
<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comments on: Veni, vidi, vici: colunista sobrevive à maratona de Joinville</title>
	<atom:link href="http://idanca.net/lang/pt-br/2008/08/25/veni-vidi-vici-colunista-sobrevive-a-maratona-de-joinville/8735/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/08/25/veni-vidi-vici-colunista-sobrevive-a-maratona-de-joinville/8735</link>
	<description>Dança Contemporânea no Brasil e no mundo</description>
	<lastBuildDate>Thu, 24 May 2012 21:11:33 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
	<item>
		<title>By: thiago gomes</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/08/25/veni-vidi-vici-colunista-sobrevive-a-maratona-de-joinville/8735/comment-page-1#comment-24147</link>
		<dc:creator>thiago gomes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2008 21:25:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://idanca.net/?p=8735&#038;lang=pt-br#comment-24147</guid>
		<description>&quot; Militância&quot; é a palavra de ordem. Militância por uma formação artística de qualidade por parte dos jovens ou futuros professores, miltância dos professores do meio acadêmico que promovem palestras e discussões em mostras competitivas, produto de uma formação que promove a separaçãoentre tecnica e separação artística, nicho desses jovens, futuros artístas, apaixonados pela dança, porém mergulhados na idéia de que eles próprios vão para a cena, sem perceber que na verdade quem está lá, é a ideia de um corpo perfeito idealizado por seus professores. Nós artistas, acreditamos no futuro da dança. Em uma dança sem rótulos. Em profissionais que mostrem que a fábrica de dança não é tão óbvia. Acredito sim, neste futuro.

Thiago Gomes</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8221; Militância&#8221; é a palavra de ordem. Militância por uma formação artística de qualidade por parte dos jovens ou futuros professores, miltância dos professores do meio acadêmico que promovem palestras e discussões em mostras competitivas, produto de uma formação que promove a separaçãoentre tecnica e separação artística, nicho desses jovens, futuros artístas, apaixonados pela dança, porém mergulhados na idéia de que eles próprios vão para a cena, sem perceber que na verdade quem está lá, é a ideia de um corpo perfeito idealizado por seus professores. Nós artistas, acreditamos no futuro da dança. Em uma dança sem rótulos. Em profissionais que mostrem que a fábrica de dança não é tão óbvia. Acredito sim, neste futuro.</p>
<p>Thiago Gomes</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Régia Alvarez</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/08/25/veni-vidi-vici-colunista-sobrevive-a-maratona-de-joinville/8735/comment-page-1#comment-21201</link>
		<dc:creator>Régia Alvarez</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 09:39:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://idanca.net/?p=8735&#038;lang=pt-br#comment-21201</guid>
		<description>Concordo plenamente com Tereza!

Sou pesquisadora em Artes Cênicas, mais especificamente em Dança e confesso que o furor do festival fez com que muitas pessoas (como eu) criassem um receio sobre até mesmo o seminário, no entanto, fico feliz com o resultado positivo.

Precisamos sim e, muito, pensarmos sobre a formação não somente dos alunos como do público.

Esses dias na Abrace, deparei-me com uma pesquisa interessante sobre o comportamento do público de Dança, no momento da comunicação lembrei-me de Joinville, afinal, um dos resultados parciais da pesquisa é que na platéia de dança, a maioria das pessoas é &quot;do meio&quot;. Particularmente considero triste esse resultado inicial...

Precisamos pensar dança com urgência!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo plenamente com Tereza!</p>
<p>Sou pesquisadora em Artes Cênicas, mais especificamente em Dança e confesso que o furor do festival fez com que muitas pessoas (como eu) criassem um receio sobre até mesmo o seminário, no entanto, fico feliz com o resultado positivo.</p>
<p>Precisamos sim e, muito, pensarmos sobre a formação não somente dos alunos como do público.</p>
<p>Esses dias na Abrace, deparei-me com uma pesquisa interessante sobre o comportamento do público de Dança, no momento da comunicação lembrei-me de Joinville, afinal, um dos resultados parciais da pesquisa é que na platéia de dança, a maioria das pessoas é &#8220;do meio&#8221;. Particularmente considero triste esse resultado inicial&#8230;</p>
<p>Precisamos pensar dança com urgência!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Christiane Frauzino</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/08/25/veni-vidi-vici-colunista-sobrevive-a-maratona-de-joinville/8735/comment-page-1#comment-18025</link>
		<dc:creator>Christiane Frauzino</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Sep 2008 21:44:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://idanca.net/?p=8735&#038;lang=pt-br#comment-18025</guid>
		<description>Olá a Todos

O texto da Tereza, é muito pertinente, e conectado com a realidade do tema em questão. Em maio, fiz a produção executiva e cultural do 8o FESTDANÇA, aqui em Goiânia-Go, e tivemos o mesmo problema com a histeria. O festival de Indaiatuba-SP, também sofre com o mesmo problema. O fato , é que o público desses eventos, são em sua maior porcentagem, formado pelos bailarinos, que por sua vez, são os autores dos gritos histéricos.
Pergunta: faz parte da formação desses bailarinos, o aprendizado da conduta diante do evento - apreciação das obras ) pois estamos falando de Arte?
Quando um advogado, vai ao tribunal( seu lugar de atuação) e se apresenta diante do juiz para defener seu cliente, com certeza, ele não se senta e bota os pés na mesa e nem mesmo chama o juiz, de &quot;meu chapa&quot; e seu cliente de  o &quot;cara&quot;.
Seria o caso de se pensar na formação da conduta dos nossos alunos em seu ambiente - o Teatro?
Nesse festivais, também se verifca outra histeria - a histeria dos egos megainflados do professores com seus pupilos. Muitas vezes esses jovens, não sabem nem mesmo o que estão dançando, no caso da clássico, é um assassinato a história dos ballets de repertório.
Você pergunta para a bailarina? Qual solo vai dançar?
Ela responde
- Diana
E eu vejo aquilo sendo executado, e me pergunto, se ela sabe quem é Diana, e de qual ballet a presonagem faz parte, pois a interpretação como artísta é uma trajédia, porém A TÉCNICA , é  impecável, mas não deixa de ser um massacre.

