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	<title>Comments on: Balé de Rua no coração de Paris</title>
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	<description>Dança Contemporânea no Brasil e no mundo</description>
	<lastBuildDate>Thu, 24 May 2012 21:11:33 +0000</lastBuildDate>
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		<title>By: Carla Aparicio</title>
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		<dc:creator>Carla Aparicio</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Mar 2011 23:17:28 +0000</pubDate>
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		<description>A diferencia dos outros comentários, o texto me provocou muitos incómodos... Até bom para autora, para desenvolver e continuar crecendo na sua carreira professional. Uns deles se vincula com a naturalização do &quot;povo brasileiro&quot;, os &quot;movimentos lineares e repressivos do &lt;em&gt;povo frances&lt;/em&gt;&quot;, não só porque constroi &quot;identidades&quot; fixas senão também porque os &quot;outros&quot;, neste caso o &quot;europeo&quot;, é referido com preconceito, na medida que se intenta resgatar a validez e a proposta do Cia Balé na Rua. Mesmo assim, acredito eu, o texto não desqualifica o trabalho da Cia, ao contrario, pela descrição mostra o caráter innovador.
Considero importante refletir sobre as formas de produção textual porque se umas das críticas é entorno a que é produzido por críticos e curadores, não podemos esquecer que o próprio também produce o mesmo efeito e eficacia.
Carla</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A diferencia dos outros comentários, o texto me provocou muitos incómodos&#8230; Até bom para autora, para desenvolver e continuar crecendo na sua carreira professional. Uns deles se vincula com a naturalização do &#8220;povo brasileiro&#8221;, os &#8220;movimentos lineares e repressivos do <em>povo frances</em>&#8220;, não só porque constroi &#8220;identidades&#8221; fixas senão também porque os &#8220;outros&#8221;, neste caso o &#8220;europeo&#8221;, é referido com preconceito, na medida que se intenta resgatar a validez e a proposta do Cia Balé na Rua. Mesmo assim, acredito eu, o texto não desqualifica o trabalho da Cia, ao contrario, pela descrição mostra o caráter innovador.<br />
Considero importante refletir sobre as formas de produção textual porque se umas das críticas é entorno a que é produzido por críticos e curadores, não podemos esquecer que o próprio também produce o mesmo efeito e eficacia.<br />
Carla</p>
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	<item>
		<title>By: anaiza</title>
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		<dc:creator>anaiza</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2009 19:28:27 +0000</pubDate>
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		<description>Márcia, amei este texto que me trouxe ótimos elementos para reflexão. Estou propondo alguns projetos sobre música e dança para um programa de governo no Maranhão onde aproveitei bastante  suas idéias. Agora, uma pergunta, vc por acaso morou em Brasilia e foi profa. da UNB? tenho uma grande amiga que segundo soube está em Paris e a Márcia que eu conheço fez mestrado na Sorbone...seria ótima ter um contato com vc outra vez...de toda forma, parabenizo a autora do texto.
Anaiza C. Gaspar
anaizagaspar@gmail.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Márcia, amei este texto que me trouxe ótimos elementos para reflexão. Estou propondo alguns projetos sobre música e dança para um programa de governo no Maranhão onde aproveitei bastante  suas idéias. Agora, uma pergunta, vc por acaso morou em Brasilia e foi profa. da UNB? tenho uma grande amiga que segundo soube está em Paris e a Márcia que eu conheço fez mestrado na Sorbone&#8230;seria ótima ter um contato com vc outra vez&#8230;de toda forma, parabenizo a autora do texto.<br />
Anaiza C. Gaspar<br />
<a href="mailto:anaizagaspar@gmail.com">anaizagaspar@gmail.com</a></p>
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	<item>
		<title>By: Aline Vallim</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/04/18/bale-de-rua-no-coracao-de-paris/5693/comment-page-1#comment-11675</link>
		<dc:creator>Aline Vallim</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 May 2008 14:34:08 +0000</pubDate>
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		<description>Que alegria saber que cada vez mais, corpos brasileiros buscam verdadeiramente suas individualidades de movimentação, isso fortalece o pensamento de que o padrão estético escolhido traduz a noção do entendimento de corpo do grupo em questão. 
