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	<title>Comments on: A escola como mediadora social </title>
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	<description>Dança Contemporânea no Brasil e no mundo</description>
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		<title>By: Patrícia Machado</title>
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		<dc:creator>Patrícia Machado</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 22:57:50 +0000</pubDate>
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		<description>Mais uma vez percebo que as discussões geradas a partir do texto são tão instigantes quanto ele.
Acredito que mais importante do que definir um estilo de dança que se relacione ao contexto cultural de crianças em Alagoas, seria pensar em uma dança também temporal e historicizada. Dessa forma, seu ensino contempla alunos como seres sociais, corpos/mentes em movimento e inseridos em um contexto multicultural. Talvez dessa forma os alunos tenham mais facilidade em relacionar as tradições de sua região com a dinâmica de seu mundo contemporâneo.
Patrícia Machado</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma vez percebo que as discussões geradas a partir do texto são tão instigantes quanto ele.<br />
Acredito que mais importante do que definir um estilo de dança que se relacione ao contexto cultural de crianças em Alagoas, seria pensar em uma dança também temporal e historicizada. Dessa forma, seu ensino contempla alunos como seres sociais, corpos/mentes em movimento e inseridos em um contexto multicultural. Talvez dessa forma os alunos tenham mais facilidade em relacionar as tradições de sua região com a dinâmica de seu mundo contemporâneo.<br />
Patrícia Machado</p>
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	<item>
		<title>By: Telma César Cavalcanti</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2009/03/19/a-escola-como-mediadora-social/9973/comment-page-1#comment-62427</link>
		<dc:creator>Telma César Cavalcanti</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 12:45:46 +0000</pubDate>
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		<description>Clayton, Luzia, Regina, Martha e Bruna,

Dialogo com todos vcs a um só tempo porque percebo que tocam em uma questão comum.
O que quero discutir no meu texto é exatamente a questão de que não importa qual dança se ensine, mas sim, como o material de um estilo, seus códigos específicos, são utilizados como meio para atingir questões mais amplas da educação da, pela, e em dança. Quero dizer com isto que, mesmo na opção por um estilo específico de dança, podemos desenvolver processos de ensino-aprendizado numa perspectiva contemporânea. Por isto me refiro ao COMO. O fato de me referir ao Coco diz respeito simplismente ao fato de partir de minha experiência para desenvolver a discussão. Do mesmo modo, acho importante pensar que o fato de optarmos por procedimentos como a improvisação por exemplo, não garante que tenhamos  processos de construção de conhecimento, de formação de sujeitos autônomos, conscientes de si e de seu lugar no mundo como seres integrais e integrados. Isto depende do COMO e é exatamente isto que trouxe para a discussão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Clayton, Luzia, Regina, Martha e Bruna,</p>
<p>Dialogo com todos vcs a um só tempo porque percebo que tocam em uma questão comum.<br />
O que quero discutir no meu texto é exatamente a questão de que não importa qual dança se ensine, mas sim, como o material de um estilo, seus códigos específicos, são utilizados como meio para atingir questões mais amplas da educação da, pela, e em dança. Quero dizer com isto que, mesmo na opção por um estilo específico de dança, podemos desenvolver processos de ensino-aprendizado numa perspectiva contemporânea. Por isto me refiro ao COMO. O fato de me referir ao Coco diz respeito simplismente ao fato de partir de minha experiência para desenvolver a discussão. Do mesmo modo, acho importante pensar que o fato de optarmos por procedimentos como a improvisação por exemplo, não garante que tenhamos  processos de construção de conhecimento, de formação de sujeitos autônomos, conscientes de si e de seu lugar no mundo como seres integrais e integrados. Isto depende do COMO e é exatamente isto que trouxe para a discussão.</p>
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	<item>
		<title>By: Marcos Campos</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2009/03/19/a-escola-como-mediadora-social/9973/comment-page-1#comment-62376</link>
		<dc:creator>Marcos Campos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 23:09:11 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Telma,
Gostei muito do texto. Penso da mesma forma. Como afirmado por outros comentários, em Minas Gerais não há muita diferença. Porém, o trabalho que vem sendo realizado em algumas escolas públicas e particulares em Belo Horizonte e região (cerca de 12 escolas) têm rendido frutos muito interessantes, como o Festival Intercolegial de Danças Populares Brasileiras. Apesar de ser baseado em projetos, nem tanto como conteúdo amplo, tratado no currículo destas escolas, para todos os alunos, esta realidade têm chamado a atenção de muitas pessoas e começa a render frutos bem interessantes. Alguns alunos destes grupos têm se tornado dançarinos profissionais, inclusive. Ainda é muito cedo para alicerçar considerações mais consistentes, mas há indicações bem interessantes sobre este fato.
