc:creator>Christoph</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Nov 2007 08:26:52 +0000</pubDate>
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		<description>I am in need of Airton Tenórios e-mail address. Can you help me?
Thank you very much - Christoph</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>I am in need of Airton Tenórios e-mail address. Can you help me?<br />
Thank you very much &#8211; Christoph</p>
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		<title>By: Valéria Pinheiro</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2006/04/18/coreografos-em-falta-interpretes-em-abundancia/2994/comment-page-1#comment-52</link>
		<dc:creator>Valéria Pinheiro</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jun 2006 06:53:37 +0000</pubDate>
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		<description>É genial o pensamento aqui traçado, e muito oportuno nesse instante. Como coreógrafa também me pergunto a cada dia como lidar com os &quot;interpretes criadores&quot; que habitam minha companhia de dança. Os comandos e vocabulários já se misturam aos seus e o corpo, agora ávido por criar, já não &quot;entende&quot; com sabedoria o coreógrafo e este acaba por se perder na criação por ele pensada, se deixando invadir pelo &quot;novo&quot;. 
Como coreógrafa, acho que estamos &quot;engessados&quot; num &quot;tempo&quot; que nos pegou desavisados. Criar não é simples, escolher é mais difivil ainda, e acertar na escolha é talento e sorte.
Mas a tendência é piorar ainda mais, não temos tido oportunidades nenhuma de &quot;reciclagem de coreógrafos&quot;, mas ai me pergunto: como reciclar um criador? 
Talvez os &quot;interpretes criadores&quot;, como citados nessa fala, sejam a resposta.
Talvez estejamos num tempo, em que esse &quot;gesso&quot; venha a ser quebrado por essa juventude, que atropelando, ou não as &quot;normas&quot; e &quot;rotulos&quot; de olhares, talvez ainda não prontos pra pra isso, venham a través dessa inquietude gerada, quebrar paradigmas e renovar esse &quot;tempo&quot;.
É inquietante esse momento em que coreógrafos, com a &quot;invasão&quot; de interpretes criadores se encontram. As dificuldades de se manter uma companhia que invista em pesquisas de linguagem e experimentações é enorme, não se tem verba e mesmo com tantos talentosos interpretes criadores, o tempo que se tinha pra pensar uma &quot;criação&quot; não se tem mais. &quot;Solos&quot; nesse instante é o que tem como viável. Talvez cheguemos a um tempo que não mais existam companhias e nem coreógrafos, mas interpretes criadores pensando suas proprias coreografias...
Tomara que esteja errada....</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É genial o pensamento aqui traçado, e muito oportuno nesse instante. Como coreógrafa também me pergunto a cada dia como lidar com os &#8220;interpretes criadores&#8221; que habitam minha companhia de dança. Os comandos e vocabulários já se misturam aos seus e o corpo, agora ávido por criar, já não &#8220;entende&#8221; com sabedoria o coreógrafo e este acaba por se perder na criação por ele pensada, se deixando invadir pelo &#8220;novo&#8221;.<br />
Como coreógrafa, acho que estamos &#8220;engessados&#8221; num &#8220;tempo&#8221; que nos pegou desavisados. Criar não é simples, escolher é mais difivil ainda, e acertar na escolha é talento e sorte.<br />
Mas a tendência é piorar ainda mais, não temos tido oportunidades nenhuma de &#8220;reciclagem de coreógrafos&#8221;, mas ai me pergunto: como reciclar um criador?<br />
Talvez os &#8220;interpretes criadores&#8221;, como citados nessa fala, sejam a resposta.<br />
Talvez estejamos num tempo, em que esse &#8220;gesso&#8221; venha a ser quebrado por essa juventude, que atropelando, ou não as &#8220;normas&#8221; e &#8220;rotulos&#8221; de olhares, talvez ainda não prontos pra pra isso, venham a través dessa inquietude gerada, quebrar paradigmas e renovar esse &#8220;tempo&#8221;.<br />
É inquietante esse momento em que coreógrafos, com a &#8220;invasão&#8221; de interpretes criadores se encontram. As dificuldades de se manter uma companhia que invista em pesquisas de linguagem e experimentações é enorme, não se tem verba e mesmo com tantos talentosos interpretes criadores, o tempo que se tinha pra pensar uma &#8220;criação&#8221; não se tem mais. &#8220;Solos&#8221; nesse instante é o que tem como viável. Talvez cheguemos a um tempo que não mais existam companhias e nem coreógrafos, mas interpretes criadores pensando suas proprias coreografias&#8230;<br />
Tomara que esteja errada&#8230;.</p>
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	<item>
		<title>By: nayse</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2006/04/18/coreografos-em-falta-interpretes-em-abundancia/2994/comment-page-1#comment-18</link>
		<dc:creator>nayse</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2006 18:20:18 +0000</pubDate>
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		<description>Galera, em primeiro lugar super obrigada pelos comentarios. é uma ferramenta nova aqui no site e estamos muito felizes com este monte de comnetarios mesmo antes de a gente divulgar oficialmente!