Quanta a dançar por dançar, por que dança é isso aí - NÃO DÁ - se for isso , vamos dançar o CREU, CHUPA QUE É DE UVA, participar da Dança do Famosos Anônimos e por aí vai.
Nosso campo de atuação é a ARTE - produção intelectual sim, pois de outro modo a história da dança não teria o rico patrimônio que tem hoje.

Chris Frauzino
Professora, bailarina artísta.
Grupo Empreza Performances
Goiânia-Go</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá a Todos</p>
<p>O texto da Tereza, é muito pertinente, e conectado com a realidade do tema em questão. Em maio, fiz a produção executiva e cultural do 8o FESTDANÇA, aqui em Goiânia-Go, e tivemos o mesmo problema com a histeria. O festival de Indaiatuba-SP, também sofre com o mesmo problema. O fato , é que o público desses eventos, são em sua maior porcentagem, formado pelos bailarinos, que por sua vez, são os autores dos gritos histéricos.<br />
Pergunta: faz parte da formação desses bailarinos, o aprendizado da conduta diante do evento &#8211; apreciação das obras ) pois estamos falando de Arte?<br />
Quando um advogado, vai ao tribunal( seu lugar de atuação) e se apresenta diante do juiz para defener seu cliente, com certeza, ele não se senta e bota os pés na mesa e nem mesmo chama o juiz, de &#8220;meu chapa&#8221; e seu cliente de  o &#8220;cara&#8221;.<br />
Seria o caso de se pensar na formação da conduta dos nossos alunos em seu ambiente &#8211; o Teatro?<br />
Nesse festivais, também se verifca outra histeria &#8211; a histeria dos egos megainflados do professores com seus pupilos. Muitas vezes esses jovens, não sabem nem mesmo o que estão dançando, no caso da clássico, é um assassinato a história dos ballets de repertório.<br />
Você pergunta para a bailarina? Qual solo vai dançar?<br />
Ela responde<br />
- Diana<br />
E eu vejo aquilo sendo executado, e me pergunto, se ela sabe quem é Diana, e de qual ballet a presonagem faz parte, pois a interpretação como artísta é uma trajédia, porém A TÉCNICA , é  impecável, mas não deixa de ser um massacre.</p>
<p>Quanta a dançar por dançar, por que dança é isso aí &#8211; NÃO DÁ &#8211; se for isso , vamos dançar o CREU, CHUPA QUE É DE UVA, participar da Dança do Famosos Anônimos e por aí vai.<br />
Nosso campo de atuação é a ARTE &#8211; produção intelectual sim, pois de outro modo a história da dança não teria o rico patrimônio que tem hoje.</p>
<p>Chris Frauzino<br />
Professora, bailarina artísta.<br />
Grupo Empreza Performances<br />
Goiânia-Go</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Christiane Frauzino</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/08/25/veni-vidi-vici-colunista-sobrevive-a-maratona-de-joinville/8735/comment-page-1#comment-18024</link>
		<dc:creator>Christiane Frauzino</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Sep 2008 21:14:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://idanca.net/?p=8735&#038;lang=pt-br#comment-18024</guid>
		<description>Histeria generalizada

Olá a todos.
A histéria nos festivais de dança, está se tornando algo repudiado pelos jurados, que não suportam a gritatria enquanto tentam assistir e avaliar ao mensmo tempo.
Fui produtora cultural e executiva do 8o FESTDANÇA- Goiânia/Go, e tivemos o mesmo problema com histeria, e em Indaiatuba-SP, em junho de 2008, as mesmas reclamações. Essa é  a &quot;galera&quot; , presente como público nesses festivais. Os festivais  de dança em sua maioria, agrengam sua própria comunidade - professores, alunos.
Esses eventos, tem sua importância como estimuladores da área da dança, mesmo que haja intermináveis equívocos, principalmente quando se pensa em Debates teóricos-reflexivos.
Dançar não é só dançar , e é isso aí - se for para não sermos responsáveis como professores-formadores e artístas contemporâneos (seja clássico ou contemporâneo), então vamos dançar o CREU, o CHUPA QUE É DE UVA, e por aí afora.  A DANÇA - como arte é um campo de atividade corporal, de corpos que pensam, que estão conectados com o intelecto e este com seu próprio tempo.
Se não for para se pensar a dança como categoria da Arte, vamos começar a dar aulas em boites, no Programa do Faustão, na abertura das novelas, ou mesmo , dançar a dois numa sexta-feira, ouvindo boa música e degustando o petisco preferido.
Há sim diferença entre cultura e entretenimento.
Hoje, o que vejo nesses festivais, é uma disputa de egos, mega-inflados, dos coreógrafos envaidecidos com seus pupilos extraordinários. Observo de perto e percebo, que não sabem o que estão fazendo, e penso que ver Daine dos Santos é mais divertido, pois é pura habilidade técnica, o que já foi colocado por Cecília Kerche ao bailarinos em Indaiatuba no ano de 2007.
Esse jovens,nem mesmo sabem quem criou as variações que estão alí executando, sem nenhuma preocupação em assasinar as obras dos balltes de repertório.
No contemporâneo, a coisa é mais preocupante ...é uma mistura de double-pirouttes, com cair no chão, contrair, girar, se elevar e sair num galope e fazer um grand jeté, que fico pensando .... onde foi parar o professor disso ?
Responsabilidade com o que se produz, com o que se orienta. Talvez por isso algumas áreas do conhecimento e produçao humana, ganham credibilidade e respeito em nossa cultura, e nós, ficamos manquitolando.
 Desculpem o desabafo