Concordo completamente com suas angústias e comungo de todas elas. 
Espero poder dialogar mais contigo...
Grande abraço e boa sorte nas sua caminhada...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Telma,<br />
Gostei muito do texto. Penso da mesma forma. Como afirmado por outros comentários, em Minas Gerais não há muita diferença. Porém, o trabalho que vem sendo realizado em algumas escolas públicas e particulares em Belo Horizonte e região (cerca de 12 escolas) têm rendido frutos muito interessantes, como o Festival Intercolegial de Danças Populares Brasileiras. Apesar de ser baseado em projetos, nem tanto como conteúdo amplo, tratado no currículo destas escolas, para todos os alunos, esta realidade têm chamado a atenção de muitas pessoas e começa a render frutos bem interessantes. Alguns alunos destes grupos têm se tornado dançarinos profissionais, inclusive. Ainda é muito cedo para alicerçar considerações mais consistentes, mas há indicações bem interessantes sobre este fato.<br />
Concordo completamente com suas angústias e comungo de todas elas.<br />
Espero poder dialogar mais contigo&#8230;<br />
Grande abraço e boa sorte nas sua caminhada&#8230;</p>
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	<item>
		<title>By: Bruna Spoladore</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2009/03/19/a-escola-como-mediadora-social/9973/comment-page-1#comment-54945</link>
		<dc:creator>Bruna Spoladore</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 22:17:16 +0000</pubDate>
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		<description>O lugar da dança na escola...como em todos os outros comentários feitos antes deste, reitero a importância deste tema, e das perguntas que levanta: como? qual? para quê?...e concordo aqui com meu colega de faculdade Clayton Leme, ao colocar que, talvez, mais importante do que saber qual dança ensinar seja o entendimento de corpo, que corpo é este que estamos ajudando a construir, e que envolve um pensamento,todo um entendimento de nossa área. Dança na escola, muito bem lembrado, á ação política no mundo, é aprender novas possibilidades de estar no mundo, é a possibilidade de ampliar minhas relações, de ter maior autonomia em meu mover, é a possibilidade de podermos formar pessoas que estabeleçam mais relações, que possam questionar os padrões corporais vigentes e que,talvez, possam estar ajudando a criar uma nova cultura corporal, uma nova indústria corporal, menos agressiva e mais coerente com cada indivíduo. 

Bruna Spoladore - aluna do 4° ano da Fap-Faculdade de Artes do Paraná.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O lugar da dança na escola&#8230;como em todos os outros comentários feitos antes deste, reitero a importância deste tema, e das perguntas que levanta: como? qual? para quê?&#8230;e concordo aqui com meu colega de faculdade Clayton Leme, ao colocar que, talvez, mais importante do que saber qual dança ensinar seja o entendimento de corpo, que corpo é este que estamos ajudando a construir, e que envolve um pensamento,todo um entendimento de nossa área. Dança na escola, muito bem lembrado, á ação política no mundo, é aprender novas possibilidades de estar no mundo, é a possibilidade de ampliar minhas relações, de ter maior autonomia em meu mover, é a possibilidade de podermos formar pessoas que estabeleçam mais relações, que possam questionar os padrões corporais vigentes e que,talvez, possam estar ajudando a criar uma nova cultura corporal, uma nova indústria corporal, menos agressiva e mais coerente com cada indivíduo. </p>
<p>Bruna Spoladore &#8211; aluna do 4° ano da Fap-Faculdade de Artes do Paraná.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Marta Moura</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2009/03/19/a-escola-como-mediadora-social/9973/comment-page-1#comment-54881</link>
		<dc:creator>Marta Moura</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 11:49:55 +0000</pubDate>
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		<description>Olá!

Sou graduada em licenciatura plena em dança, pós em educação psicomotora com experiência em projetos socias dentro e fora das escolas públicas.