Para o sergio, que foi o primeiro a comentar o texto via mail e foi generoso de abrir seu comentario aqui para nos: 
sai pra la com gritos de urra! tou fora, para isso nao precisamos nem do circo, temos a nossa deborah colker. 
Nao estou preocupada com o tal &quot;novo&quot;, no sentido estetico ou de movimento. O que me espanta é a falata de idéias artisticas novas. O solos do sesc nao causa (viu, tiago?) acho que apenas reflete a tendencia de todo mundo querer se assinar coreografo, como se ser interprete fosse, e uns tempos para ca, coisa menor.
Nao acho que a gente esteja em busca de uma espetacularidade, ou uma encenaçao que seja diferente para ser diferente, Sergio. O que me incomoda é ver justamente a falta de risco, jovens artistas se enquadrando em formulas muito batidas e faceis de justamente arrancar esses urrah! do publico.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Galera, em primeiro lugar super obrigada pelos comentarios. é uma ferramenta nova aqui no site e estamos muito felizes com este monte de comnetarios mesmo antes de a gente divulgar oficialmente!<br />
Para o sergio, que foi o primeiro a comentar o texto via mail e foi generoso de abrir seu comentario aqui para nos:<br />
sai pra la com gritos de urra! tou fora, para isso nao precisamos nem do circo, temos a nossa deborah colker.<br />
Nao estou preocupada com o tal &#8220;novo&#8221;, no sentido estetico ou de movimento. O que me espanta é a falata de idéias artisticas novas. O solos do sesc nao causa (viu, tiago?) acho que apenas reflete a tendencia de todo mundo querer se assinar coreografo, como se ser interprete fosse, e uns tempos para ca, coisa menor.<br />
Nao acho que a gente esteja em busca de uma espetacularidade, ou uma encenaçao que seja diferente para ser diferente, Sergio. O que me incomoda é ver justamente a falta de risco, jovens artistas se enquadrando em formulas muito batidas e faceis de justamente arrancar esses urrah! do publico.</p>
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	<item>
		<title>By: Nirvana Marinho</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2006/04/18/coreografos-em-falta-interpretes-em-abundancia/2994/comment-page-1#comment-13</link>
		<dc:creator>Nirvana Marinho</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 May 2006 14:59:02 +0000</pubDate>
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		<description>Penso ser pertinente este debate e que justamente o nome que nos persegue insistentemente - coreógrafo-intérpretes - está contextualizado onde mesmo? Lembro não somente de fatos históricos, mas também de grupos, pesquisadores e realidades nas quais tal idéia foi ganhando espaço (posso infinitamente citar nomes e cias.). Continuo o debate a partir da leitura do artigo: e hoje, o que esta denominação significa? Quem coreografa organiza idéias da dramaturgia estimulado por quem interpreta; tal definição bruta é suficiente? É suficiente entender quem faz o que e de quem se espera o que, ou ainda existe a chance de subverter estes lugares pré definidos e insistir na prática da investigação destes encontros? Não tenho respostas, mas fico com a opção que me dê, como dançarina e pesquisadora, a opção política de rever o lugar no qual me insiro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Penso ser pertinente este debate e que justamente o nome que nos persegue insistentemente &#8211; coreógrafo-intérpretes &#8211; está contextualizado onde mesmo? Lembro não somente de fatos históricos, mas também de grupos, pesquisadores e realidades nas quais tal idéia foi ganhando espaço (posso infinitamente citar nomes e cias.). Continuo o debate a partir da leitura do artigo: e hoje, o que esta denominação significa? Quem coreografa organiza idéias da dramaturgia estimulado por quem interpreta; tal definição bruta é suficiente? É suficiente entender quem faz o que e de quem se espera o que, ou ainda existe a chance de subverter estes lugares pré definidos e insistir na prática da investigação destes encontros? Não tenho respostas, mas fico com a opção que me dê, como dançarina e pesquisadora, a opção política de rever o lugar no qual me insiro.</p>
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	<item>
		<title>By: sRg_andrade</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2006/04/18/coreografos-em-falta-interpretes-em-abundancia/2994/comment-page-1#comment-9</link>
		<dc:creator>sRg_andrade</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 May 2006 01:25:24 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Nayse,
 
Estive lendo seu texto &quot;poucos coreógrafos e muitos intérpretes&quot;. Sou de Salvador, estudante de dança da UFBa... um jovem coreógrafo que insistentemente tenta burlar as barreiras de &quot;reconhecimento e notoridade artístico&quot; - principais críterios de avaliação em editais para montagem ou o recente &quot;manutenção de grupos&quot; do FUNARTE.
