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	<title>Comments on: A grande corrida </title>
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	<description>Dança Contemporânea no Brasil e no mundo</description>
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		<title>By: Ester Dezan</title>
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		<dc:creator>Ester Dezan</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 12:49:54 +0000</pubDate>
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		<description>O corpo perante  a sociedade leiga é visto como o lugar dos desejos, intocável muitas vezes e modelo pra muitos. As questões políticas que dizrespeitam ao corpo se confunde com o corpo atístico e o corpo &quot;modelo&quot;.  Infelizmente mesmo sendo arte, afinal dança é arte, muitas vezes o corpo é visto com os mesmos olhos, olhos sinuosos e que enchergam o corpo como objeto sexual, pornográfico e não uma forma de expressão corporal.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O corpo perante  a sociedade leiga é visto como o lugar dos desejos, intocável muitas vezes e modelo pra muitos. As questões políticas que dizrespeitam ao corpo se confunde com o corpo atístico e o corpo &#8220;modelo&#8221;.  Infelizmente mesmo sendo arte, afinal dança é arte, muitas vezes o corpo é visto com os mesmos olhos, olhos sinuosos e que enchergam o corpo como objeto sexual, pornográfico e não uma forma de expressão corporal.</p>
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		<title>By: Regina  Kotaka</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2009/05/29/a-grande-corrida/10790/comment-page-1#comment-59773</link>
		<dc:creator>Regina  Kotaka</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Aug 2009 13:24:55 +0000</pubDate>
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		<description>Um corpo que se permite construir conhecimentos não deve ser constituído por tabus atribuídos a má interpretação da cultura. Se a arte enquanto manifestação do imaginário é limitada pela consciência, pelo pudor, pela vergonha, não transmitirá nunca seu verdadeiro potencial. A arte não precisa se preocupar em ser ridícula nem obscena, em ser inovadora ou &lt;em&gt;retro, &lt;/em&gt;em ser caricata, séria, política, profissional ou amadora,  compreendida.  Ela precisa sim, comunicar, expor, agredir, acarinhar, repercutir!Nem que para isso ela se utilize, para os menos avisados, da arte da pornografia!

Regina Kotaka 4ºdança FAP</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um corpo que se permite construir conhecimentos não deve ser constituído por tabus atribuídos a má interpretação da cultura. Se a arte enquanto manifestação do imaginário é limitada pela consciência, pelo pudor, pela vergonha, não transmitirá nunca seu verdadeiro potencial. A arte não precisa se preocupar em ser ridícula nem obscena, em ser inovadora ou <em>retro, </em>em ser caricata, séria, política, profissional ou amadora,  compreendida.  Ela precisa sim, comunicar, expor, agredir, acarinhar, repercutir!Nem que para isso ela se utilize, para os menos avisados, da arte da pornografia!</p>
<p>Regina Kotaka 4ºdança FAP</p>
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		<title>By: Luis Gustavo</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2009/05/29/a-grande-corrida/10790/comment-page-1#comment-56756</link>
		<dc:creator>Luis Gustavo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 23:50:47 +0000</pubDate>
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		<description>O artista sempre se compromete em produzir algo comercial, seja em pequena ou grande escala, é preciso vender seu produto. A partir do momento que o coreógrafo expõe sua obra em um teatro, pressupõe que terá um publico. Independente se esse publico busca isso como entretenimento, ou para reflexões, se assiste por achar “bonito” ou esquisito, sempre há uma relação de consumo, de aprovação ou desaprovação. Afinal, qual a função da arte??
Alguns, recorrem a arte para fazer política, críticas, apologias, outros, apenas se apegam ao prazer. Prazer em agradar aos olhos e outros sentidos.
Prazer é o que buscamos sempre, em tudo! Prazer ao dançar, ao assistir, ao comprar, ao consumir, ao ajudar, ao produzir...
Como essas relações se dão é que acaba sendo muito particular. E é aqui que os públicos se segregam.
A banalização da cultura, do corpo, de arte, para mim, está diretamente relacionada com a insatisfação generalizada pelos excessos. Onde tudo é acessível e permitido a todos, surge o desinteresse. 
Afinal, tudo o que é proibido, é mais gostoso!