Penso na pertinência da discussão, assim como também em considerar uma questão que é anterior as que vc nos apresenta, Telma, que é o lugar da escola. Há muito tempo quem trabalha com educação, formal ou não, acompanha a crise institucional pela qual a Escola passa no Brasil, e antes de nos questionarmos sobre o estilo a ser trabalhado (prefiro este termo ao ensinar) temos que pensar que escola é essa que não consegue derrubar os muros e contextualizar os conteúdos às realidades dos seus alunos? Que Escola é essa que não consegue resolver as quetões de currículo? Que Escola é essa onde os professores, em sua maioria, não conseguem romper algumas inércias, no que diz respeito a metodologia?
Por mais que nós profissionais da área de dança, possamos refletir sobre o Que, Por que, Como e Pra que, não podemos deixar de lado que estamos dentro da Escola, sendo assim, não estamos isentos das questões trazidas pelos que fazem parte dessa instituição. Ora, se a própria escola vive uma crise de identidade há décadas, seria impossível que nós e a dança, não vivessemos as nossas!
Quando penso em planejamento (de dança), prefiro optar por uma matriz onde o foco de avaliação, os objetivos gerais e específicos, assim como também os indicadores, descritores e conteúdos sejam maleáveis, ou seja, independente do estilo, vou desenvolver junto as crianças e jovens o que lhes realmente interessa. Seu artigo tem um contexto regional específico, mas não devemos nos permitir engessar, poderíamos fazer adaptções do Coco, mudar estruturas de movimento, atualizar sua história, alterar o ritmo...seria o Coco? Não, não seria, mas seria uma concepção e um novo olhar em relação ao tradicional.

meu email: anamartamoura@gmail.com

Um grande beijo e parabéns pela iniciativa de trazer a tona o que muito nos incomoda!
Marta</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá!</p>
<p>Sou graduada em licenciatura plena em dança, pós em educação psicomotora com experiência em projetos socias dentro e fora das escolas públicas.</p>
<p>Penso na pertinência da discussão, assim como também em considerar uma questão que é anterior as que vc nos apresenta, Telma, que é o lugar da escola. Há muito tempo quem trabalha com educação, formal ou não, acompanha a crise institucional pela qual a Escola passa no Brasil, e antes de nos questionarmos sobre o estilo a ser trabalhado (prefiro este termo ao ensinar) temos que pensar que escola é essa que não consegue derrubar os muros e contextualizar os conteúdos às realidades dos seus alunos? Que Escola é essa que não consegue resolver as quetões de currículo? Que Escola é essa onde os professores, em sua maioria, não conseguem romper algumas inércias, no que diz respeito a metodologia?<br />
Por mais que nós profissionais da área de dança, possamos refletir sobre o Que, Por que, Como e Pra que, não podemos deixar de lado que estamos dentro da Escola, sendo assim, não estamos isentos das questões trazidas pelos que fazem parte dessa instituição. Ora, se a própria escola vive uma crise de identidade há décadas, seria impossível que nós e a dança, não vivessemos as nossas!<br />
Quando penso em planejamento (de dança), prefiro optar por uma matriz onde o foco de avaliação, os objetivos gerais e específicos, assim como também os indicadores, descritores e conteúdos sejam maleáveis, ou seja, independente do estilo, vou desenvolver junto as crianças e jovens o que lhes realmente interessa. Seu artigo tem um contexto regional específico, mas não devemos nos permitir engessar, poderíamos fazer adaptções do Coco, mudar estruturas de movimento, atualizar sua história, alterar o ritmo&#8230;seria o Coco? Não, não seria, mas seria uma concepção e um novo olhar em relação ao tradicional.</p>
<p>meu email: <a href="mailto:anamartamoura@gmail.com">anamartamoura@gmail.com</a></p>
<p>Um grande beijo e parabéns pela iniciativa de trazer a tona o que muito nos incomoda!<br />
Marta</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Regina  Kotaka</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2009/03/19/a-escola-como-mediadora-social/9973/comment-page-1#comment-54053</link>
		<dc:creator>Regina  Kotaka</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2009 12:52:47 +0000</pubDate>
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		<description>Sua preocupação reflete, senão a de todos, mas com certeza a da grande maioria dos egressos. A de estar preparado para atuar com responsabilidade e flexibilidade nas escolas normais, articulando novas metodologias e pensamentos, não através de imposições, mas sim, dialogando com as propostas curriculares vigentes.