Me pergunto as vezes se realmente estamos vivendo uma explosão de intérpretes-criadores (ou praga como cita) como uma fulga dos coreógrafos ou uma maior flexibilidade permitida pela dança contemporânea... acredito que o &quot;fenomeno&quot; intérprete-criador fomenta uma nova &quot;leva&quot; de coreógrafos mais dispostos a dialogaR com seus bailarinos ou intérpretes (entendendo que todo intérprete é um criador tb e por isso não precisamos desse &quot;-criador&quot;). 
No grupo que tento dirigir e dialogar com meus companheiros (Grupo CoMteMpu&#039;s - Linguagens do Corpo) não temos sinceramente o compromisso em está reproduzindo o novo e sim em levantar questões - sem traçar respostas definitivas. Toda resposta que parta do corpo em relação ao que discutimos é válida. Um &quot;espirro&quot; as vezes é mais valioso que uma movimentação q tenha o compromisso com a novidade.
Sinceramente não acho que a dança tenha que vim surpreender o público com aparentes impossibilidades corporais, buscando os possíveis &quot;urros&quot; vindos da platéia: &quot;fantástico!&quot;; &quot;surpreendente!&quot;; &quot;meu deus!&quot; (pra isso existe o circo). Também não estou levantando bandeiras contra o virtuosismos, a final a pesquisa de movimento tb é importante, mas ela não pode ser elemento de maior relevancia de análise ao criticarmos uma obra, ou até mesmo os rumos que a dança vem tomando.
Talvez td que diga aqui seja descartável, mas sinto-me na obrigação de encaminhar este e-mail, não com o tom de refutar a critica que vc teceu a respeito dos solos do Sesc (até porque não os assistir e qualquer coisa que dissesse seria insustentável). Coloquei-me a escrever porque fico um pouco confuso ao ver centenas de artigos em busca de novidades na dança, enquanto os editais ou programas de apoio cultural continuam a solicitar de seus proponentes notoridade artística, fato que é fortemente apoiado pelos críticos de dança. Fica a pergunta: &quot;e o espaço para o novo?&quot; Digo que seria impossível alguém que está começando a coreografar construir um currículo instantâneo que lhe permita alcançar o tal &quot;reconhecimento na praça&quot;... mas digo que é também totalmente possível que esses mesmos novos e desconhecidos coreógrafos consigam construir trabalhos bem elaborados.
Não é a toa que vemos muitos grupos se corrompendo e colocando em suas &quot;fichas técnicas&quot; nomes que apenas carregam a responsabilidade de dar &quot;respaldo&quot; a um trabalho - a quem acredite chegar assim ao tal reconhecimento, mesmo de forma maquiada.  
Enquanto isso, os que não se corrompem, sobrevivem de produções independentes que muitas vezes morrem, não por falta de qualidade mas por falta de apoio pra divulgação ou manutenção do grupo.
Sendo assim fica a pergunta: será que estamos sofrendo com uma escassez de novidades e coreógrafos, ou sempre estamos procurando os &quot;mesmos novos&quot; nos &quot;mesmos coreógrafos&quot;? 
