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	<title>Comments on: Dez dicas para dar um bom nome ao seu espetáculo </title>
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	<description>Dança Contemporânea no Brasil e no mundo</description>
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		<title>By: Tammy Gehlen(4° ano Dança-Faculdade de Artes do Paraná)</title>
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		<dc:creator>Tammy Gehlen(4° ano Dança-Faculdade de Artes do Paraná)</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 13:46:39 +0000</pubDate>
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		<description>Muito legal ver não só o texto do Gustavo, mas também os comentários no decorrer do tempo...
A questão aqui apresentada nos faz refletir que o título é uma comunicação colocada no mundo, e também pode ser comparado ao nome de um filho, visto que uma obra também é como um filho nosso.
Colocar um nome na obra é algo complicado, já que hoje nos deparamos com inúmeras formas de &quot;composições ortográficas&quot; no cenário contemporâneo. No entanto não podemos esquecer que é através do título que o público, a sociedade vai estar tendo o seu primeiro contato com a obra, e que o título é sim um comercial do trabalho...há de existir uma aproximação entre sociedade e título para gerar uma curiosidade...interesse pelo trabalho.
Acho que o bom humor é algo que sempre esteve presente no cenário artístico e muitas vezes me deparo com isso morrendo, o que me deixa realmente triste, pois parece que na contemporaneidade só o sério e o indagador é o que vale...porém Bausch mesmo usava-se em suas obras do cômico, mas nao um cômico vulgar..mas como esse cômico vira indagação.
Também vejo através do comentário de Bruna Spoladore um olhar muito interessante...pois  acho que o nosso olhar para a escrita deve ser atualizado e também ver os pensamentos do artista alí, naquelas palavras escolhidas para representarem o seu trabalho, uma escolha que assim como o trabalho prático deve passar por um processo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito legal ver não só o texto do Gustavo, mas também os comentários no decorrer do tempo&#8230;<br />
A questão aqui apresentada nos faz refletir que o título é uma comunicação colocada no mundo, e também pode ser comparado ao nome de um filho, visto que uma obra também é como um filho nosso.<br />
Colocar um nome na obra é algo complicado, já que hoje nos deparamos com inúmeras formas de &#8220;composições ortográficas&#8221; no cenário contemporâneo. No entanto não podemos esquecer que é através do título que o público, a sociedade vai estar tendo o seu primeiro contato com a obra, e que o título é sim um comercial do trabalho&#8230;há de existir uma aproximação entre sociedade e título para gerar uma curiosidade&#8230;interesse pelo trabalho.<br />
Acho que o bom humor é algo que sempre esteve presente no cenário artístico e muitas vezes me deparo com isso morrendo, o que me deixa realmente triste, pois parece que na contemporaneidade só o sério e o indagador é o que vale&#8230;porém Bausch mesmo usava-se em suas obras do cômico, mas nao um cômico vulgar..mas como esse cômico vira indagação.<br />
Também vejo através do comentário de Bruna Spoladore um olhar muito interessante&#8230;pois  acho que o nosso olhar para a escrita deve ser atualizado e também ver os pensamentos do artista alí, naquelas palavras escolhidas para representarem o seu trabalho, uma escolha que assim como o trabalho prático deve passar por um processo.</p>
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		<title>By: sarah rebeca</title>
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		<dc:creator>sarah rebeca</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 03:07:13 +0000</pubDate>
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		<description>muito legal ! *-*</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>muito legal ! *-*</p>
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	<item>
		<title>By: Paula Pellissari - 4° ano do curso de Dança - Faculdade de Artes do Paraná</title>
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		<dc:creator>Paula Pellissari - 4° ano do curso de Dança - Faculdade de Artes do Paraná</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 14:11:40 +0000</pubDate>
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		<description>Neste momento de tantas produções e espetáculos, o que passa despercebido, muitas vezes, é o título ou o nome destes. É bem interessante como Gustavo Bitencourt chama a atenção para este ponto, pois nós nos preocupamos tanto com o ensaio, com a apresentação e produção que esquecemos do primordial que é o título, pois é o que levará o público ao primeiro contato com a obra, isto é relevante. Portanto, é um insight que o autor compartilhou a sociedade, de grande valia, que nos faz refletir sobre o nosso papel de construção também de um titulo para o espetáculo ou peça.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Neste momento de tantas produções e espetáculos, o que passa despercebido, muitas vezes, é o título ou o nome destes. É bem interessante como Gustavo Bitencourt chama a atenção para este ponto, pois nós nos preocupamos tanto com o ensaio, com a apresentação e produção que esquecemos do primordial que é o título, pois é o que levará o público ao primeiro contato com a obra, isto é relevante. Portanto, é um insight que o autor compartilhou a sociedade, de grande valia, que nos faz refletir sobre o nosso papel de construção também de um titulo para o espetáculo ou peça.</p>
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	<item>
		<title>By: Patrícia Machado</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2009/03/19/dez-dicas-para-dar-um-bom-nome-ao-seu-espetaculo/9977/comment-page-1#comment-73575</link>
		<dc:creator>Patrícia Machado</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 15:02:08 +0000</pubDate>
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		<description>Gosto do humor perspicaz do texto. Melhor ainda é a discussão gerada.