Para quem, porque e como ensinar dança na escola faz parte de discussões levantadas aqui na Faculdade de Artes do Paraná. No entanto nossa preocupação repousa não em um estilo de dança, como requisito para a formação do cidadão, seja ele local, regional ou global, mas sim em como a dança deve colaborar ativamente no processo de ensino/ aprendizagem. Nosso foco está em proporcionar ao aluno o desenvolvimento perceptivo do corpo, e as relações possibilitadas com esse entendimento, seu uso criativo e participativo, seus relacionamentos, e sua contribuição na elaboração de um conceito positivo de si mesmo, assim como na formação do futuro cidadão, capaz de interagir com autonomia e segurança, no que ele e dele espera a sociedade atual. Regina Kotaka- 4ºano – Dança/FAP</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sua preocupação reflete, senão a de todos, mas com certeza a da grande maioria dos egressos. A de estar preparado para atuar com responsabilidade e flexibilidade nas escolas normais, articulando novas metodologias e pensamentos, não através de imposições, mas sim, dialogando com as propostas curriculares vigentes.<br />
Para quem, porque e como ensinar dança na escola faz parte de discussões levantadas aqui na Faculdade de Artes do Paraná. No entanto nossa preocupação repousa não em um estilo de dança, como requisito para a formação do cidadão, seja ele local, regional ou global, mas sim em como a dança deve colaborar ativamente no processo de ensino/ aprendizagem. Nosso foco está em proporcionar ao aluno o desenvolvimento perceptivo do corpo, e as relações possibilitadas com esse entendimento, seu uso criativo e participativo, seus relacionamentos, e sua contribuição na elaboração de um conceito positivo de si mesmo, assim como na formação do futuro cidadão, capaz de interagir com autonomia e segurança, no que ele e dele espera a sociedade atual. Regina Kotaka- 4ºano – Dança/FAP</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Luzia Amélia</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2009/03/19/a-escola-como-mediadora-social/9973/comment-page-1#comment-53369</link>
		<dc:creator>Luzia Amélia</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2009 22:31:59 +0000</pubDate>
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		<description>Os estudantes de dança da universidade de Alagoas tem muito a re/descobrir em suas jornadas de ensino/aprendizagem. Gostei dessa leitura porque nos faz relembrar a complexidade do ensino da dança nas escolas brasileiras. Não é tão simples como se pensa. Aqui em Teresina, a problemática é muito parecida, o pior é que não conseguimos discutir de forma coerente com os profissionais que atuam nestas escolas. A dança aparece realmente nos eventos. É apenas para as meninas... estamos tentanto fazer, por meio de algumas ações pontuais, as pessoas e em especial os profissionais de dança perceberem a necessidade de um curso superior na nossa área &quot;Dança&quot; a maioria dos profissionais de dança estão no curso de educação física e ai a coisa fica muito mais complicada. Acredito que a dança nas escolas de Alagoas melhorará bastantente com estes novos professores que sairão da universidade. Por outro lado, essa discussão sobre esse ensino de dança nas escolas não pode parar. É importante pensar sobre isso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os estudantes de dança da universidade de Alagoas tem muito a re/descobrir em suas jornadas de ensino/aprendizagem. Gostei dessa leitura porque nos faz relembrar a complexidade do ensino da dança nas escolas brasileiras. Não é tão simples como se pensa. Aqui em Teresina, a problemática é muito parecida, o pior é que não conseguimos discutir de forma coerente com os profissionais que atuam nestas escolas. A dança aparece realmente nos eventos. É apenas para as meninas&#8230; estamos tentanto fazer, por meio de algumas ações pontuais, as pessoas e em especial os profissionais de dança perceberem a necessidade de um curso superior na nossa área &#8220;Dança&#8221; a maioria dos profissionais de dança estão no curso de educação física e ai a coisa fica muito mais complicada. Acredito que a dança nas escolas de Alagoas melhorará bastantente com estes novos professores que sairão da universidade. Por outro lado, essa discussão sobre esse ensino de dança nas escolas não pode parar. É importante pensar sobre isso.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Clayton Leme</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2009/03/19/a-escola-como-mediadora-social/9973/comment-page-1#comment-52742</link>
		<dc:creator>Clayton Leme</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2009 21:20:46 +0000</pubDate>
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		<description>Olá, gostaria de fazer algumas considerações relacionadas as primeiras questões levantadas neste artigo, onde, considera qual tipo de Dança deve estar dentro do ambiente escolar. 