Abraços a Todos

Chris Frauzino
Professora, bailarina-artísta e pesquisadora. Integrante do Grupo Empreza Perfornaces - GOIÂNIA-GO.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Histeria generalizada</p>
<p>Olá a todos.<br />
A histéria nos festivais de dança, está se tornando algo repudiado pelos jurados, que não suportam a gritatria enquanto tentam assistir e avaliar ao mensmo tempo.<br />
Fui produtora cultural e executiva do 8o FESTDANÇA- Goiânia/Go, e tivemos o mesmo problema com histeria, e em Indaiatuba-SP, em junho de 2008, as mesmas reclamações. Essa é  a &#8220;galera&#8221; , presente como público nesses festivais. Os festivais  de dança em sua maioria, agrengam sua própria comunidade &#8211; professores, alunos.<br />
Esses eventos, tem sua importância como estimuladores da área da dança, mesmo que haja intermináveis equívocos, principalmente quando se pensa em Debates teóricos-reflexivos.<br />
Dançar não é só dançar , e é isso aí &#8211; se for para não sermos responsáveis como professores-formadores e artístas contemporâneos (seja clássico ou contemporâneo), então vamos dançar o CREU, o CHUPA QUE É DE UVA, e por aí afora.  A DANÇA &#8211; como arte é um campo de atividade corporal, de corpos que pensam, que estão conectados com o intelecto e este com seu próprio tempo.<br />
Se não for para se pensar a dança como categoria da Arte, vamos começar a dar aulas em boites, no Programa do Faustão, na abertura das novelas, ou mesmo , dançar a dois numa sexta-feira, ouvindo boa música e degustando o petisco preferido.<br />
Há sim diferença entre cultura e entretenimento.<br />
Hoje, o que vejo nesses festivais, é uma disputa de egos, mega-inflados, dos coreógrafos envaidecidos com seus pupilos extraordinários. Observo de perto e percebo, que não sabem o que estão fazendo, e penso que ver Daine dos Santos é mais divertido, pois é pura habilidade técnica, o que já foi colocado por Cecília Kerche ao bailarinos em Indaiatuba no ano de 2007.<br />
Esse jovens,nem mesmo sabem quem criou as variações que estão alí executando, sem nenhuma preocupação em assasinar as obras dos balltes de repertório.<br />
No contemporâneo, a coisa é mais preocupante &#8230;é uma mistura de double-pirouttes, com cair no chão, contrair, girar, se elevar e sair num galope e fazer um grand jeté, que fico pensando &#8230;. onde foi parar o professor disso ?<br />
Responsabilidade com o que se produz, com o que se orienta. Talvez por isso algumas áreas do conhecimento e produçao humana, ganham credibilidade e respeito em nossa cultura, e nós, ficamos manquitolando.<br />
 Desculpem o desabafo</p>
<p>Abraços a Todos</p>
<p>Chris Frauzino<br />
Professora, bailarina-artísta e pesquisadora. Integrante do Grupo Empreza Perfornaces &#8211; GOIÂNIA-GO.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Rosane Campello</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/08/25/veni-vidi-vici-colunista-sobrevive-a-maratona-de-joinville/8735/comment-page-1#comment-17880</link>
		<dc:creator>Rosane Campello</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 22:18:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://idanca.net/?p=8735&#038;lang=pt-br#comment-17880</guid>
		<description>QUERIDA Tereza,
quanto prazer em achar esse texto,com uma poesia imbutida em cada parágrafo,em cada preocupada descrição...como é bom conhecê-la e , como num instante mágico, imaginá-la falando cada palavra dessas numa mais que potente aula (como as que pude saborear na pós) ou numa poética palestra (como a que pude saborear em Friburgo)... que incentivo  brota do seu texto , que borbulha, que fagulha,que bom. um grande e afetuoso abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>QUERIDA Tereza,<br />
quanto prazer em achar esse texto,com uma poesia imbutida em cada parágrafo,em cada preocupada descrição&#8230;como é bom conhecê-la e , como num instante mágico, imaginá-la falando cada palavra dessas numa mais que potente aula (como as que pude saborear na pós) ou numa poética palestra (como a que pude saborear em Friburgo)&#8230; que incentivo  brota do seu texto , que borbulha, que fagulha,que bom. um grande e afetuoso abraço!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Clarissa Cappellari</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/08/25/veni-vidi-vici-colunista-sobrevive-a-maratona-de-joinville/8735/comment-page-1#comment-17690</link>
		<dc:creator>Clarissa Cappellari</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 14:01:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://idanca.net/?p=8735&#038;lang=pt-br#comment-17690</guid>
		<description>Olá Thereza, tudo bem? Nos conhecemos em Joinville, onde você era jurada nas categorias que eu competi (Grupo Soma03 - Curitiba). Lendo esse texto, posso imaginar ela na frente do computador gesticulando para ela mesmo enquanto o escrevia. 

Thereza era uma jurada &#039;caloura&#039; no meio de outras que já são bem conhecidas pelo público participante desse festival. Nas reuniões que os grupos participantes tinham com os jurados no dia seguinte as suas apresentações, Thereza sempre abordava questões muito pertinentes à dança de um modo geral, algumas até citadas nessa sua coluna. 
Essas reuniões são fantásticas! Elas são um belo espaço onde coreógrafos, bailarinos e diretores de academias podem trocar idéias sobre um assunto comum. Muitas coisas importantes são ditas ali, mas ainda fica claro que algumas pessoas que não foram premiadas não comparecem às reuniões para não ouvir criticas e sugestões, que, justamente são feitas para o amadurecimento do trabalho desenvolvido.

Thereza teve o cuidado de escrever um texto depois do primeiro dia de competição e entregar uma cópia para cada grupo. Gostaria que a Thereza postasse aqui no idanca ou me envasse por e-mail esse texto, pois, como estudante de um curso superior em dança, tenho muito interesse nesse material.

