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	<title>Comments on: O hip hop que deseja mais</title>
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	<description>Dança Contemporânea no Brasil e no mundo</description>
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		<title>By: Lakka</title>
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		<dc:creator>Lakka</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Nov 2007 04:44:30 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Paulo,

Parabéns pelo texto e obrigado pela reflexão.

A partir dela me sinto a vontade de compartilhar algumas reflexões minhas, sobre como a Dança de Rua tem ido para a cena, mas precisamente para cena da Dança Contemporânea.

No Brasil eu reconheço três maneiras com as quais isso tem acontecido. Na primeira, trabalhos como os do Quasar e do Grupo Corpo que em alguns momentos apresentam referencia a técnicas e danças especificas como o B.Boy e o Popping. Mas, nem os criadores e tão pouco os interpretes tem uma vivência direta com a manifestação Dança de Rua.

No segundo, percebo grupos que vez ou outra trazem em seus elencos dançarinos de Dança de Rua e se utilizam das informações técnicas que eles detêm para compor seus trabalhos. Grupos como o Stagium e a Será Q? trazem em seu histórico essa prática. 

Em uma terceira ramificação reconheço criadores e grupos que começaram sua história na dança dentro do universo da Dança e Rua, e posteriormente suas criações começam a apresentar uma configuração que foge a lógica que caracteriza a estabilidade que define essa linguagem. Nesse grupo identifico alguns representantes como a Cia. de Dança Balé de Rua, o GRN com Bruno Beltrão e você com a Membros.

Nesse sentido, acredito que seja possível reconhecer uma recente tradição de produção de Dança Contemporânea através do contato com o universo das Danças de Rua.
 
Creio que é preciso estabelecer uma discussão sobre estes contatos, e realizar reflexões sobre esse processo, pois isso pode lançar luz sobre o caminho de novos criadores e ampliar nosso próprio entendimento sobre nossa interferência da dança hoje.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Paulo,</p>
<p>Parabéns pelo texto e obrigado pela reflexão.</p>
<p>A partir dela me sinto a vontade de compartilhar algumas reflexões minhas, sobre como a Dança de Rua tem ido para a cena, mas precisamente para cena da Dança Contemporânea.</p>
<p>No Brasil eu reconheço três maneiras com as quais isso tem acontecido. Na primeira, trabalhos como os do Quasar e do Grupo Corpo que em alguns momentos apresentam referencia a técnicas e danças especificas como o B.Boy e o Popping. Mas, nem os criadores e tão pouco os interpretes tem uma vivência direta com a manifestação Dança de Rua.</p>
<p>No segundo, percebo grupos que vez ou outra trazem em seus elencos dançarinos de Dança de Rua e se utilizam das informações técnicas que eles detêm para compor seus trabalhos. Grupos como o Stagium e a Será Q? trazem em seu histórico essa prática. </p>
<p>Em uma terceira ramificação reconheço criadores e grupos que começaram sua história na dança dentro do universo da Dança e Rua, e posteriormente suas criações começam a apresentar uma configuração que foge a lógica que caracteriza a estabilidade que define essa linguagem. Nesse grupo identifico alguns representantes como a Cia. de Dança Balé de Rua, o GRN com Bruno Beltrão e você com a Membros.</p>
<p>Nesse sentido, acredito que seja possível reconhecer uma recente tradição de produção de Dança Contemporânea através do contato com o universo das Danças de Rua.</p>
<p>Creio que é preciso estabelecer uma discussão sobre estes contatos, e realizar reflexões sobre esse processo, pois isso pode lançar luz sobre o caminho de novos criadores e ampliar nosso próprio entendimento sobre nossa interferência da dança hoje.</p>
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		<title>By: jessyk</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2007/10/30/o-hip-hop-que-deseja-mais/5054/comment-page-1#comment-6746</link>
		<dc:creator>jessyk</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Nov 2007 16:17:41 +0000</pubDate>
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		<description>concordo plenamente com vcs..

faça parte de umgrupo de hip hop de sc e sei bm o que é isso

a comunidade discrimina, mas nem sabe ao certo o que somos e representamos realmente..

mas acredito que com nossa determinação um dia...

esse quadro vai mudar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>concordo plenamente com vcs..</p>
<p>faça parte de umgrupo de hip hop de sc e sei bm o que é isso</p>
<p>a comunidade discrimina, mas nem sabe ao certo o que somos e representamos realmente..</p>
<p>mas acredito que com nossa determinação um dia&#8230;</p>
<p>esse quadro vai mudar.</p>
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		<title>By: Jessé da cruz</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2007/10/30/o-hip-hop-que-deseja-mais/5054/comment-page-1#comment-6019</link>
		<dc:creator>Jessé da cruz</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 18:00:55 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo com o documento apresentado, muitos confundem o que é dança e o marginalidade, a maioria das pessoas não compreendem o porque de uma dança tão sincronizada, que atua de maneiras diferentes, levando mensagem realista. A questão é que muitos que fazem parte da família Hip Hop, não honram a si mesmo e confundem dança com movimento baderneiro, porém, nem por isso devemos ser deixados de lado e excluído da sociedade cênica, pois contribuímos para o crescimento cultural e humanistico, construindo meios e teorias de pratica educativa de uma vida melhor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com o documento apresentado, muitos confundem o que é dança e o marginalidade, a maioria das pessoas não compreendem o porque de uma dança tão sincronizada, que atua de maneiras diferentes, levando mensagem realista. A questão é que muitos que fazem parte da família Hip Hop, não honram a si mesmo e confundem dança com movimento baderneiro, porém, nem por isso devemos ser deixados de lado e excluído da sociedade cênica, pois contribuímos para o crescimento cultural e humanistico, construindo meios e teorias de pratica educativa de uma vida melhor.</p>
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