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	<title>Comments on: Lost in dance 3: na(s) fronteira(s)</title>
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	<description>Dança Contemporânea no Brasil e no mundo</description>
	<lastBuildDate>Thu, 24 May 2012 21:11:33 +0000</lastBuildDate>
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		<title>By: Ricardo Risuenho</title>
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		<dc:creator>Ricardo Risuenho</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2008 02:45:29 +0000</pubDate>
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		<description>Acho por mais que você não queira, seu texto é um manifesto à ética e ao respeito a individualidade, e as consequentes escolhas decorrente desta individualidade. E nós artistas temos uma forma difícil de lhe dar com as flores do quintal alheio. 
Porém, o que mais me chamou atenção no seu texto foi a forma como você o conduziu sem cair no panfleario ou em &quot;obvios&quot; clichês.
Parabéns, talvez a disseminação dessa idéia nos permita compreendermos melhor que danças são essas que fazemos atualmente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho por mais que você não queira, seu texto é um manifesto à ética e ao respeito a individualidade, e as consequentes escolhas decorrente desta individualidade. E nós artistas temos uma forma difícil de lhe dar com as flores do quintal alheio.<br />
Porém, o que mais me chamou atenção no seu texto foi a forma como você o conduziu sem cair no panfleario ou em &#8220;obvios&#8221; clichês.<br />
Parabéns, talvez a disseminação dessa idéia nos permita compreendermos melhor que danças são essas que fazemos atualmente.</p>
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		<title>By: Thábata Liparotti</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/04/11/lost-in-dance-3-nas-fronteiras/5606/comment-page-1#comment-11321</link>
		<dc:creator>Thábata Liparotti</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 15:12:57 +0000</pubDate>
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		<description>Lendo alguns de seus artigos, aqui mesmo no IDanca, passei a refletir sobre muitos aspectos discutidosnas minhas aulas na faculdade. sou aluna da FAP e muitos dos temas que são aqui colocados em questão, estão circulando em amplos questionamentos vivênciados em nosso dia-a-dia.

Pensando sobre o primeiro texto que li &quot;Esta tal de dança contemporânea&quot; e também sobre alguns comentários que se repentem frequentemente, pude perceber a enorme necessidade que nós seres humanos temos em &quot;engavetar&quot; e &quot;etiquetar&quot;, como se cada coisa tivesse que ser agrupada com suas caracteristicas proprias. O quão difícil é lidar com um pensamento, que nao se prende a um formato ou não se enquadra em grupos pré-existentes. O novo causa medo e rejeição. O quanto nós mesmos artistas temos que nos questionar diariamente (até mais vezes por dia) sobre aquilo que está no mundo e sobre sua temporalidade. Necessitando passar por um fluxo extremamente inconstante de transformações e de novas informações que chegam a cada momento. 

Como as crises são constantes e como institivamente buscamos uma meta-estabilidade que no fim se transforma em outra crise. Interessante pensar como estamos culturalmente direcionados a negar este caos que faz parte do nosso processo evolutivo e de aprendizagem. 

Quanto as fronteiras, analiso que estas refletem nossa angustia e nosso medo de nao saber exatamente o que somos ou como somos. Porém como reflexo do mundo atual, é realmente impossivel não ser contaminado ou não se pensar nestas fronteiras, que hoje estão tão borradas, como um dialogo na criação artística.

Para mim, há três palavras que em longas conversas surgiram como um pensamento sobre estas fronteiras. Que seriam permeabilidade, permitir e pertencer. os três Pês estão numa lógica inversa e talvez por isso me pareceu interessante. 