É isso aí Thereza, poste mais vezes no idanca. Nós agradecemos!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Thereza, tudo bem? Nos conhecemos em Joinville, onde você era jurada nas categorias que eu competi (Grupo Soma03 &#8211; Curitiba). Lendo esse texto, posso imaginar ela na frente do computador gesticulando para ela mesmo enquanto o escrevia. </p>
<p>Thereza era uma jurada &#8216;caloura&#8217; no meio de outras que já são bem conhecidas pelo público participante desse festival. Nas reuniões que os grupos participantes tinham com os jurados no dia seguinte as suas apresentações, Thereza sempre abordava questões muito pertinentes à dança de um modo geral, algumas até citadas nessa sua coluna.<br />
Essas reuniões são fantásticas! Elas são um belo espaço onde coreógrafos, bailarinos e diretores de academias podem trocar idéias sobre um assunto comum. Muitas coisas importantes são ditas ali, mas ainda fica claro que algumas pessoas que não foram premiadas não comparecem às reuniões para não ouvir criticas e sugestões, que, justamente são feitas para o amadurecimento do trabalho desenvolvido.</p>
<p>Thereza teve o cuidado de escrever um texto depois do primeiro dia de competição e entregar uma cópia para cada grupo. Gostaria que a Thereza postasse aqui no idanca ou me envasse por e-mail esse texto, pois, como estudante de um curso superior em dança, tenho muito interesse nesse material.</p>
<p>É isso aí Thereza, poste mais vezes no idanca. Nós agradecemos!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: jaime prado</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/08/25/veni-vidi-vici-colunista-sobrevive-a-maratona-de-joinville/8735/comment-page-1#comment-17223</link>
		<dc:creator>jaime prado</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2008 15:56:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://idanca.net/?p=8735&#038;lang=pt-br#comment-17223</guid>
		<description>olá&lt;strong&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;teresa tudo bem.olha não tenho palavras para esplicar o que voçe fez comigo.só tenho a certeza de que cai no inferno de para-quedas e adorei!!!!voçe é super demais e agradeço por ter tido a chance de ter te conhecido.obrigado por tudo obs:quando tiver tempo me liga </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>olá<strong><em> </em></strong>teresa tudo bem.olha não tenho palavras para esplicar o que voçe fez comigo.só tenho a certeza de que cai no inferno de para-quedas e adorei!!!!voçe é super demais e agradeço por ter tido a chance de ter te conhecido.obrigado por tudo obs:quando tiver tempo me liga</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Amanda Queirós</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/08/25/veni-vidi-vici-colunista-sobrevive-a-maratona-de-joinville/8735/comment-page-1#comment-17123</link>
		<dc:creator>Amanda Queirós</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2008 02:44:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://idanca.net/?p=8735&#038;lang=pt-br#comment-17123</guid>
		<description>Eu sonho com o dia em que as academias de dança vão entender que a tarefa delas não é só ensinar passos. O problema é que a maioria adota procedimentos de treino desportivo achando que está passando adiante um pouco de saber artístico. Se esforçar ao máximo para conseguir fazer cinco piruetas consecutivas (e com isso ganhar uma &quot;ôla&quot; da arena de Joinville, por exemplo) é muito parecido com alcançar os 7,04 m de Maureen Maggi. Então, o que diferencia essas duas esferas? 
Não acho que isso desmereça o virtuosismo. Apenas acho que a dança posta em Joinville apresenta apenas uma das possibilidades em que tal corpo virtuoso pode ser aplicado. Todo &quot;pensamento único&quot; é meio burro. Logo, prender-se a um só caminho soa rasteiro demais para algo que se propõe a ser arte. 
Saber que o Festival de Joinville começa a tomar rédeas apontando para novos rumos me alegra muito porque eu sei, por experiência própria, o impacto que uma novidade minimamente interessante pode ter na vida de um bailarino em formação. A paixão adolescente pela dança tem força suficiente para fazer com que esse sujeito-dançante abra seus próprios caminhos mesmo sem a presença de alguém como guiando direto. Nisso, concordo com a Thereza que o indivíduo ganha horrores quando se torna professor de si mesmo. Não podemos nunca subestimar a potência disso. O que não podemos fazer é achar que ter só essa esfera contemplada já é suficiente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sonho com o dia em que as academias de dança vão entender que a tarefa delas não é só ensinar passos. O problema é que a maioria adota procedimentos de treino desportivo achando que está passando adiante um pouco de saber artístico. Se esforçar ao máximo para conseguir fazer cinco piruetas consecutivas (e com isso ganhar uma &#8220;ôla&#8221; da arena de Joinville, por exemplo) é muito parecido com alcançar os 7,04 m de Maureen Maggi. Então, o que diferencia essas duas esferas?<br />
Não acho que isso desmereça o virtuosismo. Apenas acho que a dança posta em Joinville apresenta apenas uma das possibilidades em que tal corpo virtuoso pode ser aplicado. Todo &#8220;pensamento único&#8221; é meio burro. Logo, prender-se a um só caminho soa rasteiro demais para algo que se propõe a ser arte.<br />
Saber que o Festival de Joinville começa a tomar rédeas apontando para novos rumos me alegra muito porque eu sei, por experiência própria, o impacto que uma novidade minimamente interessante pode ter na vida de um bailarino em formação. A paixão adolescente pela dança tem força suficiente para fazer com que esse sujeito-dançante abra seus próprios caminhos mesmo sem a presença de alguém como guiando direto. Nisso, concordo com a Thereza que o indivíduo ganha horrores quando se torna professor de si mesmo. Não podemos nunca subestimar a potência disso. O que não podemos fazer é achar que ter só essa esfera contemplada já é suficiente.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Rodrigo Gondim</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/08/25/veni-vidi-vici-colunista-sobrevive-a-maratona-de-joinville/8735/comment-page-1#comment-16995</link>
		<dc:creator>Rodrigo Gondim</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 18:15:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://idanca.net/?p=8735&#038;lang=pt-br#comment-16995</guid>
		<description>Olá Thereza,
Fico imensamente feliz em ouvir suas palavras. De perceber que seu valioso conhecimento faz de você uma pessoa capaz de im.pro.visar. Capaz de ser sutil e simples em um lugar onde tudo é &quot;grandioso&quot;(pelo menos no tamanho). Com você aprendi (desenvolvi) a minha noção de valor. Como educadora me auxiliou no processo de desenvolvimento do meu ser criador. E, hoje, fico orgulhoso de ver que o seu trabalho é tão valoroso para o &quot;mundo das artes&quot;. Porque aqueles corpos que dançaram naquele palco não simplesmente brotaram do nada. Eles foram desenvolvidos. Por pessoas como você e tantos outros, que pesquisam &quot;o como&quot; fazer. Por isso todas essas pessoas são importantes. Essas pessoas estam lá. Até as que nunca vimos, estavam lá. No palco. Romário, Hitler, Nietzsche, Pelé, Thereza, Einstein, Chaplin, etc. Todos nós estávamos lá. E também aqui. Pesquisando, estudando, produzindo, dançando, compondo, pintando, escrevendo...para que tudo aquilo faça sentido.