Acredito que hoje alguns se preocupam demasiado em usar o vocabulário da moda e deixam de lembrar o real objetivo de um título: comunicar.  Principalmente quando o título não remete em nada a pesquisa apresentada.  E isso se estende aos releases encontrados nos programas, quanto menos envolventes maiores as chances de distanciar o público da proposta. Divido a opinião de que não é nada fácil escrever sobre um trabalho de dança contemporânea e que igualmente somos livres para criar e interpretar títulos a nossa maneira, mas prestar um pouco de atenção ao fator da escolha do nome não faz mal a ninguém.
Ah, e um pouco de bom humor também não.
Patrícia Machado
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gosto do humor perspicaz do texto. Melhor ainda é a discussão gerada.<br />
Acredito que hoje alguns se preocupam demasiado em usar o vocabulário da moda e deixam de lembrar o real objetivo de um título: comunicar.  Principalmente quando o título não remete em nada a pesquisa apresentada.  E isso se estende aos releases encontrados nos programas, quanto menos envolventes maiores as chances de distanciar o público da proposta. Divido a opinião de que não é nada fácil escrever sobre um trabalho de dança contemporânea e que igualmente somos livres para criar e interpretar títulos a nossa maneira, mas prestar um pouco de atenção ao fator da escolha do nome não faz mal a ninguém.<br />
Ah, e um pouco de bom humor também não.<br />
Patrícia Machado</p>
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	<item>
		<title>By: paula</title>
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		<dc:creator>paula</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 19:06:59 +0000</pubDate>
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		<description>bom eu queria pedir um cd desse que eu estou escutamdo agora so isso que eu quero!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>bom eu queria pedir um cd desse que eu estou escutamdo agora so isso que eu quero!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!</p>
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	<item>
		<title>By: Mariana</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2009/03/19/dez-dicas-para-dar-um-bom-nome-ao-seu-espetaculo/9977/comment-page-1#comment-62256</link>
		<dc:creator>Mariana</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 13:45:49 +0000</pubDate>
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		<description>Gustavo,
sempre pensei sobre a escolha desses nomes e o discurso nas sinopses segundo a Lolena...tento aproveitar pra rir um pouco. Mas não é que de repente me vejo escolhendo um nome pro meu próximo trabalho que começa com CORPO...eu juro que tentei mudar para PORCO, mas...agora vou ter que levar o peso dessa palavra até o fim!!!
 </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gustavo,<br />
sempre pensei sobre a escolha desses nomes e o discurso nas sinopses segundo a Lolena&#8230;tento aproveitar pra rir um pouco. Mas não é que de repente me vejo escolhendo um nome pro meu próximo trabalho que começa com CORPO&#8230;eu juro que tentei mudar para PORCO, mas&#8230;agora vou ter que levar o peso dessa palavra até o fim!!!<br />
 </p>
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	<item>
		<title>By: Thiago Granato</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2009/03/19/dez-dicas-para-dar-um-bom-nome-ao-seu-espetaculo/9977/comment-page-1#comment-61391</link>
		<dc:creator>Thiago Granato</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 10:36:00 +0000</pubDate>
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		<description>KKKKKKKKKK...</description>
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		<title>By: angela nabuco</title>
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		<dc:creator>angela nabuco</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2009 18:59:21 +0000</pubDate>
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		<description>Gustavo, danço por pura diversão, mas escrevo textos em poesia e prosa: fiquei encantada com a sua sugestão de nomes. Já penso em escrever algum conto com o título &quot;Joaõ Gilberto, aquele filho da puta&quot;. Acho que toda a torcida do Flamengo vai ler !!! O máximo!!! Angela Nabuco</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gustavo, danço por pura diversão, mas escrevo textos em poesia e prosa: fiquei encantada com a sua sugestão de nomes. Já penso em escrever algum conto com o título &#8220;Joaõ Gilberto, aquele filho da puta&#8221;. Acho que toda a torcida do Flamengo vai ler !!! O máximo!!! Angela Nabuco</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Clayton Leme</title>
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		<dc:creator>Clayton Leme</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2009 21:52:03 +0000</pubDate>
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		<description>Acho bárbaro a idéia de se debater, rir, brincar de tudo isso, mas também acredito que devamos sim trazer a reflexão, pois nomear projetos na contemporaneidade com nomes cada vez mais difíceis de serem pronunciado e de agregar sentidos parece estar instrinsecamente ligados a &quot;receitas&quot; e modos de garantir a aprovação de projetos em editais públicos, nas instâncias municipais, estaduais e nacionais...
Façam o exercício e busquem as últimas listas de aprovações de editais e confiram os nomes de projetos aprovados, vão encontrar pérolas, parecem que seguem padrões de organização. Acredito na resposabilidade sim, na mesma medida de lidar com o dinheiro público que apoia o desenvolvimento de meus projetos que esta mesma coerência venha acompanhar os nomes dessas obras... faltam- nos palavras como nos alerta a Bruna ali em cima, mas falta-nos tb compreender que só reclamar durante a temporada de nossos trabalhos que não temos público para assistir nossas obras, tem uma profunda relação com a falta de diálogo e pontes que se estabelecem ou que não se estabelecem nos títulos das obras.