Esta primeira questão e as que emergem no final do texto de como, pra que, pra quem e como não estão separadas, elas se articulam justamente para que possamos construir as tão complexas coerências. Considerando os parâmetros curriculares nacionais, fico a pensar se a escola seria o ambiente adequado para o desenvolvimento de uma linguagem específica. A escola, talvez, seja o lugar onde a Dança deva promover a construção de conhecimentos específicos de corpo, uma idéia de corpo e suas possibilidades de ação e articulação com o mundo. Acredito que cada caso realmente deve receber atenção especial, porém, se aprofundar dentro de uma linguagem específica da Dança, dentro da escola, pode tornar as escolhas desses alunos reféns de uma única lógica de pensamento e organização em Dança.
É claro que cada região, cidade e escola deve encontrar seu modo de organizar e aplicar procedimentos em Dança, mas acima de qualquer coisa, acredito que ela deva se comprometer em possibilitar o entendimento maior do que a organização de passos, figuras espaciais e de fixação de uma lógica de ação. É lugar da experimentação e construção de um corpo político mais ativo, mais consciente e que consegue articular, construir pontes e se perceber dentro de uma disciplina, e da própria organização educacional. A Dança na escola, a arte na escola tem uma responsabilidade política. Boa sorte nesse exercício diário e pra vida de construir coerências dentro do ambiente escolar.

Clayton Leme - Artista da Dança - 4º ano de Dança - Bacharelado em Dança - Faculdade de Artes do Paraná -</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, gostaria de fazer algumas considerações relacionadas as primeiras questões levantadas neste artigo, onde, considera qual tipo de Dança deve estar dentro do ambiente escolar.<br />
Esta primeira questão e as que emergem no final do texto de como, pra que, pra quem e como não estão separadas, elas se articulam justamente para que possamos construir as tão complexas coerências. Considerando os parâmetros curriculares nacionais, fico a pensar se a escola seria o ambiente adequado para o desenvolvimento de uma linguagem específica. A escola, talvez, seja o lugar onde a Dança deva promover a construção de conhecimentos específicos de corpo, uma idéia de corpo e suas possibilidades de ação e articulação com o mundo. Acredito que cada caso realmente deve receber atenção especial, porém, se aprofundar dentro de uma linguagem específica da Dança, dentro da escola, pode tornar as escolhas desses alunos reféns de uma única lógica de pensamento e organização em Dança.<br />
É claro que cada região, cidade e escola deve encontrar seu modo de organizar e aplicar procedimentos em Dança, mas acima de qualquer coisa, acredito que ela deva se comprometer em possibilitar o entendimento maior do que a organização de passos, figuras espaciais e de fixação de uma lógica de ação. É lugar da experimentação e construção de um corpo político mais ativo, mais consciente e que consegue articular, construir pontes e se perceber dentro de uma disciplina, e da própria organização educacional. A Dança na escola, a arte na escola tem uma responsabilidade política. Boa sorte nesse exercício diário e pra vida de construir coerências dentro do ambiente escolar.</p>
<p>Clayton Leme &#8211; Artista da Dança &#8211; 4º ano de Dança &#8211; Bacharelado em Dança &#8211; Faculdade de Artes do Paraná -</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Luis Gustavo Guarize</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2009/03/19/a-escola-como-mediadora-social/9973/comment-page-1#comment-52568</link>
		<dc:creator>Luis Gustavo Guarize</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 00:28:46 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Telma, meu nome é Luis Gustavo, sou formando em dança pela FAP de Curitiba - PR e trabalho já a um bom tempo com dança folclórica, especificamente, polonesa.
Parece que isso distancia da sua ideia de &quot;danças brasileiras&quot;, mas  no sul, devido as nossas colonizações, inúmeros são os grupos de danças étnicas por aqui...
Seu artigo tem muito a ver com minha pesquisa de conclusão de curso que pretende, justamente, criar estratégias de atualização desse folclore (o polônes) partindo de algo que me preocupa muito que é a formatação (devido a um repertorio de movimentos pre estabelecido).
Eu nao acho que a preservação seja desnecessaria, mas com certeza, nossas abordagens tem de ser encrementadas.