Eque essa iniciativa sirva de catalizador para que cias brasileiras ,permanetes no Brasil,  busquem suas próprias raízes não se prendendo a padrões estéticos prontos ( &quot; para turista ver&quot;).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que alegria saber que cada vez mais, corpos brasileiros buscam verdadeiramente suas individualidades de movimentação, isso fortalece o pensamento de que o padrão estético escolhido traduz a noção do entendimento de corpo do grupo em questão.<br />
Eque essa iniciativa sirva de catalizador para que cias brasileiras ,permanetes no Brasil,  busquem suas próprias raízes não se prendendo a padrões estéticos prontos ( &#8221; para turista ver&#8221;).</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Joao Negreiros</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/04/18/bale-de-rua-no-coracao-de-paris/5693/comment-page-1#comment-11616</link>
		<dc:creator>Joao Negreiros</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 17:32:30 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Márcia,
Que bom texto! Muito interessante a explanação que você fez, leitura boa e de fácil acesso, com todas as citações (e ainda mais  notinhas de rodapé). Gostei  quando você menciona que &quot;... não corrompem o corpo imaterial a fim de serem aceitos por curadores que exigem padrões estéticos que não lhes são comuns.&quot; Um bom paralelo que você faz, tendo como base o pessoal da Cia Bale de Rua, traçando um interessante paralelo da dança brasileira x eropeia. Já dá para ter uma idéia do que você está armazendo afim de contribuir para a dança/cultura brasileira.
Parabéns!
João Negreiros</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Márcia,<br />
Que bom texto! Muito interessante a explanação que você fez, leitura boa e de fácil acesso, com todas as citações (e ainda mais  notinhas de rodapé). Gostei  quando você menciona que &#8220;&#8230; não corrompem o corpo imaterial a fim de serem aceitos por curadores que exigem padrões estéticos que não lhes são comuns.&#8221; Um bom paralelo que você faz, tendo como base o pessoal da Cia Bale de Rua, traçando um interessante paralelo da dança brasileira x eropeia. Já dá para ter uma idéia do que você está armazendo afim de contribuir para a dança/cultura brasileira.<br />
Parabéns!<br />
João Negreiros</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Annemarie Barth Baka</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/04/18/bale-de-rua-no-coracao-de-paris/5693/comment-page-1#comment-11413</link>
		<dc:creator>Annemarie Barth Baka</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2008 04:55:41 +0000</pubDate>
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		<description>Marcia,
Sou aluna do curso de dança da Faculdade de Artes do Paraná. 
Interessante quando você coloca que a interpretação do espectador vai depender dos seus afetos. 
Sei que cada corpo é um corpo que se constrói e se expressa de maneira particular. Sendo assim, é curioso pensar que cada espectador é  também um espectador diferente. Não tinha visto por esse lado. Sempre me preocupei mais com o corpo que dança do que com o corpo que assiste. E isso me fez pensar nas diferentes formas de interpretações que as pessoas podem ter de um mesmo espetáculo. As experiências de vida, particularidades e costumes, são aspectos contribuidores na interpretação de cada espectador ali presente. Para mim, é importante saber que cada um interpreta de forma particular o mesmo espetáculo. É onde percebo que a dança-arte é significativa para cada um de forma única e verdadeira.
Gostei do artigo, me fez refletir sobre o significado do espectador. 
Beijos e até mais, Annemarie.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcia,<br />
Sou aluna do curso de dança da Faculdade de Artes do Paraná.<br />
Interessante quando você coloca que a interpretação do espectador vai depender dos seus afetos.<br />
Sei que cada corpo é um corpo que se constrói e se expressa de maneira particular. Sendo assim, é curioso pensar que cada espectador é  também um espectador diferente. Não tinha visto por esse lado. Sempre me preocupei mais com o corpo que dança do que com o corpo que assiste. E isso me fez pensar nas diferentes formas de interpretações que as pessoas podem ter de um mesmo espetáculo. As experiências de vida, particularidades e costumes, são aspectos contribuidores na interpretação de cada espectador ali presente. Para mim, é importante saber que cada um interpreta de forma particular o mesmo espetáculo. É onde percebo que a dança-arte é significativa para cada um de forma única e verdadeira.<br />
Gostei do artigo, me fez refletir sobre o significado do espectador.<br />
Beijos e até mais, Annemarie.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Fernando</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/04/18/bale-de-rua-no-coracao-de-paris/5693/comment-page-1#comment-11332</link>
		<dc:creator>Fernando</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 20:41:33 +0000</pubDate>
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		<description>Márcia do céu!! da Terra, de Paris, do mundo...
Por favor me desculpe pela demora em te responder e comentar sobre o texto.
Primeiro porque eu li e reli e li novamente. Cada leitura me trazia novas interpretações e informações....
É maravilhoso, não tenho palavras para te agradecer por uma
contribuição como esta. Só posso te dizer muito obrigado e que ele nos tocou profundamente.