Fico agradecido de ter tido você como professora.
De ver com que sensibilidade você encara aquele &quot;parque de diversões&quot;.
E que todas a piruetas e pernas altas continuem sendo feitas. E que todos os textos sobre piruetas sejam escritos. E que todas as pessoas: altas, baixas, gordas, magras, bonitas, feias, intelectuais ou não continuam fazendo arte. Pois, no fim, a arte não existe; só existem artistas.
beijos.
Rodrigo Gondim </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Thereza,<br />
Fico imensamente feliz em ouvir suas palavras. De perceber que seu valioso conhecimento faz de você uma pessoa capaz de im.pro.visar. Capaz de ser sutil e simples em um lugar onde tudo é &#8220;grandioso&#8221;(pelo menos no tamanho). Com você aprendi (desenvolvi) a minha noção de valor. Como educadora me auxiliou no processo de desenvolvimento do meu ser criador. E, hoje, fico orgulhoso de ver que o seu trabalho é tão valoroso para o &#8220;mundo das artes&#8221;. Porque aqueles corpos que dançaram naquele palco não simplesmente brotaram do nada. Eles foram desenvolvidos. Por pessoas como você e tantos outros, que pesquisam &#8220;o como&#8221; fazer. Por isso todas essas pessoas são importantes. Essas pessoas estam lá. Até as que nunca vimos, estavam lá. No palco. Romário, Hitler, Nietzsche, Pelé, Thereza, Einstein, Chaplin, etc. Todos nós estávamos lá. E também aqui. Pesquisando, estudando, produzindo, dançando, compondo, pintando, escrevendo&#8230;para que tudo aquilo faça sentido.</p>
<p>Fico agradecido de ter tido você como professora.<br />
De ver com que sensibilidade você encara aquele &#8220;parque de diversões&#8221;.<br />
E que todas a piruetas e pernas altas continuem sendo feitas. E que todos os textos sobre piruetas sejam escritos. E que todas as pessoas: altas, baixas, gordas, magras, bonitas, feias, intelectuais ou não continuam fazendo arte. Pois, no fim, a arte não existe; só existem artistas.<br />
beijos.<br />
Rodrigo Gondim </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Antero da Cunha e Silva Filho (Faculdade de Artes do Paraná - 4º Ano Dança Bacharelado - Licenciatura)</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/08/25/veni-vidi-vici-colunista-sobrevive-a-maratona-de-joinville/8735/comment-page-1#comment-16932</link>
		<dc:creator>Antero da Cunha e Silva Filho (Faculdade de Artes do Paraná - 4º Ano Dança Bacharelado - Licenciatura)</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 15:04:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://idanca.net/?p=8735&#038;lang=pt-br#comment-16932</guid>
		<description>&lt;strong&gt;Antero da Cunha e Silva Filho 4º Ano Dança (Bacharelado – Licenciatura)&lt;/strong&gt;
&lt;strong&gt;Comentário sobre o texto:&lt;/strong&gt;
&lt;strong&gt;Vini, Vidi, Vici: colunista sobrevive à maratona de Joinville:&lt;/strong&gt;
&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;
O texto de Thereza Rocha abarca diferentes pontos de indubitável relevância dentro do Festival de Dança de Joinville, entre os quais se pôde selecionar vários para o exercício desta escrita acadêmica. Os pontos os quais enxergo serem de suma importância são: o fato de praticar em sala de aula, um pensamento em Dança, a técnica e a estética como filosofia, fomentar no aluno sua autonomia, etc.
Inicio este texto mencionando a opinião que ao longo dos meus onze anos de estudos de Dança formei, e que adquiri com as experiências vivenciadas dentro do Festival de Dança de Joinville, no qual estive inclusive neste ano por sete dias. Pode-se verificar com clareza, que dentro do Festival há um esforço de alguma das partes em tornar o Festival, não apenas um festival competitivo, ou um momento no ano no qual, os alunos possam fazer cursos, mas um momento no qual se possam ser discutidos os assuntos os quais a Dança esteja emergindo, ou da própria prática artística, ou mesmo discussões teóricas, as quais não estão separadas, mas unidas e inter-relacionadas.
Vejo como brilhante a iniciativa do festival em organizar um Seminário de Dança no qual, tanto artistas em formação, professores, coreógrafos, pesquisadores, e amadores podem inscrever-se para se aperfeiçoarem, para escutar outros profissionais e suas pesquisas, as quais podem despertar em muitos a vontade de conhecer algo mais, além do que já conhecem.
“Arte não se compete”, entendo a arte desta maneira; mas como professor de Técnica da Dança Clássica, e graduando em Dança da Faculdade de Artes do Paraná neste ano, percebo que muitas vezes, um festival como o de Joinville é o momento de levarmos nossos alunos não só para apresentar os trabalhos desenvolvidos, mas para que os alunos possam vivenciar mais intensamente o universo da Dança, de forma que possam se relacionar com outros participantes, trocar informações, assistir a palestras, fazer cursos, e mesmo comprar materiais para a prática teórico-artística. 
Muitas vezes nas cidades de onde os 2.500.000 visitantes do festival vem, conforme Thereza Rocha cita, não se tem a oportunidade nem de assistir, e muito menos de apresentar trabalhos, às vezes por falta de pauta em um teatro, ou às vezes por dificuldades financeiras, colocando nos festivais a única possibilidade de apresentar um trabalho, que muitas vezes se desenvolve com um ano de antecedência para que o nível de qualidade esteja suficientemente bom para ser apresentado em um festival competitivo, de acordo com a proposta estética mais ou menos, definida por cada festival.
De acordo com os pontos de relevância mencionados anteriormente, comentarei de início o fazer em sala de aula imbuído de um pensamento em Dança. Para nós que estudamos a Dança, não só com um curso técnico profissionalizante para formação de bailarino profissional, como eu fiz, mas a formação acadêmica em Dança (Bacharelado e Licenciatura), a qual estou concluindo neste ano, é impossível falar de uma prática educacional sem um pensamento.
 É necessário se ter não só um pensamento, mas vários pensamentos que norteiem a prática educacional para que o aprendizado se dê de forma eficiente, possibilitando ao aluno poder desenvolver-se sem que o professor esteja ao seu lado, mas dando ao aluno ferramentas para este desenvolvimento, o qual acontecerá se for da vontade do aluno buscar e aperfeiçoar os conhecimentos compartilhados. Com relação à técnica e a estética como filosofia, não se pode generalizar que todo ensino em Dança esteja primando a estética (beleza), e a técnica como fim. A Dança Clássica tem por objetivo a beleza estética e a técnica, mas não acredito serem os únicos meios para um ensino efetivo, existem outras formas de desenvolver no aluno o conhecimento de seu próprio corpo, e o desenvolvimento de cada uma de suas habilidades motoras sem que se use a técnica como meio. 
Com relação a fomentar a autonomia, cabe ao professor (orientador) não utilizar de métodos nos quais o aluno só faça o que está sendo pedido sob pressão psicológica, ou mesmo presença do professor, o que acarreta uma dependência física e emocional com o professor, o qual não estará em todos os momentos da vida, ao lado de seu aluno. A autonomia no aluno é qualidade fundamental em um futuro artista da Dança em formação, pois quando profissional terá de tomar suas próprias decisões, fazer suas próprias escolhas e ainda ter consciência suficiente para trabalhar com seu próprio corpo sem uma orientação tão de perto, como no período de formação.
Concluo meu comentário com uma questão que fica, mesmo depois da leitura do texto, e depois de minha análise. Mesmo acreditando que “Arte não se compete”, como educar um aluno, levando-o para festivais de Dança que são competitivos (mesmo acreditando que a competição não é a única forma de mostrar um trabalho desenvolvido), com um mercado de trabalho em Dança principalmente dentro das companhias de dança profissionais, extremamente competitivo?
 