Clayton Leme - Artista da Dança</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho bárbaro a idéia de se debater, rir, brincar de tudo isso, mas também acredito que devamos sim trazer a reflexão, pois nomear projetos na contemporaneidade com nomes cada vez mais difíceis de serem pronunciado e de agregar sentidos parece estar instrinsecamente ligados a &#8220;receitas&#8221; e modos de garantir a aprovação de projetos em editais públicos, nas instâncias municipais, estaduais e nacionais&#8230;<br />
Façam o exercício e busquem as últimas listas de aprovações de editais e confiram os nomes de projetos aprovados, vão encontrar pérolas, parecem que seguem padrões de organização. Acredito na resposabilidade sim, na mesma medida de lidar com o dinheiro público que apoia o desenvolvimento de meus projetos que esta mesma coerência venha acompanhar os nomes dessas obras&#8230; faltam- nos palavras como nos alerta a Bruna ali em cima, mas falta-nos tb compreender que só reclamar durante a temporada de nossos trabalhos que não temos público para assistir nossas obras, tem uma profunda relação com a falta de diálogo e pontes que se estabelecem ou que não se estabelecem nos títulos das obras.</p>
<p>Clayton Leme &#8211; Artista da Dança</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Gustavo Bitencourt</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2009/03/19/dez-dicas-para-dar-um-bom-nome-ao-seu-espetaculo/9977/comment-page-1#comment-52643</link>
		<dc:creator>Gustavo Bitencourt</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2009 00:25:58 +0000</pubDate>
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		<description>De novo me ausentei demais e os comentários aumentaram. Fiquei meio fora de combate uns tempos, desculpem. Bom, respondendo:


Lara, nomear as coisas é complicado mesmo. É legal essa possibilidade que você menciona, do título como uma maneira de direcionar o olhar das pessoas. Eu tenho pensado bastante nisso, o nome como uma ponte ou uma extensão mais pública do trabalho.


Thiago, a barriga tá dura de magreza. Tem que se alimentar direito, moleque.


Anderson, peloamordedeus não tem forma pronta não, cada nome é fruto de uma história diferente. Concordo com a Laura e com você. É tudo brincadeirinha.


Fabrícia, põe o link!


Wagner, te devo um e-mail daqueles longos sobre essa e outras coisas. To me comprometendo publicamente.


Mariana, eu te processo. Beijo.


É muito doida essa relação que o nome pode ter com diferentes línguas. Acho que é uma complicação semelhante à que acontece quando você tem uma peça que usa palavras escritas ou faladas. Será que traduz quando vai apresentar em outro lugar? Será que o significado se mantém quando se traduz? Será que, dependendo do caso, a sonoridade, o jeitão da palavra não têm mais peso do que o significado? Me parece que cada trabalho vai pedir relações diferentes com a palavra e com a ideia de traduzir. Dá pra fazer um paralelo com o que acontece no cinema. Pensa que tem filmes cujos nomes são traduzidos por razões comerciais, outros que simplesmente não colam em outra língua, outros ganham um subtítulo explicativo, e muitos fatores determinam essas variações (comerciais, históricos, políticos, poéticos). Ninguém quis traduzir &quot;E la nave va&quot;, botaram um subtítulo em &quot;Top gun&quot; que ninguém lembra, &quot;Psicose&quot; funcionou melhor do que se ficasse o original. A vantagem que a gente tem na arte contemporânea é não ter o compromisso de funcionar nesse sentido mais estrito, mas sim de entender que possíveis relações são criadas por meio do título em diferentes ambientes.


Grasiele, &#039;Cabelódromo&#039; é ótimo.


Loana, muito bacana o teu comentário. Concordo com cada palavra.