É impressionante como vc conseguiu captar o nosso trabalho e traduzi-lo de uma forma tão bem fundamentada, tão brilhante. Nós sempre trabalhamos sem esta separação de corpo e espírito mas  nunca havíamos parado para pensar sobre isto pois tudo acontece de uma forma natural. Da mesma maneira o sagrado e o profano. Para nós é tudo uma coisa só, está tudo junto. Por exemplo, um dos produtores comentou com a gente que achava a cena da Ave Maria muito festiva, que não combinava com a espiritualidade da música. Queria que a gente mudasse e fizesse algo mais &quot;sublime&quot;. Eu tentei explicar que prá gente estas coisas não são antagônicas, que o samba pode muito bem ser uma forma de oração, mas eles não entendiam. Pensei comigo: se eles vissem uma festa do Congado então eles iriam pirar, pois é através da dança, do canto, da alegria, do ritmo enlouquecido que o congadeiro demonstra seu fervor. É pura festa e é puro fervor e louvor e o &quot;Santo&quot; abaixa mesmo, é transe. Tivemos que lutar por esta e outras cenas, foi um grande aprendizado e muitas vezes sofrido, mas quem carrega 300 anos de escravidão nas costas não se rende facilmente. Isto foi uma das coisas que quisemos mostrar, a resistência da nossa gente, o povo brasileiro. O que sempre pedimos p/ os bailarinos é para serem verdadeiros e isto acaba acontecendo porque o que levamos p/ o palco são realmente os nossos afetos, a nossa vida vivida, o cotidiano. Nós realmente não queremos ser nem americanos nem europeus, não seguimos tendências, trilhamos nosso próprio caminho na construção de uma identidade e isto é a coisa mais importante que conseguimos ao longo destes 16 anos. Sem ela o que seríamos? Márcia, encontrar com pessoas como você é sempre um grande prazer, uma alegria!! Pessoas que acrescentam, que somam e nos fortalecem. Que Deus te abençôe e te ilumine sempre. Te desejo todo o sucesso e tudo de bom. Um beijão com saudades, 
Fernando -  CIA BALÉ DE RUA</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Márcia do céu!! da Terra, de Paris, do mundo&#8230;<br />
Por favor me desculpe pela demora em te responder e comentar sobre o texto.<br />
Primeiro porque eu li e reli e li novamente. Cada leitura me trazia novas interpretações e informações&#8230;.<br />
É maravilhoso, não tenho palavras para te agradecer por uma<br />
contribuição como esta. Só posso te dizer muito obrigado e que ele nos tocou profundamente.<br />
É impressionante como vc conseguiu captar o nosso trabalho e traduzi-lo de uma forma tão bem fundamentada, tão brilhante. Nós sempre trabalhamos sem esta separação de corpo e espírito mas  nunca havíamos parado para pensar sobre isto pois tudo acontece de uma forma natural. Da mesma maneira o sagrado e o profano. Para nós é tudo uma coisa só, está tudo junto. Por exemplo, um dos produtores comentou com a gente que achava a cena da Ave Maria muito festiva, que não combinava com a espiritualidade da música. Queria que a gente mudasse e fizesse algo mais &#8220;sublime&#8221;. Eu tentei explicar que prá gente estas coisas não são antagônicas, que o samba pode muito bem ser uma forma de oração, mas eles não entendiam. Pensei comigo: se eles vissem uma festa do Congado então eles iriam pirar, pois é através da dança, do canto, da alegria, do ritmo enlouquecido que o congadeiro demonstra seu fervor. É pura festa e é puro fervor e louvor e o &#8220;Santo&#8221; abaixa mesmo, é transe. Tivemos que lutar por esta e outras cenas, foi um grande aprendizado e muitas vezes sofrido, mas quem carrega 300 anos de escravidão nas costas não se rende facilmente. Isto foi uma das coisas que quisemos mostrar, a resistência da nossa gente, o povo brasileiro. O que sempre pedimos p/ os bailarinos é para serem verdadeiros e isto acaba acontecendo porque o que levamos p/ o palco são realmente os nossos afetos, a nossa vida vivida, o cotidiano. Nós realmente não queremos ser nem americanos nem europeus, não seguimos tendências, trilhamos nosso próprio caminho na construção de uma identidade e isto é a coisa mais importante que conseguimos ao longo destes 16 anos. Sem ela o que seríamos? Márcia, encontrar com pessoas como você é sempre um grande prazer, uma alegria!! Pessoas que acrescentam, que somam e nos fortalecem. Que Deus te abençôe e te ilumine sempre. Te desejo todo o sucesso e tudo de bom. Um beijão com saudades,<br />
Fernando &#8211;  CIA BALÉ DE RUA</p>
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	<item>
		<title>By: Greyce Lucca Aita</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/04/18/bale-de-rua-no-coracao-de-paris/5693/comment-page-1#comment-11272</link>
		<dc:creator>Greyce Lucca Aita</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2008 02:47:06 +0000</pubDate>
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		<description>Marcia,