 
 </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Antero da Cunha e Silva Filho 4º Ano Dança (Bacharelado – Licenciatura)</strong><br />
<strong>Comentário sobre o texto:</strong><br />
<strong>Vini, Vidi, Vici: colunista sobrevive à maratona de Joinville:</strong><br />
<strong> </strong><br />
O texto de Thereza Rocha abarca diferentes pontos de indubitável relevância dentro do Festival de Dança de Joinville, entre os quais se pôde selecionar vários para o exercício desta escrita acadêmica. Os pontos os quais enxergo serem de suma importância são: o fato de praticar em sala de aula, um pensamento em Dança, a técnica e a estética como filosofia, fomentar no aluno sua autonomia, etc.<br />
Inicio este texto mencionando a opinião que ao longo dos meus onze anos de estudos de Dança formei, e que adquiri com as experiências vivenciadas dentro do Festival de Dança de Joinville, no qual estive inclusive neste ano por sete dias. Pode-se verificar com clareza, que dentro do Festival há um esforço de alguma das partes em tornar o Festival, não apenas um festival competitivo, ou um momento no ano no qual, os alunos possam fazer cursos, mas um momento no qual se possam ser discutidos os assuntos os quais a Dança esteja emergindo, ou da própria prática artística, ou mesmo discussões teóricas, as quais não estão separadas, mas unidas e inter-relacionadas.<br />
Vejo como brilhante a iniciativa do festival em organizar um Seminário de Dança no qual, tanto artistas em formação, professores, coreógrafos, pesquisadores, e amadores podem inscrever-se para se aperfeiçoarem, para escutar outros profissionais e suas pesquisas, as quais podem despertar em muitos a vontade de conhecer algo mais, além do que já conhecem.<br />
“Arte não se compete”, entendo a arte desta maneira; mas como professor de Técnica da Dança Clássica, e graduando em Dança da Faculdade de Artes do Paraná neste ano, percebo que muitas vezes, um festival como o de Joinville é o momento de levarmos nossos alunos não só para apresentar os trabalhos desenvolvidos, mas para que os alunos possam vivenciar mais intensamente o universo da Dança, de forma que possam se relacionar com outros participantes, trocar informações, assistir a palestras, fazer cursos, e mesmo comprar materiais para a prática teórico-artística.<br />
Muitas vezes nas cidades de onde os 2.500.000 visitantes do festival vem, conforme Thereza Rocha cita, não se tem a oportunidade nem de assistir, e muito menos de apresentar trabalhos, às vezes por falta de pauta em um teatro, ou às vezes por dificuldades financeiras, colocando nos festivais a única possibilidade de apresentar um trabalho, que muitas vezes se desenvolve com um ano de antecedência para que o nível de qualidade esteja suficientemente bom para ser apresentado em um festival competitivo, de acordo com a proposta estética mais ou menos, definida por cada festival.<br />
De acordo com os pontos de relevância mencionados anteriormente, comentarei de início o fazer em sala de aula imbuído de um pensamento em Dança. Para nós que estudamos a Dança, não só com um curso técnico profissionalizante para formação de bailarino profissional, como eu fiz, mas a formação acadêmica em Dança (Bacharelado e Licenciatura), a qual estou concluindo neste ano, é impossível falar de uma prática educacional sem um pensamento.<br />
 É necessário se ter não só um pensamento, mas vários pensamentos que norteiem a prática educacional para que o aprendizado se dê de forma eficiente, possibilitando ao aluno poder desenvolver-se sem que o professor esteja ao seu lado, mas dando ao aluno ferramentas para este desenvolvimento, o qual acontecerá se for da vontade do aluno buscar e aperfeiçoar os conhecimentos compartilhados. Com relação à técnica e a estética como filosofia, não se pode generalizar que todo ensino em Dança esteja primando a estética (beleza), e a técnica como fim. A Dança Clássica tem por objetivo a beleza estética e a técnica, mas não acredito serem os únicos meios para um ensino efetivo, existem outras formas de desenvolver no aluno o conhecimento de seu próprio corpo, e o desenvolvimento de cada uma de suas habilidades motoras sem que se use a técnica como meio.<br />
Com relação a fomentar a autonomia, cabe ao professor (orientador) não utilizar de métodos nos quais o aluno só faça o que está sendo pedido sob pressão psicológica, ou mesmo presença do professor, o que acarreta uma dependência física e emocional com o professor, o qual não estará em todos os momentos da vida, ao lado de seu aluno. A autonomia no aluno é qualidade fundamental em um futuro artista da Dança em formação, pois quando profissional terá de tomar suas próprias decisões, fazer suas próprias escolhas e ainda ter consciência suficiente para trabalhar com seu próprio corpo sem uma orientação tão de perto, como no período de formação.<br />
Concluo meu comentário com uma questão que fica, mesmo depois da leitura do texto, e depois de minha análise. Mesmo acreditando que “Arte não se compete”, como educar um aluno, levando-o para festivais de Dança que são competitivos (mesmo acreditando que a competição não é a única forma de mostrar um trabalho desenvolvido), com um mercado de trabalho em Dança principalmente dentro das companhias de dança profissionais, extremamente competitivo?<br />
 <br />
 <br />
 </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Isabel Etges</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/08/25/veni-vidi-vici-colunista-sobrevive-a-maratona-de-joinville/8735/comment-page-1#comment-16862</link>
		<dc:creator>Isabel Etges</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 21:59:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://idanca.net/?p=8735&#038;lang=pt-br#comment-16862</guid>
		<description>Sandra,
eu disse: &quot;A dança pode ser e é uma área de conhecimento, certo? Se positivo, a dança é sim para “se ficar discutindo, filosofando, divagando…”
Se isto não ocorre a dança pára no tempo, como ainda vemos - e muito - nas mostras competitivas do maior festival de dança do Brasil e da América Latina&quot;.