Um abraço,
sRg_andrade
Salvador - Bahia</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Nayse,</p>
<p>Estive lendo seu texto &#8220;poucos coreógrafos e muitos intérpretes&#8221;. Sou de Salvador, estudante de dança da UFBa&#8230; um jovem coreógrafo que insistentemente tenta burlar as barreiras de &#8220;reconhecimento e notoridade artístico&#8221; &#8211; principais críterios de avaliação em editais para montagem ou o recente &#8220;manutenção de grupos&#8221; do FUNARTE.<br />
Me pergunto as vezes se realmente estamos vivendo uma explosão de intérpretes-criadores (ou praga como cita) como uma fulga dos coreógrafos ou uma maior flexibilidade permitida pela dança contemporânea&#8230; acredito que o &#8220;fenomeno&#8221; intérprete-criador fomenta uma nova &#8220;leva&#8221; de coreógrafos mais dispostos a dialogaR com seus bailarinos ou intérpretes (entendendo que todo intérprete é um criador tb e por isso não precisamos desse &#8220;-criador&#8221;).<br />
No grupo que tento dirigir e dialogar com meus companheiros (Grupo CoMteMpu&#8217;s &#8211; Linguagens do Corpo) não temos sinceramente o compromisso em está reproduzindo o novo e sim em levantar questões &#8211; sem traçar respostas definitivas. Toda resposta que parta do corpo em relação ao que discutimos é válida. Um &#8220;espirro&#8221; as vezes é mais valioso que uma movimentação q tenha o compromisso com a novidade.<br />
Sinceramente não acho que a dança tenha que vim surpreender o público com aparentes impossibilidades corporais, buscando os possíveis &#8220;urros&#8221; vindos da platéia: &#8220;fantástico!&#8221;; &#8220;surpreendente!&#8221;; &#8220;meu deus!&#8221; (pra isso existe o circo). Também não estou levantando bandeiras contra o virtuosismos, a final a pesquisa de movimento tb é importante, mas ela não pode ser elemento de maior relevancia de análise ao criticarmos uma obra, ou até mesmo os rumos que a dança vem tomando.<br />
Talvez td que diga aqui seja descartável, mas sinto-me na obrigação de encaminhar este e-mail, não com o tom de refutar a critica que vc teceu a respeito dos solos do Sesc (até porque não os assistir e qualquer coisa que dissesse seria insustentável). Coloquei-me a escrever porque fico um pouco confuso ao ver centenas de artigos em busca de novidades na dança, enquanto os editais ou programas de apoio cultural continuam a solicitar de seus proponentes notoridade artística, fato que é fortemente apoiado pelos críticos de dança. Fica a pergunta: &#8220;e o espaço para o novo?&#8221; Digo que seria impossível alguém que está começando a coreografar construir um currículo instantâneo que lhe permita alcançar o tal &#8220;reconhecimento na praça&#8221;&#8230; mas digo que é também totalmente possível que esses mesmos novos e desconhecidos coreógrafos consigam construir trabalhos bem elaborados.<br />
Não é a toa que vemos muitos grupos se corrompendo e colocando em suas &#8220;fichas técnicas&#8221; nomes que apenas carregam a responsabilidade de dar &#8220;respaldo&#8221; a um trabalho &#8211; a quem acredite chegar assim ao tal reconhecimento, mesmo de forma maquiada.<br />
Enquanto isso, os que não se corrompem, sobrevivem de produções independentes que muitas vezes morrem, não por falta de qualidade mas por falta de apoio pra divulgação ou manutenção do grupo.<br />
Sendo assim fica a pergunta: será que estamos sofrendo com uma escassez de novidades e coreógrafos, ou sempre estamos procurando os &#8220;mesmos novos&#8221; nos &#8220;mesmos coreógrafos&#8221;?<br />
Um abraço,<br />
sRg_andrade<br />
Salvador &#8211; Bahia</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Thiago</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2006/04/18/coreografos-em-falta-interpretes-em-abundancia/2994/comment-page-1#comment-7</link>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 May 2006 04:37:01 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo com a crítica e acredito ainda que o esse projeto mais confunde do que direciona a um questionamento sobre a dança atual. Se a banalização da arte de coreografar está em alta pelo Rio, o projeto Solos do Sesc é responsável por parte do estímulo dessa displicência. Repensar o formato desse evento no calendário cultural do Rio é de extrema necessidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com a crítica e acredito ainda que o esse projeto mais confunde do que direciona a um questionamento sobre a dança atual. Se a banalização da arte de coreografar está em alta pelo Rio, o projeto Solos do Sesc é responsável por parte do estímulo dessa displicência. Repensar o formato desse evento no calendário cultural do Rio é de extrema necessidade.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Fábia</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2006/04/18/coreografos-em-falta-interpretes-em-abundancia/2994/comment-page-1#comment-4</link>
		<dc:creator>Fábia</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 May 2006 16:41:41 +0000</pubDate>
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		<description>o que está acontecendo realmente, poderia ser a falta de intercâmbio entre bailarinos e coreográfos, unificação entre ambos, porque o movimento do corpo como arte é resultante da essência, do 
SER individuo, espirito, ou seja, comunicação (mensagem) através da energia transmitida pelo som e conjuntamente com o físico. Percebo que o Ego vem em primeiro lugar e a realidade (o que é)fica distante. A sua observação e análise é sensata quanto a este assunto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>o que está acontecendo realmente, poderia ser a falta de intercâmbio entre bailarinos e coreográfos, unificação entre ambos, porque o movimento do corpo como arte é resultante da essência, do<br />
SER individuo, espirito, ou seja, comunicação (mensagem) através da energia transmitida pelo som e conjuntamente com o físico. Percebo que o Ego vem em primeiro lugar e a realidade (o que é)fica distante. A sua observação e análise é sensata quanto a este assunto.</p>
]]></content:encoded>
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