Direção e coreografia: Andrea Maciel, Paulo Mendel Intérprete: Andrea Maciel Direção de fotografia e câmera: Guilherme Rodrigues Edição e making of: Lucas Rodrigues, Paulo Mendel
A videodança O sentido do prazer: movimento#2 foi produzida em 2007 por Andrea Maciel dentro do projeto coLABoratório. Neste sábado (6/12), o trabalho será exibido na 2ª edição do festival PLAY REC – II Festival Internacional de Videodança do Recife, que acontece até domingo.
Com o apoio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o PLAY REC tem como tema este ano a relação Corpo X Imagem. A seleção de vídeos se divide em programas como América Latina, Acervo Mariposa e Olhar Pernambuco, entre outros. Todas as exibições começam às 19h.
A programação do festival também inclui palestras e oficinas. Clique aqui para conferir todas as atividades do PLAY REC 2008.

Port
Adoro esse video! Super interessante como o corpo, video e musica se sincronizam nesse trabalho. Nenhum dos elementos sao mais importantes que outros. Thanks.
a Andreia sempre surpreendendo, gosto muito dos trabalho que ela desenvolve.
Gostei do vídeo, só não gosto do apelo ao nú!!! Não acho necessário estar sem roupa para passar o sentimento, a informação, a emoção…
Parabéns Andrea Maciel! A concepção e a ideía geradora deste trabalho em videodança são excelentes. A percepção do corpo nu dentro das possibilidades de um espaço falsamente vazio e caótico são primorosas. Sobre a nudez: de uma estética sensacional e não apelativa, tratando de forma natural ao corpo NU: Naturismo e arte se completam! Jorge Bandeira, naturista, historiador e especialista em história e crítica da arte. Conselheiro de cultura de Manaus-Am.
Gostei mto do vídeo e da performance da Andrea. Acho que devemos desmistificar o nú, mostrando à sociedade que, qdo estamos nús, tiramos nossas máscaras preconceituosas. A arte e o naturismo podem andar juntos para tratarmos o nú como a forma mais natural da vida.
Parabéns pelo trabalho!
O vídeo é muito interessante. A narrativa construída revela um sensível jogo de escalas… as medidas corpo e espaço dialogam e nossa matéria-corpo diante da performance da bailarina e da fita adesiva, tem uma experiência que não identifico no espaço cotidiano… justamento o espaço, vazio , grande, que nos envolve… simples e muito sensível! Parabéns