Bruna, você conseguiu desvendar pra mim o mistério da abundância de sinais gráficos nos títulos das obras contemporâneas. Talvez venha daí mesmo, de uma necessidade de renovação também na linguagem escrita, no aspecto gráfico. Acredito que em muitos casos a modinha também pesa bastante, mas vou tentar olhar com mais complacência, prometo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De novo me ausentei demais e os comentários aumentaram. Fiquei meio fora de combate uns tempos, desculpem. Bom, respondendo:</p>
<p>Lara, nomear as coisas é complicado mesmo. É legal essa possibilidade que você menciona, do título como uma maneira de direcionar o olhar das pessoas. Eu tenho pensado bastante nisso, o nome como uma ponte ou uma extensão mais pública do trabalho.</p>
<p>Thiago, a barriga tá dura de magreza. Tem que se alimentar direito, moleque.</p>
<p>Anderson, peloamordedeus não tem forma pronta não, cada nome é fruto de uma história diferente. Concordo com a Laura e com você. É tudo brincadeirinha.</p>
<p>Fabrícia, põe o link!</p>
<p>Wagner, te devo um e-mail daqueles longos sobre essa e outras coisas. To me comprometendo publicamente.</p>
<p>Mariana, eu te processo. Beijo.</p>
<p>É muito doida essa relação que o nome pode ter com diferentes línguas. Acho que é uma complicação semelhante à que acontece quando você tem uma peça que usa palavras escritas ou faladas. Será que traduz quando vai apresentar em outro lugar? Será que o significado se mantém quando se traduz? Será que, dependendo do caso, a sonoridade, o jeitão da palavra não têm mais peso do que o significado? Me parece que cada trabalho vai pedir relações diferentes com a palavra e com a ideia de traduzir. Dá pra fazer um paralelo com o que acontece no cinema. Pensa que tem filmes cujos nomes são traduzidos por razões comerciais, outros que simplesmente não colam em outra língua, outros ganham um subtítulo explicativo, e muitos fatores determinam essas variações (comerciais, históricos, políticos, poéticos). Ninguém quis traduzir &#8220;E la nave va&#8221;, botaram um subtítulo em &#8220;Top gun&#8221; que ninguém lembra, &#8220;Psicose&#8221; funcionou melhor do que se ficasse o original. A vantagem que a gente tem na arte contemporânea é não ter o compromisso de funcionar nesse sentido mais estrito, mas sim de entender que possíveis relações são criadas por meio do título em diferentes ambientes.</p>
<p>Grasiele, &#8216;Cabelódromo&#8217; é ótimo.</p>
<p>Loana, muito bacana o teu comentário. Concordo com cada palavra.</p>
<p>Bruna, você conseguiu desvendar pra mim o mistério da abundância de sinais gráficos nos títulos das obras contemporâneas. Talvez venha daí mesmo, de uma necessidade de renovação também na linguagem escrita, no aspecto gráfico. Acredito que em muitos casos a modinha também pesa bastante, mas vou tentar olhar com mais complacência, prometo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Bruna Spoladore</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2009/03/19/dez-dicas-para-dar-um-bom-nome-ao-seu-espetaculo/9977/comment-page-1#comment-52075</link>
		<dc:creator>Bruna Spoladore</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 03:14:41 +0000</pubDate>
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		<description>Toda essa discussão sobre títulos de trabalhos, e pode-se pensar também, como outras pessoas já colocaram,nos textos e releases dos trabalhos de dança contemporânea e acredito que de um forma geral de arte contemporânea, me faz pensar muito em James Joyce e seus neologismos! Talvez cada vez mais  percebamos o quanto a linguagem não é capaz de dar conta de nosso pensamento, nós pensamos imagem-cheiro-palavras-sensações...e traduzir isso em palavras nem sempre é possível! é o que acontece quando vamos explicar algo e ao invés de falarmos fazemos um gesto...é tão difícil falar dessa dança...talvez, porque as palavras tenham que se atualizar. O fato de escrevermos com pontos, caixa alta e caixa baixa...(como já foi dito anteriormente) tem a ver com o pensamento do trabalho, daquele processo específico, e talvez seja uma forma de estarmos atualizando a linguagem escrita; há muito disso em Hakim Bey, e nos movimentos de contra-cultura, nos livros da coleção Baderna, e percebe-se nesses escritos que por trás da escrita das palvras há um conceito, um pensamento. E daí voltando aos neologismos de James Joyce é interessante de pensar que da mesma forma como construo minha pesquisa &quot;corporalmente&quot; posso construí-la na linguagem escrita, é sempre tradução intersemiótica, de uma linguagem para outra.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Toda essa discussão sobre títulos de trabalhos, e pode-se pensar também, como outras pessoas já colocaram,nos textos e releases dos trabalhos de dança contemporânea e acredito que de um forma geral de arte contemporânea, me faz pensar muito em James Joyce e seus neologismos! Talvez cada vez mais  percebamos o quanto a linguagem não é capaz de dar conta de nosso pensamento, nós pensamos imagem-cheiro-palavras-sensações&#8230;e traduzir isso em palavras nem sempre é possível! é o que acontece quando vamos explicar algo e ao invés de falarmos fazemos um gesto&#8230;é tão difícil falar dessa dança&#8230;talvez, porque as palavras tenham que se atualizar. O fato de escrevermos com pontos, caixa alta e caixa baixa&#8230;(como já foi dito anteriormente) tem a ver com o pensamento do trabalho, daquele processo específico, e talvez seja uma forma de estarmos atualizando a linguagem escrita; há muito disso em Hakim Bey, e nos movimentos de contra-cultura, nos livros da coleção Baderna, e percebe-se nesses escritos que por trás da escrita das palvras há um conceito, um pensamento. E daí voltando aos neologismos de James Joyce é interessante de pensar que da mesma forma como construo minha pesquisa &#8221;corporalmente&#8221; posso construí-la na linguagem escrita, é sempre tradução intersemiótica, de uma linguagem para outra.</p>
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	<item>
		<title>By: Loana Campos</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2009/03/19/dez-dicas-para-dar-um-bom-nome-ao-seu-espetaculo/9977/comment-page-1#comment-51986</link>
		<dc:creator>Loana Campos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 00:14:25 +0000</pubDate>
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		<description>
Acredito que perceber se um título &quot;cola&quot;ou &quot;não cola&quot;esta ligado a motivos de identificaçao, modismo, costumes, e as informaçoes que cada pessoas tem ao se deparar com o título de uma obra. Existem trabalhos que vem e voltam dentro da aceitaçao do público, obras que são detestadas e quando reaparecem o retorno é totalmente diferente do momento anterior. Como ja foi dito em comentarios anteriores: o título faz parte da obra, discutir título é discutir a obra, não desmereço as dicas que você nos traz Gustavo, tampouco acho destrutivo escrever com humor. É de grande importancia e nossa função como artistas reconhecer o que &quot;da&quot;ou &quot;não da&quot;certo quando jogamos nossas informaçoes ( obras) no mundo, mas não podemos deixar de lembrar que o que ocorre são procedimentos diferenciados, que cada artista resolve por escolhas, por objetivos traçados ou não. Ecistem situaçoes em que o título grande é intencional, repeir e repetir a palavra corpo em portugues ou em qualquer lingua que seja agradavel ou não também pode ser de propósito. Também não posso aqui tirar a realidade de que em muitos casos, essa relaçao do título com a obra e a intencionalidade para com ele pode passar despercebido pelo artísta, dando uma margem gigantesca para críticas, debates e dicas quanto ao título - obra.
Enfim, esse assunto esta dentro de um grande leque, com inúmeros elementos possíveis para se dialogar. Considero seu texto como um bom prato de entrada para se começar. Uma observação é que nessas dicas apresentadas o juizo de gosto do autor ( Gustavo) é bastante forte e talvez isso complique um pouco quando essa pauta é levada a um âmbito maior, principalmente se tratando de obras contemporaneas. Pesquisas artísticas contemporaneas podem ter infinitos caminhos e linhas, que nos confundem rapidamente, mas trazem consigo substancia e argumentos, aprofundando ainda mais cada reflexão proposta.
Reconhecer as possibilidades e levantar funcionamentos quanto obra-títuli é algo recheado e que inflama facilmente, percebe-ce pelos muitos comentarios aqui postados. Me parece uma daquelas conversas longas e que aqui certamente não será o fim. 