Eu generalizei alguma coisa? Disse que ainda se vê obras de dança (não só do clássico. quem disse que eu me referi ao ballet clássico?) que ainda se apegam a clichês/modelos tradicionalistas e fazem isso inconscientemente, entende?

Por favor! Em momento algum disse que a técnica do ballet não evoluiu e não possui novos pensamentos!

Vamos separar o que é generalização de um fato e um comentário condicional, se é que fui clara...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sandra,<br />
eu disse: &#8220;A dança pode ser e é uma área de conhecimento, certo? Se positivo, a dança é sim para “se ficar discutindo, filosofando, divagando…”<br />
Se isto não ocorre a dança pára no tempo, como ainda vemos &#8211; e muito &#8211; nas mostras competitivas do maior festival de dança do Brasil e da América Latina&#8221;.</p>
<p>Eu generalizei alguma coisa? Disse que ainda se vê obras de dança (não só do clássico. quem disse que eu me referi ao ballet clássico?) que ainda se apegam a clichês/modelos tradicionalistas e fazem isso inconscientemente, entende?</p>
<p>Por favor! Em momento algum disse que a técnica do ballet não evoluiu e não possui novos pensamentos!</p>
<p>Vamos separar o que é generalização de um fato e um comentário condicional, se é que fui clara&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Ligia Aparecida Telles</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/08/25/veni-vidi-vici-colunista-sobrevive-a-maratona-de-joinville/8735/comment-page-1#comment-16657</link>
		<dc:creator>Ligia Aparecida Telles</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 10:05:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://idanca.net/?p=8735&#038;lang=pt-br#comment-16657</guid>
		<description>Acho que a autora deveria ser mais clara em seu texto. Para um simples mortal, é muito difícil acompanhar as divagações filosóficas e literárias dela. Deste jeito, ela própria está colocando uma barreira entre os bailarinos e os pesquisadores. 