Porém, não se pode esperar que alguém que trabalhe exclusivamente com representação (no sentido de transferencia de informações), tenha subsídios para alterar isso sozinho.
Eu só entendi essa necessidade, estando dentro de uma instituição de pesquisa.
Agora, se nem toda essas pessoas, responsáveis por essa &quot;perpetuação&quot; - as quais considero ainda de extrema importância pela preservação dos costumes, tem condições de estar em um ambiente de estudos, cabe a nós, pesquisadores e mais do que isso: questionadores, tentar ampliar esse entendimento na fomentação e produção de conhecimento através de encontros, cursos ou mesmo textos como esse.
Parabéns pelo trabalho e boa sorte! </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Telma, meu nome é Luis Gustavo, sou formando em dança pela FAP de Curitiba &#8211; PR e trabalho já a um bom tempo com dança folclórica, especificamente, polonesa.<br />
Parece que isso distancia da sua ideia de &#8220;danças brasileiras&#8221;, mas  no sul, devido as nossas colonizações, inúmeros são os grupos de danças étnicas por aqui&#8230;<br />
Seu artigo tem muito a ver com minha pesquisa de conclusão de curso que pretende, justamente, criar estratégias de atualização desse folclore (o polônes) partindo de algo que me preocupa muito que é a formatação (devido a um repertorio de movimentos pre estabelecido).<br />
Eu nao acho que a preservação seja desnecessaria, mas com certeza, nossas abordagens tem de ser encrementadas.<br />
Porém, não se pode esperar que alguém que trabalhe exclusivamente com representação (no sentido de transferencia de informações), tenha subsídios para alterar isso sozinho.<br />
Eu só entendi essa necessidade, estando dentro de uma instituição de pesquisa.<br />
Agora, se nem toda essas pessoas, responsáveis por essa &#8220;perpetuação&#8221; - as quais considero ainda de extrema importância pela preservação dos costumes, tem condições de estar em um ambiente de estudos, cabe a nós, pesquisadores e mais do que isso: questionadores, tentar ampliar esse entendimento na fomentação e produção de conhecimento através de encontros, cursos ou mesmo textos como esse.<br />
Parabéns pelo trabalho e boa sorte!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Mariana Reis,curso de dança da Faculdade de Artes do Paraná</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2009/03/19/a-escola-como-mediadora-social/9973/comment-page-1#comment-52495</link>
		<dc:creator>Mariana Reis,curso de dança da Faculdade de Artes do Paraná</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 23:34:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://idanca.net/?p=9973&#038;lang=pt-br#comment-52495</guid>
		<description>Acho importante tratar o ensino da dança na escola como um retrato da existência desse aluno, onde aparecem problemas, conflitos, prazeres, a busca da evolução pessoal e conhecimento. Além det rabalhar os movimentos corporais institucionalizados de um conteúdo, pode-se apresentar possibilidades de o aluno criar e recriar movimentos corporais, participando da construção do conhecimento e ampliando as formas de linguagem corporal. Aí o aluno pode tomar consciencia do que,quando, como e porquê das práticas do movimento e da relação deles com a vida como um todo e também desenvolvem comportamentos voltados a formação de seres humanos que possam construir um mundo mais harmonioso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho importante tratar o ensino da dança na escola como um retrato da existência desse aluno, onde aparecem problemas, conflitos, prazeres, a busca da evolução pessoal e conhecimento. Além det rabalhar os movimentos corporais institucionalizados de um conteúdo, pode-se apresentar possibilidades de o aluno criar e recriar movimentos corporais, participando da construção do conhecimento e ampliando as formas de linguagem corporal. Aí o aluno pode tomar consciencia do que,quando, como e porquê das práticas do movimento e da relação deles com a vida como um todo e também desenvolvem comportamentos voltados a formação de seres humanos que possam construir um mundo mais harmonioso.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: heleno moura</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2009/03/19/a-escola-como-mediadora-social/9973/comment-page-1#comment-52365</link>
		<dc:creator>heleno moura</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 08:45:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://idanca.net/?p=9973&#038;lang=pt-br#comment-52365</guid>
		<description>Pois bem! Realmente a relação por quê, pra quê e como são demasiadamente vigentes e certas. Não podemos pensar em dança na escola como uma forma de apenas perpetuar uma tradição ou simplesmente um passa tempo para tomar parte de algum evento festivo, comemorativo.
