No dia 16 (sábado), quem abre a noite são os bailarinos do João Perene Núcleo de Investigação Coreográfica, mostrando trechos de “Soco no vento”, “Monologo para alguns corpos” e “Desejo fatiado”, coreografias assinadas por João Perene. Já no dia 17 (domingo), é o grupo Ôsomuié que abre a noite apresentando “Strambello”, de Hélio Silva, Luiza Meireles e Rodrigo Mello. Devir foi criada por Mário Nascimento inspirada no conceito do vir a ser, uma vontade de mudança e de ir por outros caminhos. O coreógrafo foi buscar em Heráclito (540-480 a.C.) o fragmento filosófico que qualifica a mudança constante, exemplificada por um rio, “que continua o mesmo, a despeito de suas águas continuamente mudarem”. Na concepção do trabalho está o balé contemporâneo, o improviso e a provocação, sem deixar de lado a experimentação de elementos ligados ao circo, capoeira e artes marciais.
Quem não assistiu à estréia nacional de Devir, durante as comemorações que marcaram o aniversário de 25 anos do BTCA/Bahia Ballet no mês passado, terá mais duas únicas oportunidades este ano. Nos dias 16 e 17 de dezembro, às 20h, a companhia dirigida por Lílian Pereira volta ao palco principal do Teatro Castro Alves para mostrar novamente sua 50ª coreografia, especialmente criada pelo paulista Mario Nascimento.
Port
Eng