Pelo que pude absorver, seu objetivo foi, entre outros, criticar a falta de interesse dos mestres em ensinar, de verdade, a dança. Nisso, concordo com ela, pois ao ensinar todo o segredo, eles estarão criando competidores para eles próprios no disputado mercado de trabalho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que a autora deveria ser mais clara em seu texto. Para um simples mortal, é muito difícil acompanhar as divagações filosóficas e literárias dela. Deste jeito, ela própria está colocando uma barreira entre os bailarinos e os pesquisadores. </p>
<p>Pelo que pude absorver, seu objetivo foi, entre outros, criticar a falta de interesse dos mestres em ensinar, de verdade, a dança. Nisso, concordo com ela, pois ao ensinar todo o segredo, eles estarão criando competidores para eles próprios no disputado mercado de trabalho.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: diego dantas</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/08/25/veni-vidi-vici-colunista-sobrevive-a-maratona-de-joinville/8735/comment-page-1#comment-16428</link>
		<dc:creator>diego dantas</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 23:40:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://idanca.net/?p=8735&#038;lang=pt-br#comment-16428</guid>
		<description>Olá Tereza Rocha,parabéns pelo texto,pela indagação. Inicio acreditando que a dança é o que é para cada um. Acho importantíssima a conversa sadia para os que a desejam. (em todas as esferas)
Aproximando de minha indagação, aponto a necessidade de maior aproximação dos pensamentos, escritas e demais produções da práticaem dança. Não entendam como negativa ao texto, muito pelo contrário. Percebo que, como anteriormente abordado, fazero que é de sentido próprio, e não o que se pede que faça.
Esquecer de si? da efemeridade? Lembrar de que? de nós? do que somos? brasileiros? europeus? vibrantes?
enfim.
me permito o questionamento a partir deste maravilhoso texto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Tereza Rocha,parabéns pelo texto,pela indagação. Inicio acreditando que a dança é o que é para cada um. Acho importantíssima a conversa sadia para os que a desejam. (em todas as esferas)<br />
Aproximando de minha indagação, aponto a necessidade de maior aproximação dos pensamentos, escritas e demais produções da práticaem dança. Não entendam como negativa ao texto, muito pelo contrário. Percebo que, como anteriormente abordado, fazero que é de sentido próprio, e não o que se pede que faça.<br />
Esquecer de si? da efemeridade? Lembrar de que? de nós? do que somos? brasileiros? europeus? vibrantes?<br />
enfim.<br />
me permito o questionamento a partir deste maravilhoso texto.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Sandra Mendes</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/08/25/veni-vidi-vici-colunista-sobrevive-a-maratona-de-joinville/8735/comment-page-1#comment-16417</link>
		<dc:creator>Sandra Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 18:19:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://idanca.net/?p=8735&#038;lang=pt-br#comment-16417</guid>
		<description>Eu achei o texto da Thereza um pouco difícil de se entender, e não é por preguiça de ler ou dificuldade de entender simplesmente, pois além de ser bailarina, faço faculdade de filosofia. Tem muitos termos que são verdadeiros clichês, muito usados pelos críticos de dança do Rio de Janeiro. Talvez por essas razões não ficou totalmente claro pra mim qual foi realmente o resultado deste seminário.  Acho que deve ter sido&quot;o que se fazer com a técnica&quot;. Bom, me parece mais do que óbvio que a técnica está aí para servir de instrumento para o bailarino poder se expressar. Pra quê discutir isso? E será mesmo que a dança ficou parada no tempo como escreveu a Isabel num texto acima? Bom, ela se refere a dança clássica, claro. É uma falta de cultura de ballet escrever isso, pois esta técnica vem evoluindo a cada dia, com novos pensamentos, novas possibilidades, novas pessoas executando, etc. Na dúvida vejam os vídeos de ballets desde o início do século passado até os dias de hoje´, pois assim se percebe claramente como esta técnica vem evoluindo, e não está &quot;parada no tempo&quot; como muita gente teima em dizer. Um absurdo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu achei o texto da Thereza um pouco difícil de se entender, e não é por preguiça de ler ou dificuldade de entender simplesmente, pois além de ser bailarina, faço faculdade de filosofia. Tem muitos termos que são verdadeiros clichês, muito usados pelos críticos de dança do Rio de Janeiro. Talvez por essas razões não ficou totalmente claro pra mim qual foi realmente o resultado deste seminário.  Acho que deve ter sido&#8221;o que se fazer com a técnica&#8221;. Bom, me parece mais do que óbvio que a técnica está aí para servir de instrumento para o bailarino poder se expressar. Pra quê discutir isso? E será mesmo que a dança ficou parada no tempo como escreveu a Isabel num texto acima? Bom, ela se refere a dança clássica, claro. É uma falta de cultura de ballet escrever isso, pois esta técnica vem evoluindo a cada dia, com novos pensamentos, novas possibilidades, novas pessoas executando, etc. Na dúvida vejam os vídeos de ballets desde o início do século passado até os dias de hoje´, pois assim se percebe claramente como esta técnica vem evoluindo, e não está &#8220;parada no tempo&#8221; como muita gente teima em dizer. Um absurdo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Sacha Witkowskis</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/08/25/veni-vidi-vici-colunista-sobrevive-a-maratona-de-joinville/8735/comment-page-1#comment-16370</link>
		<dc:creator>Sacha Witkowskis</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 16:22:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://idanca.net/?p=8735&#038;lang=pt-br#comment-16370</guid>
		<description>Muito saudável o seu texto Thereza, estive agora em Florianópolis com Vera Torres e Jussara Xavier e tive uma prévia do que foi este Seminário. Penso que esta ação interfere positivamente na educação e formação de um bailarino que não deve ficar somente em uma sala de aula se movimentando, suas palavras me soam como um tambor que o som fica em nossas mentes durante muito tempo - Que bom!
Agora, o bailarino jovem tem sim que se entusiasmar com Festivais deste porte e proposta, o que não pode ser dito e pensado mais nesta altura de discussão em dança no país, que a dança não poderá ficar no campo da discussão. Que isso! Mas são estas palavras que fundamenta ainda mais o texto de Thereza.
Mais uma vez, parabéns pelo pensamento e que seu tempo não te tome mais e que vc escreva muito neste sítio que é muito valioso para TODOS nós.
Abraços
Sacha Witkowski - Diretor do Festival Diagnóstico da Dança</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito saudável o seu texto Thereza, estive agora em Florianópolis com Vera Torres e Jussara Xavier e tive uma prévia do que foi este Seminário. Penso que esta ação interfere positivamente na educação e formação de um bailarino que não deve ficar somente em uma sala de aula se movimentando, suas palavras me soam como um tambor que o som fica em nossas mentes durante muito tempo &#8211; Que bom!<br />
Agora, o bailarino jovem tem sim que se entusiasmar com Festivais deste porte e proposta, o que não pode ser dito e pensado mais nesta altura de discussão em dança no país, que a dança não poderá ficar no campo da discussão. Que isso! Mas são estas palavras que fundamenta ainda mais o texto de Thereza.<br />
Mais uma vez, parabéns pelo pensamento e que seu tempo não te tome mais e que vc escreva muito neste sítio que é muito valioso para TODOS nós.<br />
Abraços<br />
Sacha Witkowski &#8211; Diretor do Festival Diagnóstico da Dança</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