O que acontece aí em Maceió não é diferente do que acontece aqui em Curitiba.
Tens toda a razão quando levantas tal problematização e concordo contigo.
Devemos lutar e fazer compreender que a dança no universo escolar é muito mais que isso. É relação de autonomia, de socialização, de auto-conhecimento, de aceitação quanto ao eu e ao outro, de percepção, de compreensão, de relação consigo mesmo e com todos e tudo ao redor.
A dança na escola deve ter esse prisma, pois é a partir do entendimento e experienciamento que conseguimos dar sustentação clara ao individuo que temos responsabilidade em direcionar e ajudar no desenvolvimento como cidadão.
Parabéns a ti pela colocação e mais que tudo pela preocupação e importância que percebes no fazer dança na escola.

Heleno Moura
(4º ano de dança na faculdade de artes do paraná) </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois bem! Realmente a relação por quê, pra quê e como são demasiadamente vigentes e certas. Não podemos pensar em dança na escola como uma forma de apenas perpetuar uma tradição ou simplesmente um passa tempo para tomar parte de algum evento festivo, comemorativo.<br />
O que acontece aí em Maceió não é diferente do que acontece aqui em Curitiba.<br />
Tens toda a razão quando levantas tal problematização e concordo contigo.<br />
Devemos lutar e fazer compreender que a dança no universo escolar é muito mais que isso. É relação de autonomia, de socialização, de auto-conhecimento, de aceitação quanto ao eu e ao outro, de percepção, de compreensão, de relação consigo mesmo e com todos e tudo ao redor.<br />
A dança na escola deve ter esse prisma, pois é a partir do entendimento e experienciamento que conseguimos dar sustentação clara ao individuo que temos responsabilidade em direcionar e ajudar no desenvolvimento como cidadão.<br />
Parabéns a ti pela colocação e mais que tudo pela preocupação e importância que percebes no fazer dança na escola.</p>
<p>Heleno Moura<br />
(4º ano de dança na faculdade de artes do paraná) </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: aloisio avaz</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2009/03/19/a-escola-como-mediadora-social/9973/comment-page-1#comment-51059</link>
		<dc:creator>aloisio avaz</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2009 15:17:11 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Telma, até eu mesmo aqui na alemanha dando aulas de danca contemporanea nas escolas püblicas uso as musicas de chico Science. Bom, más entre em contato comigo pelo seu email particular, pra q. possamos trocar mais...
Beijos e aguardo o seu retorno, 
aloisio</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Telma, até eu mesmo aqui na alemanha dando aulas de danca contemporanea nas escolas püblicas uso as musicas de chico Science. Bom, más entre em contato comigo pelo seu email particular, pra q. possamos trocar mais&#8230;<br />
Beijos e aguardo o seu retorno,<br />
aloisio</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Greyce Lucca</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2009/03/19/a-escola-como-mediadora-social/9973/comment-page-1#comment-42648</link>
		<dc:creator>Greyce Lucca</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2009 01:00:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://idanca.net/?p=9973&#038;lang=pt-br#comment-42648</guid>
		<description>Telma, sou aluna do curso de Dança da FAP ( Curitiba-PR), estou graduando o 4° ano e durante todos esses anos de estudo e pesquisa em relação a educação hoje, e o ensino da dança na escola,dentro da faculdade através de estágios e discussões, venho concordar com sua questão em relação a preocupação desse ensino. A capacidade de um sistema de educação é compartilhar a informação e não transferir conhecimento,as possíveis relações e propriedades compartilhadas dentro do ensino da dança na escola, questiona a percepção cognitiva do corpo que dança.Onde a necessidade de aprender e conhecer novas técnicas ajuda a evolução desse corpo,que dança movendo problemas e questões a serem levantadas no seu modo de pensar dança como arte e não como forma de dança-ginástica.Essas escolhas e investigações pessoais de como se preparar um corpo para fazer dança, de um corpo que argumenta a dança que faz, e como essas informações são transmitidas; são questões a serem discutidas sobre dança enquanto pesquisa e estudo, que favorecem a evolução dessa arte, tanto para o ensino quanto para o aprendizado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Telma, sou aluna do curso de Dança da FAP ( Curitiba-PR), estou graduando o 4° ano e durante todos esses anos de estudo e pesquisa em relação a educação hoje, e o ensino da dança na escola,dentro da faculdade através de estágios e discussões, venho concordar com sua questão em relação