Tendemos a pertencer, nos permitimos e geramos a permeabilidade. Acrescentando, levando sempre princípios e pensamentos que não são abandonados e nem trocados quando &quot;passamos&quot; a fronteira.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lendo alguns de seus artigos, aqui mesmo no IDanca, passei a refletir sobre muitos aspectos discutidosnas minhas aulas na faculdade. sou aluna da FAP e muitos dos temas que são aqui colocados em questão, estão circulando em amplos questionamentos vivênciados em nosso dia-a-dia.</p>
<p>Pensando sobre o primeiro texto que li &#8220;Esta tal de dança contemporânea&#8221; e também sobre alguns comentários que se repentem frequentemente, pude perceber a enorme necessidade que nós seres humanos temos em &#8220;engavetar&#8221; e &#8220;etiquetar&#8221;, como se cada coisa tivesse que ser agrupada com suas caracteristicas proprias. O quão difícil é lidar com um pensamento, que nao se prende a um formato ou não se enquadra em grupos pré-existentes. O novo causa medo e rejeição. O quanto nós mesmos artistas temos que nos questionar diariamente (até mais vezes por dia) sobre aquilo que está no mundo e sobre sua temporalidade. Necessitando passar por um fluxo extremamente inconstante de transformações e de novas informações que chegam a cada momento. </p>
<p>Como as crises são constantes e como institivamente buscamos uma meta-estabilidade que no fim se transforma em outra crise. Interessante pensar como estamos culturalmente direcionados a negar este caos que faz parte do nosso processo evolutivo e de aprendizagem. </p>
<p>Quanto as fronteiras, analiso que estas refletem nossa angustia e nosso medo de nao saber exatamente o que somos ou como somos. Porém como reflexo do mundo atual, é realmente impossivel não ser contaminado ou não se pensar nestas fronteiras, que hoje estão tão borradas, como um dialogo na criação artística.</p>
<p>Para mim, há três palavras que em longas conversas surgiram como um pensamento sobre estas fronteiras. Que seriam permeabilidade, permitir e pertencer. os três Pês estão numa lógica inversa e talvez por isso me pareceu interessante. </p>
<p>Tendemos a pertencer, nos permitimos e geramos a permeabilidade. Acrescentando, levando sempre princípios e pensamentos que não são abandonados e nem trocados quando &#8220;passamos&#8221; a fronteira.</p>
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		<title>By: Regina Kotaka</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/04/11/lost-in-dance-3-nas-fronteiras/5606/comment-page-1#comment-11319</link>
		<dc:creator>Regina Kotaka</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 14:06:53 +0000</pubDate>
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		<description>Entender a dança como espaço de trânsito entre linguagens, saberes, estilos e gêneros, modifica sua compreensão no pensamento atual. Possuindo o papel social de comunicar e produzir conhecimento; observar e analisar a dança como uma rede de relações entre o individuo e o ambiente é reconhecê-la como elemento vital e ativo da sociedade. Assim as fronteiras sendo permeáveis vêm para criar o “ruído” necessário para instigar a curiosidade, a reflexão e propiciar o saber no indivíduo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Entender a dança como espaço de trânsito entre linguagens, saberes, estilos e gêneros, modifica sua compreensão no pensamento atual. Possuindo o papel social de comunicar e produzir conhecimento; observar e analisar a dança como uma rede de relações entre o individuo e o ambiente é reconhecê-la como elemento vital e ativo da sociedade. Assim as fronteiras sendo permeáveis vêm para criar o “ruído” necessário para instigar a curiosidade, a reflexão e propiciar o saber no indivíduo.</p>
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	<item>
		<title>By: Airton Tomazzoni</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/04/11/lost-in-dance-3-nas-fronteiras/5606/comment-page-1#comment-11097</link>
		<dc:creator>Airton Tomazzoni</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 22:01:48 +0000</pubDate>
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		<description>Pessoal,
Estes encontros ainda que virtuais, realmente já fazem um belo trânsito. Bom saber que estão transitando pelas fronteiras deste texto e poder residir um pouco uns com os outros.
Isso não elimina os conflitos, inerentes às diferenças, mas, como falou a Lu Paludo, a pode nso deixar sensíveis a contruções éticas de lidar.
abção e obrigado pela conversas e atenção dada ao texto</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal,<br />
Estes encontros ainda que virtuais, realmente já fazem um belo trânsito. Bom saber que estão transitando pelas fronteiras deste texto e poder residir um pouco uns com os outros.<br />
Isso não elimina os conflitos, inerentes às diferenças, mas, como falou a Lu Paludo, a pode nso deixar sensíveis a contruções éticas de lidar.<br />
abção e obrigado pela conversas e atenção dada ao texto</p>
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		<title>By: Fábia Franco Rocha</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/04/11/lost-in-dance-3-nas-fronteiras/5606/comment-page-1#comment-10998</link>
		<dc:creator>Fábia Franco Rocha</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Apr 2008 20:05:26 +0000</pubDate>
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		<description>Ola! Querido, Incomum, Instigador e de uma certa forma você é  um revolucionário Airton, das reflexões do pensar da dança,  fazendo-nos não somente pensar, mas sentir e vivenciar os vários temas sobre a dança, que no meio pelo qual gera uma transformação  criativa, em algum lugar, com algumas pessoas, grupos e assim por diante. 
Compreendo que  a sua própria reflexão é uma das  formas de transitar sobre as fronteiras que se colocam para dança, pois este artigo mencionado é um fato e atinge inúmeras pessoas de vários Estados.
Parece um exagero, nâo?, mas digo isso, diante da simplicidade e profunda reflexão que é transmitida.
Parabéns!!! Fábia</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ola! Querido, Incomum, Instigador e de uma certa forma você é  um revolucionário Airton, das reflexões do pensar da dança,  fazendo-nos não somente pensar, mas sentir e vivenciar os vários temas sobre a dança, que no meio pelo qual gera uma transformação  criativa, em algum lugar, com algumas pessoas, grupos e assim por diante.<br />
Compreendo que  a sua própria reflexão é uma das  formas de transitar sobre as fronteiras que se colocam para dança, pois este artigo mencionado é um fato e atinge inúmeras pessoas de vários Estados.<br />
Parece um exagero, nâo?, mas digo isso, diante da simplicidade e profunda reflexão que é transmitida.<br />
Parabéns!!! Fábia</p>
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	<item>
		<title>By: Neemias Santana</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/04/11/lost-in-dance-3-nas-fronteiras/5606/comment-page-1#comment-10966</link>
		<dc:creator>Neemias Santana</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Apr 2008 04:00:40 +0000</pubDate>
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		<description>Grande Airton,

Lê-lo é tão inquietante quanto caminhar sem fórmulas: dá muito medo, mas a expectativa gerada das pulsões da liberdade é que traz o incentivo necessário. 