Loana Campos - graduanda do 4. ano do curso de Dança da FAP. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acredito que perceber se um título &#8220;cola&#8221;ou &#8220;não cola&#8221;esta ligado a motivos de identificaçao, modismo, costumes, e as informaçoes que cada pessoas tem ao se deparar com o título de uma obra. Existem trabalhos que vem e voltam dentro da aceitaçao do público, obras que são detestadas e quando reaparecem o retorno é totalmente diferente do momento anterior. Como ja foi dito em comentarios anteriores: o título faz parte da obra, discutir título é discutir a obra, não desmereço as dicas que você nos traz Gustavo, tampouco acho destrutivo escrever com humor. É de grande importancia e nossa função como artistas reconhecer o que &#8221;da&#8221;ou &#8220;não da&#8221;certo quando jogamos nossas informaçoes ( obras) no mundo, mas não podemos deixar de lembrar que o que ocorre são procedimentos diferenciados, que cada artista resolve por escolhas, por objetivos traçados ou não. Ecistem situaçoes em que o título grande é intencional, repeir e repetir a palavra corpo em portugues ou em qualquer lingua que seja agradavel ou não também pode ser de propósito. Também não posso aqui tirar a realidade de que em muitos casos, essa relaçao do título com a obra e a intencionalidade para com ele pode passar despercebido pelo artísta, dando uma margem gigantesca para críticas, debates e dicas quanto ao título &#8211; obra.<br />
Enfim, esse assunto esta dentro de um grande leque, com inúmeros elementos possíveis para se dialogar. Considero seu texto como um bom prato de entrada para se começar. Uma observação é que nessas dicas apresentadas o juizo de gosto do autor ( Gustavo) é bastante forte e talvez isso complique um pouco quando essa pauta é levada a um âmbito maior, principalmente se tratando de obras contemporaneas. Pesquisas artísticas contemporaneas podem ter infinitos caminhos e linhas, que nos confundem rapidamente, mas trazem consigo substancia e argumentos, aprofundando ainda mais cada reflexão proposta.<br />
Reconhecer as possibilidades e levantar funcionamentos quanto obra-títuli é algo recheado e que inflama facilmente, percebe-ce pelos muitos comentarios aqui postados. Me parece uma daquelas conversas longas e que aqui certamente não será o fim. </p>
<p>Loana Campos - graduanda do 4. ano do curso de Dança da FAP. </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Grasiele Sousa</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2009/03/19/dez-dicas-para-dar-um-bom-nome-ao-seu-espetaculo/9977/comment-page-1#comment-51910</link>
		<dc:creator>Grasiele Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 00:51:00 +0000</pubDate>
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		<description>Gustavo,