Sou estudante de dança da Faculdade de Artes do Paraná.Através do seu texto percebi os inúmeros meios que a dança tem de evoluir como arte em outros meios de comunicação, em outras formas de linguagem.Percebo que o campo de trabalho varia muito de acordo com a pesquisa de cada um e isso me ajuda a pensar em dança de um modo amplo,relacionando-a com outras areas como a própria filosofia.Relacionar a dança com o meio em que ela se encontra ,ambientes diferenciados e ir de contra as questões ultrapassadas dessa arte mostra o avanço da dança em relação as questões contemporâneas do mundo em que vivemos.Muito interessanta a questão em que você trabalha seu projeto de dança,inserindo em questões políticas e sociais.Parabéns pela iniciação deste projeto e muito sucesso com ele.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcia,<br />
Sou estudante de dança da Faculdade de Artes do Paraná.Através do seu texto percebi os inúmeros meios que a dança tem de evoluir como arte em outros meios de comunicação, em outras formas de linguagem.Percebo que o campo de trabalho varia muito de acordo com a pesquisa de cada um e isso me ajuda a pensar em dança de um modo amplo,relacionando-a com outras areas como a própria filosofia.Relacionar a dança com o meio em que ela se encontra ,ambientes diferenciados e ir de contra as questões ultrapassadas dessa arte mostra o avanço da dança em relação as questões contemporâneas do mundo em que vivemos.Muito interessanta a questão em que você trabalha seu projeto de dança,inserindo em questões políticas e sociais.Parabéns pela iniciação deste projeto e muito sucesso com ele.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Mariza</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/04/18/bale-de-rua-no-coracao-de-paris/5693/comment-page-1#comment-11060</link>
		<dc:creator>Mariza</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 16:43:50 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Marcinha, 
meus conhecimentos a respeito de arte são bem excassos. Mas achei muito interessante o que aprendi com seu texto, muito bem escrito e com profundidade de pesquisa e resultado de muito estudo. Parabéns e vc nos enche de orgulho por que não é em qualquer família que se vê uma doutorando em Paris. Parabéns do fundo do coração e gostaria de receber, na medida do possível, as suas elaborações.
Beijão</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Marcinha,<br />
meus conhecimentos a respeito de arte são bem excassos. Mas achei muito interessante o que aprendi com seu texto, muito bem escrito e com profundidade de pesquisa e resultado de muito estudo. Parabéns e vc nos enche de orgulho por que não é em qualquer família que se vê uma doutorando em Paris. Parabéns do fundo do coração e gostaria de receber, na medida do possível, as suas elaborações.<br />
Beijão</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: ary coelho</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/04/18/bale-de-rua-no-coracao-de-paris/5693/comment-page-1#comment-11057</link>
		<dc:creator>ary coelho</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 14:26:11 +0000</pubDate>
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		<description>marcia!

ler um texto de dança, este texto sobre balé de rua, como um viajem histórica no campo da dança. tenho algumas perguntas que permeiam meus pensamentos uqe foram respondidas neste momento.
parabéns.
ary coelho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>marcia!</p>
<p>ler um texto de dança, este texto sobre balé de rua, como um viajem histórica no campo da dança. tenho algumas perguntas que permeiam meus pensamentos uqe foram respondidas neste momento.<br />
parabéns.<br />
ary coelho.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: lenora lobo</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/04/18/bale-de-rua-no-coracao-de-paris/5693/comment-page-1#comment-11046</link>
		<dc:creator>lenora lobo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 02:22:10 +0000</pubDate>
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		<description>marcia
que bela reflexao sobre o bale de rua, o velho e o novo mundo e este movimento que oriundo das ruas de uberlandia vem com coragem e resistencia inaltecendo a dança brasileira
quem viu esta galeria começando e acompanha sua evolução como eu, só tem a agradece-los pela conquista da identidade no que dançam e a voçe por este importante depoimento que nos faz do lado de cá,  vibrar
lenora lobo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>marcia<br />
que bela reflexao sobre o bale de rua, o velho e o novo mundo e este movimento que oriundo das ruas de uberlandia vem com coragem e resistencia inaltecendo a dança brasileira<br />
quem viu esta galeria começando e acompanha sua evolução como eu, só tem a agradece-los pela conquista da identidade no que dançam e a voçe por este importante depoimento que nos faz do lado de cá,  vibrar<br />
lenora lobo</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Jobson Andrade Filho</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/04/18/bale-de-rua-no-coracao-de-paris/5693/comment-page-1#comment-11044</link>
		<dc:creator>Jobson Andrade Filho</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Apr 2008 22:28:34 +0000</pubDate>
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		<description>Marcia,
Gostei muito da materia. Você foi genial!