Obrigado pelos terremotos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Grande Airton,</p>
<p>Lê-lo é tão inquietante quanto caminhar sem fórmulas: dá muito medo, mas a expectativa gerada das pulsões da liberdade é que traz o incentivo necessário. </p>
<p>Obrigado pelos terremotos.</p>
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		<title>By: Lilian Freitas Vilela</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/04/11/lost-in-dance-3-nas-fronteiras/5606/comment-page-1#comment-10785</link>
		<dc:creator>Lilian Freitas Vilela</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2008 13:26:51 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Airton, que bom ler suas reflexões sobre um tema &quot;fronteiras&quot; que acredito estar no meio de várias discussões sobre dança. 
Sinto que minha trajetória pessoal foi sendo construída sempre em zonas de fronteira (dança popular e dança contemporânea, performance e docência/ arte e educação). 
Estas divisões e o nosso estranho pendor para converter algumas linhas imaginárias em barreiras no mundo da dança as vezes me choca. Insistimos em ver o que não está, aquilo em você que pertence a outros campos ... 
Zonas de fronteiras e muito conflito, acho que devemos fazer menos guerras por apropriação e pertencimento e dividir mais residências partilhadas. Adorei ler você !
Beijos, Lilian Vilela</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Airton, que bom ler suas reflexões sobre um tema &#8220;fronteiras&#8221; que acredito estar no meio de várias discussões sobre dança.<br />
Sinto que minha trajetória pessoal foi sendo construída sempre em zonas de fronteira (dança popular e dança contemporânea, performance e docência/ arte e educação).<br />
Estas divisões e o nosso estranho pendor para converter algumas linhas imaginárias em barreiras no mundo da dança as vezes me choca. Insistimos em ver o que não está, aquilo em você que pertence a outros campos &#8230;<br />
Zonas de fronteiras e muito conflito, acho que devemos fazer menos guerras por apropriação e pertencimento e dividir mais residências partilhadas. Adorei ler você !<br />
Beijos, Lilian Vilela</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Luciana Paludo</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/04/11/lost-in-dance-3-nas-fronteiras/5606/comment-page-1#comment-10704</link>
		<dc:creator>Luciana Paludo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Apr 2008 14:12:34 +0000</pubDate>
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		<description>Em tempos de tantos percursos, bom pensar nesses modos de transitar, através das analogias territoriais. Penso que há algo que possa se manter, nesses trânsitos, como uma integridade do ser. Então, para transitar, temos de estar &quot;focados&quot; e atentos. Os trânsitos pedem atenção... para não gerar colisão... E as rimas se estabelecem (ou não). Aí é sorte ou revés; acasos que são gerados, mas, as ações não ficam à espera, são construídas, a cada instante desse &quot;estar em determinado grupo&quot;. Sim, cada vez menos a questão da identidade fixa se inscreve no mundo e os trânsitos são questão de urgência para espíritos que buscam compreender os funcionamentos. Podemos ser observadores, ou provar as experiências na labuta da carne. Aí entram questões de arranjos e disposições peculiares. 
Saber transitar... Cadê o manual? O &quot;código de trânsito&quot;. Ora, estejamos atentos, pois a construção dessa ética está por nossa conta.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempos de tantos percursos, bom pensar nesses modos de transitar, através das analogias territoriais. Penso que há algo que possa se manter, nesses trânsitos, como uma integridade do ser. Então, para transitar, temos de estar &#8220;focados&#8221; e atentos. Os trânsitos pedem atenção&#8230; para não gerar colisão&#8230; E as rimas se estabelecem (ou não). Aí é sorte ou revés; acasos que são gerados, mas, as ações não ficam à espera, são construídas, a cada instante desse &#8220;estar em determinado grupo&#8221;. Sim, cada vez menos a questão da identidade fixa se inscreve no mundo e os trânsitos são questão de urgência para espíritos que buscam compreender os funcionamentos. Podemos ser observadores, ou provar as experiências na labuta da carne. Aí entram questões de arranjos e disposições peculiares.<br />
Saber transitar&#8230; Cadê o manual? O &#8220;código de trânsito&#8221;. Ora, estejamos atentos, pois a construção dessa ética está por nossa conta.</p>
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