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O ator e diretor de teatro Celso Frateschi deixou a presidência da Funarte na segunda-feira (6/10). O pedido de afastamento foi feito por carta enviada ao ministro da Cultura, Juca Ferreira. Frateschi estava à frente da Funarte desde 2007, quando substituiu o também ator Antônio Grassi.
O ex-presidente pede afastamento dois dias depois de o Segundo Caderno, do jornal O Globo, publicar reportagem sobre um parecer técnico dado em tempo recorde a um projeto do grupo de teatro Ágora, fundado por Frateschi e dirigido por sua mulher.
Clique aqui para ler a íntegra da carta enviada por Celso Frateschi ao ministro da Cultura, Juca Ferreira.





Um gestor de órgão público não deveria se envolver em
concorrências deste tipo. Isto é anti-ético. Deve ser apurado pelos órgãos competentes.
Além disso, circula na Internet o manifesto dos servidores da Funarte que denuncia o autoritarismo, truculência e maquiavelismo do ex-diretor executivo Pedro Braz “cérebro” da gestão Frateschi. Aliás, logo que eles assumiram, ficaram três meses no gabinete, de portas fechadas (se é que estavam lá), sem nada produzir. Depois ficaram culpando a greve dos servidores pelo atraso na aprovação dos projetos!
Frateschi já vai tarde. Se afastou dos artistas, do Ministério e dos servidores da própria instituição que presidia. Achou que estava acima do bem e do mal. Ele e Pedro Braz, seu braço direito, fizeram a pior gestão da Funarte. Que não consigam destroçar mais nenhum órgão público neste país!
Não sou servidora pública, portanto não me sinto suspeita em falar sobre a gestão Frateschi e Pedro Braz - dupla conhecida como Mussolini e Goebels. Fui prestadora de serviços na Funarte por algum tempo e testemunha desses desmandos, das agressões, do assédio moral sofrido pelos servidores. É lógico que, como toda repartição pública, existem aqueles que não trabalham, ou que trabalham pouco, mas, em sua maioria, os funcionários da Funarte são apaixonados pela instituição. Se lá não estão, a maioria está em outros serviços, complementando salários ou fugindo da administração truculenta que foi a do cego Frateschi e do arrogante e desequilibrado Pedro Braz. É triste, pois em tudo que leio sobre esse assunto, o Frateschi não fala de seu alter-ego, o Pedro Braz. Como pode um homem ter administrado mais de um ano uma empresa sem se dar conta do terror espalhado pelo seu imediato?
Portanto, por nada de útil ter feito, por ter deixado de investir todo dinheiro previsto no orçamento para gerar mais cultura e pelo ambiente de terror e tristeza gerado e instalado no Palácio Capanema e nos funcionários da Funarte:
Frateschi e Pedro Braz - Já vão tarde !
Na verdade, não deveriam nem ter chegado; esta que foi a pior gestão da Fundação Nacional de Artes.
O que me admira, são pessoas inteligentes falarem que tudo se resume a servidor q nao quer trabalhar. Ninguem se preocupa de favorecimento em edital, nem em assédio moral, nem em descaracterização de projetos, perda do dinheiro publico. Pelo amor de Deus, minha gente. Como em qualquer lugar existem bons e maus profissionais. Inclusive, já a muito tempo pra ser servidor publico é necessário no minimo participar de concurso publico ministrado pelas grandes empresas de vestibular. è dificil demais! Além de em alguns casos, apresentar n atestados e comprovação de experiencia. Alô, antes de jogarem pedra, por favor, informem-se!
E mais uma questão aos desinformados - Deem uma olhada no site do Ministerio da Cultura, para que vejam o que já foi feito em matéria de cultura em comunidades sem esperança, em resgate de cidadania e em desenvolvimento humano. O que foi feito para minimamente chegar alegria, diversão, arte e cultura em camadas que talvez muitos desconheçam como sobrevivem. Pois é! Aos que criticam, por favor, olhem em volta. Há muito o que fazer, mas não é jogando pedra que se constroi, mas planejando onde colocar cada uma dessas pedras. Nada contra Frateschi, pois nada me fez diretamente, mas deixou de fazer, E de ouvir, e de dizer.
Parabéns aos que continuam lutando apesar das adversidades, e que não ficam simplesmente olhando para o proprio umbigo.