a preocupação desse ensino. A capacidade de um sistema de educação é compartilhar a informação e não transferir conhecimento,as possíveis relações e propriedades compartilhadas dentro do ensino da dança na escola, questiona a percepção cognitiva do corpo que dança.Onde a necessidade de aprender e conhecer novas técnicas ajuda a evolução desse corpo,que dança movendo problemas e questões a serem levantadas no seu modo de pensar dança como arte e não como forma de dança-ginástica.Essas escolhas e investigações pessoais de como se preparar um corpo para fazer dança, de um corpo que argumenta a dança que faz, e como essas informações são transmitidas; são questões a serem discutidas sobre dança enquanto pesquisa e estudo, que favorecem a evolução dessa arte, tanto para o ensino quanto para o aprendizado.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>By: Isabela Schwab</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2009/03/19/a-escola-como-mediadora-social/9973/comment-page-1#comment-42535</link>
		<dc:creator>Isabela Schwab</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 19:15:16 +0000</pubDate>
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		<description>Telma, acredito ser de grande importância o levantamento da questão do como? para quem? e por que? ensinar dança nas escolas, mesmo sendo um texto de caso específico do estado de Alagoas e focado nas danças tradicionais e regionas, essa é uma questão pertinente que percorre o mundo, sou aluna do curso de Dança da FAP ( faculdade de artes do paraná), estou graduando o 4° ano e prestes a dar de encontro com essas questões mais de perto. Só a simples frase &quot;dança na escola&quot;, já levanta inúmeras questões de aceitação e acessibilidade do professor de Dança dentro de qualquer instituição pública, porque Arte na escola ainda se resume basicamente em Artes Visuas, não diminuindo a área, mais apontando que arte abrange outras linguagem que acredito que deveria ser de acesso a todos. A nossa realidade dentro da escola vem caminhando mesmo que lentamente.  Gosto quando você fala &quot;... que, ao efetuarmos escolhas, devemos buscar coerência na construção de processos de ensino/aprendizagem cujas premissas fundamentais sejam: a construção de sentidos, a relação de prazer e a produção de conhecimento&quot;. Acho que essa frase resume o que nós professores da área devemos construir em sala de aula juntamente com os alunos, talvez seja uma resposta ao meu ver. Criatividade, bom senso e responsabilidade com o que vai ensinar e pra quem vai ensinar.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Telma, acredito ser de grande importância o levantamento da questão do como? para quem? e por que? ensinar dança nas escolas, mesmo sendo um texto de caso específico do estado de Alagoas e focado nas danças tradicionais e regionas, essa é uma questão pertinente que percorre o mundo, sou aluna do curso de Dança da FAP ( faculdade de artes do paraná), estou graduando o 4° ano e prestes a dar de encontro com essas questões mais de perto. Só a simples frase &#8220;dança na escola&#8221;, já levanta inúmeras questões de aceitação e acessibilidade do professor de Dança dentro de qualquer instituição pública, porque Arte na escola ainda se resume basicamente em Artes Visuas, não diminuindo a área, mais apontando que arte abrange outras linguagem que acredito que deveria ser de acesso a todos. A nossa realidade dentro da escola vem caminhando mesmo que lentamente.  Gosto quando você fala &#8220;&#8230; que, ao efetuarmos escolhas, devemos buscar coerência na construção de processos de ensino/aprendizagem cujas premissas fundamentais sejam: a construção de sentidos, a relação de prazer e a produção de conhecimento&#8221;. Acho que essa frase resume o que nós professores da área devemos construir em sala de aula juntamente com os alunos, talvez seja uma resposta ao meu ver. Criatividade, bom senso e responsabilidade com o que vai ensinar e pra quem vai ensinar.</p>
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		<title>By: telma</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2009/03/19/a-escola-como-mediadora-social/9973/comment-page-1#comment-41384</link>
		<dc:creator>telma</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 17:28:43 +0000</pubDate>
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		<description>Scheila,
Que bom saber do ineresse pelo contato. Penso que os Cursos e Dança do Brasil everiam se comunicar mais! Vc poderia enviar o contato institucional de vcs?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Scheila,<br />
Que bom saber do ineresse pelo contato. Penso que os Cursos e Dança do Brasil everiam se comunicar mais! Vc poderia enviar o contato institucional de vcs?</p>
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