Conseguiu conduzi-la de forma envolvente, é como se eu estivesse presenciando a peça, a riquesa dos detalhes, e em diversos pontos atentando para uma reflexão quanto aos costumes entre os povos existentes nesta nossa casa chamada terra.
Aos poucos, a arte, com sua mágia vai nos aproximando... é isto que a torna bela e atrativa, com suas mensagens sutís nos educando para um dia termos uma casa mais harmoniosa, e fazendo jús, mais humana.
Grande abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcia,<br />
Gostei muito da materia. Você foi genial!<br />
Conseguiu conduzi-la de forma envolvente, é como se eu estivesse presenciando a peça, a riquesa dos detalhes, e em diversos pontos atentando para uma reflexão quanto aos costumes entre os povos existentes nesta nossa casa chamada terra.<br />
Aos poucos, a arte, com sua mágia vai nos aproximando&#8230; é isto que a torna bela e atrativa, com suas mensagens sutís nos educando para um dia termos uma casa mais harmoniosa, e fazendo jús, mais humana.<br />
Grande abraço</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Marcia Almeida</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/04/18/bale-de-rua-no-coracao-de-paris/5693/comment-page-1#comment-11015</link>
		<dc:creator>Marcia Almeida</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Apr 2008 15:23:05 +0000</pubDate>
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		<description>Ei Alexandre,
obrigada pela participaçao (me desculpe, minha tecla nao tem os acentos necessarios para o portugues correto). 

Acredito que o humano, enquanto obra de arte, nao afeta diretamente o meio ambiente e politico. Mesmo porque, nos tempos atuais (emprestando as palavras da minha amiga Lenora Lobo), com a midia en ligne, nao é uma preocupaçao direta do artista (veja também Adorno na Teoria Estética). Mas existe uma trama afetiva entre humano e meio ambiente como um todo. O contrario é verdadeiro, os afetos do meio ambiente no humano vai aparecer na obra de arte.

para mim é uma enorme alegria a tua participaçao.
M.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ei Alexandre,<br />
obrigada pela participaçao (me desculpe, minha tecla nao tem os acentos necessarios para o portugues correto). </p>
<p>Acredito que o humano, enquanto obra de arte, nao afeta diretamente o meio ambiente e politico. Mesmo porque, nos tempos atuais (emprestando as palavras da minha amiga Lenora Lobo), com a midia en ligne, nao é uma preocupaçao direta do artista (veja também Adorno na Teoria Estética). Mas existe uma trama afetiva entre humano e meio ambiente como um todo. O contrario é verdadeiro, os afetos do meio ambiente no humano vai aparecer na obra de arte.</p>
<p>para mim é uma enorme alegria a tua participaçao.<br />
M.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Alexandre Reis</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/04/18/bale-de-rua-no-coracao-de-paris/5693/comment-page-1#comment-11014</link>
		<dc:creator>Alexandre Reis</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Apr 2008 12:27:24 +0000</pubDate>
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		<description>Márcia,

A transgressão que vc muito bem aponta em seu texto me estimula a continuar pesquisando no ambiente da dança-filosofia e reorienta o sentido de cidadão que dança, seja ele ocidental ou oriental. O texto me fez refletir sobre qual seria a interferência do corpo que dança no ambiente humano e político em que se insere, muito belo seu artigo. Parabéns e desejo muito sucesso para o Balé de Rua em Paris.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Márcia,</p>
<p>A transgressão que vc muito bem aponta em seu texto me estimula a continuar pesquisando no ambiente da dança-filosofia e reorienta o sentido de cidadão que dança, seja ele ocidental ou oriental. O texto me fez refletir sobre qual seria a interferência do corpo que dança no ambiente humano e político em que se insere, muito belo seu artigo. Parabéns e desejo muito sucesso para o Balé de Rua em Paris.</p>
]]></content:encoded>
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