As risadas e a seriedade do texto me confundem , o que é ótimo!!!

Não estou à caça de um título para os meus trabalhos atuais, ele já existe. Se vc tivesse chegado antes....

Quando ouvir ou ler Cabelódromo saiba que eu sou eu e que fiz antes da sua matéria...

Aguardo aprovação!hehehehe
parabéns

bj Grasi</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gustavo,</p>
<p>As risadas e a seriedade do texto me confundem , o que é ótimo!!!</p>
<p>Não estou à caça de um título para os meus trabalhos atuais, ele já existe. Se vc tivesse chegado antes&#8230;.</p>
<p>Quando ouvir ou ler Cabelódromo saiba que eu sou eu e que fiz antes da sua matéria&#8230;</p>
<p>Aguardo aprovação!hehehehe<br />
parabéns</p>
<p>bj Grasi</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Adriana Carneiro</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2009/03/19/dez-dicas-para-dar-um-bom-nome-ao-seu-espetaculo/9977/comment-page-1#comment-50883</link>
		<dc:creator>Adriana Carneiro</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 16:46:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://idanca.net/?p=9977&#038;lang=pt-br#comment-50883</guid>
		<description>Olá Gustavo,
Muito bacana este teu artigo. Concordo sobre a importância da escolha de título para nossas obras, e confesso que este tema, me toma muito tempo durante o processo de criação. Já produzir algumas peças as quais tinham seus títulos escritos na lingua germânica, isto por terem sidos criados e apresentados na Áustria e na Alemanhã. Lembro que estas escolhas, sempre me trouxeram um enorme incômodo. Só pra te dar um exemplo: um título o qual escolhi para uma das obras (a qual prefiro não revelar), apesar dos Áustríacos e Alemães não usarem a expressão no dia dia e nunca ter ouvido falar da mesma, afirmaram, soar &quot;intelectual e metafórico&quot;. Por outro lado, traduzindo o mesmo título para o português, a meu ver, soa &quot;redundante e vago&quot;.  A sorte nesta questão é que eu gosto da obra como ela se configurou, independente do seu título, considero-a cheia de conteúdo o que diz o contrário na tradução que se aproxima do português. Ainda em Viena, o público das escolas (adolescentes), dizeram da mesma ser complexa, em um debate foi necessário o auxílio do professor pra tirar dúvidas daqueles que muitas vezes nem sabiam do que perguntar sobre o que viram. Já os adultos intelectuais, professores, artístas e outros, acharam a obra ter um perfil ousado e inteligente. Bem, diante da divergência, eu prefiro não traduzi-la para o português e ainda concordando com as suas dicas, sugiro que seja  necessário, também refletir na hora da escolha do título, sobre a cultura, e público alvo (classe social e a faixa etária) ou seja, temos muito que pensar, porém faz parte da criação. Concluindo...se eu tivesse que dar o título para esta obra denovo, escolheria um outro com um sentido mais direto na lingua portuguesa.  

Abraço
Adriana Carneiro
Recife/PE
&lt;a href=&quot;http://www.tanztheaterluz.com&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;www.tanztheaterluz.com&lt;/a&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Gustavo,<br />
Muito bacana este teu artigo. Concordo sobre a importância da escolha de título para nossas obras, e confesso que este tema, me toma muito tempo durante o processo de criação. Já produzir algumas peças as quais tinham seus títulos escritos na lingua germânica, isto por terem sidos criados e apresentados na Áustria e na Alemanhã. Lembro que estas escolhas, sempre me trouxeram um enorme incômodo. Só pra te dar um exemplo: um título o qual escolhi para uma das obras (a qual prefiro não revelar), apesar dos Áustríacos e Alemães não usarem a expressão no dia dia e nunca ter ouvido falar da mesma, afirmaram, soar &#8221;intelectual e metafórico&#8221;. Por outro lado, traduzindo o mesmo título para o português, a meu ver, soa &#8220;redundante e vago&#8221;.  A sorte nesta questão é que eu gosto da obra como ela se configurou, independente do seu título, considero-a cheia de conteúdo o que diz o contrário na tradução que se aproxima do português. Ainda em Viena, o público das escolas (adolescentes), dizeram da mesma ser complexa, em um debate foi necessário o auxílio do professor pra tirar dúvidas daqueles que muitas vezes nem sabiam do que perguntar sobre o que viram. Já os adultos intelectuais, professores, artístas e outros, acharam a obra ter um perfil ousado e inteligente. Bem, diante da divergência, eu prefiro não traduzi-la para o português e ainda concordando com as suas dicas, sugiro que seja  necessário, também refletir na hora da escolha do título, sobre a cultura, e público alvo (classe social e a faixa etária) ou seja, temos muito que pensar, porém faz parte da criação. Concluindo&#8230;se eu tivesse que dar o título para esta obra denovo, escolheria um outro com um sentido mais direto na lingua portuguesa.  </p>
<p>Abraço<br />
Adriana Carneiro<br />
Recife/PE<br />
<a href="http://www.tanztheaterluz.com" rel="nofollow">http://www.tanztheaterluz.com</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: mariana aurélio</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2009/03/19/dez-dicas-para-dar-um-bom-nome-ao-seu-espetaculo/9977/comment-page-1#comment-47244</link>
		<dc:creator>mariana aurélio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 22:06:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://idanca.net/?p=9977&#038;lang=pt-br#comment-47244</guid>
		<description>O PORCO EM MOVIMENTO
CIDADÃO PORCO
A ETMOLOGIA DO PORCO
O SABER DO PORCO
O PORCO (IN)DI(VISÍVEL)
PORCOS POÉTICOS
A CIA DO PORCO

e por aí vai... 

gustavo, já sei o nome do meu próximo trabalho, oq vc acha:

&quot;Dez dicas para dar um bom nome ao seu espetáculo&quot;

ô pessoal, não vale plagear heim... a idéia foi MINHA.

:-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O PORCO EM MOVIMENTO<br />
CIDADÃO PORCO<br />
A ETMOLOGIA DO PORCO<br />
O SABER DO PORCO<br />
O PORCO (IN)DI(VISÍVEL)<br />
PORCOS POÉTICOS<br />
A CIA DO PORCO</p>
<p>e por aí vai&#8230; </p>
<p>gustavo, já sei o nome do meu próximo trabalho, oq vc acha:</p>
<p>&#8220;Dez dicas para dar um bom nome ao seu espetáculo&#8221;</p>
<p>ô pessoal, não vale plagear heim&#8230; a idéia foi MINHA.</p>
<p>:-)</p>
]]></content:encoded>
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