Luis Gustavo Guarize 4ºdança FAP</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O artista sempre se compromete em produzir algo comercial, seja em pequena ou grande escala, é preciso vender seu produto. A partir do momento que o coreógrafo expõe sua obra em um teatro, pressupõe que terá um publico. Independente se esse publico busca isso como entretenimento, ou para reflexões, se assiste por achar “bonito” ou esquisito, sempre há uma relação de consumo, de aprovação ou desaprovação. Afinal, qual a função da arte??<br />
Alguns, recorrem a arte para fazer política, críticas, apologias, outros, apenas se apegam ao prazer. Prazer em agradar aos olhos e outros sentidos.<br />
Prazer é o que buscamos sempre, em tudo! Prazer ao dançar, ao assistir, ao comprar, ao consumir, ao ajudar, ao produzir&#8230;<br />
Como essas relações se dão é que acaba sendo muito particular. E é aqui que os públicos se segregam.<br />
A banalização da cultura, do corpo, de arte, para mim, está diretamente relacionada com a insatisfação generalizada pelos excessos. Onde tudo é acessível e permitido a todos, surge o desinteresse.<br />
Afinal, tudo o que é proibido, é mais gostoso!</p>
<p>Luis Gustavo Guarize 4ºdança FAP</p>
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	<item>
		<title>By: Marco Bonachela - Recife/PE</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2009/05/29/a-grande-corrida/10790/comment-page-1#comment-56414</link>
		<dc:creator>Marco Bonachela - Recife/PE</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2009 06:04:35 +0000</pubDate>
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		<description>Muito interessante a discussão.
Vale serem pontuada algumas diferenças com a realidade brasileira. Se o autor ligasse a TV numa tarde de domingo no Brasil, provavelmente notaria que &quot;bundas&quot; e &quot;bundas-frutas&quot; compõem a fauna e flora de nossa programação.
É, por sinal, bem simbolíco que a mídia televisa, o maior difusor massivo de cultura no Brasil, tenha esse fetiche sexual pelo corpo (de preferência o feminino). Aqui, o capitalismo costuma mostrar facetas um pouco mais selvagens que na Europa. Nossa herança colonial é um fator imprescindível na discussão: se vivemos hoje a era do corpo-objeto, vivemos antes a do território-objeto.
O corpo é a última fronteira intransponível para o homem contemporâneo. Espaço e tempo já se desmancharam no ar a pelo menos três décadas e o sujeito, mediante as tecnologias digitais, é uma entidade potencialmente virtual. Não é de se espantar que a dimensão táctil, carnal, ou mesmo biológica, seja agora o local mais político principalmente nas discussões estéticas.  
Nesse sentido, a força orgásmica é uma analogia muito pertinente. A fugacidade e a imaterialidade do conceito nada mais são do que a afirmação da natureza, do que é animal e não controlável. A arte cênica é o território por excelência da presença: é na sensorialidade do fenômeno cênico que a comunicação entre artista e espectador (mesmo que isolado em uma platéia) se fundamenta.
Acho que a pornografia é um exemplo do que pode mover a arte hoje. Não existem formas de dissociar a pornografia da moral, que inclusive a recusa como algo errado e sujo. Não é a arte o terreno natural da provocação? E a moral o espaço mais objetivamente permeado pela ideologia das elites?  
A violência do que é imoral move e moveu a arte sempre.
Links interessantes sobre o tema:
&lt;a href=&quot;http://brodypaetau.com/?page_id=6&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://brodypaetau.com/?page_id=6&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://tiny.cc/5X9d9&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&lt;strong&gt;http://tiny.cc/5X9d9&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito interessante a discussão.<br />
Vale serem pontuada algumas diferenças com a realidade brasileira. Se o autor ligasse a TV numa tarde de domingo no Brasil, provavelmente notaria que &#8220;bundas&#8221; e &#8220;bundas-frutas&#8221; compõem a fauna e flora de nossa programação.<br />
É, por sinal, bem simbolíco que a mídia televisa, o maior difusor massivo de cultura no Brasil, tenha esse fetiche sexual pelo corpo (de preferência o feminino). Aqui, o capitalismo costuma mostrar facetas um pouco mais selvagens que na Europa. Nossa herança colonial é um fator imprescindível na discussão: se vivemos hoje a era do corpo-objeto, vivemos antes a do território-objeto.<br />
O corpo é a última fronteira intransponível para o homem contemporâneo. Espaço e tempo já se desmancharam no ar a pelo menos três décadas e o sujeito, mediante as tecnologias digitais, é uma entidade potencialmente virtual. Não é de se espantar que a dimensão táctil, carnal, ou mesmo biológica, seja agora o local mais político principalmente nas discussões estéticas.<br />
Nesse sentido, a força orgásmica é uma analogia muito pertinente. A fugacidade e a imaterialidade do conceito nada mais são do que a afirmação da natureza, do que é animal e não controlável. A arte cênica é o território por excelência da presença: é na sensorialidade do fenômeno cênico que a comunicação entre artista e espectador (mesmo que isolado em uma platéia) se fundamenta.<br />
Acho que a pornografia é um exemplo do que pode mover a arte hoje. Não existem formas de dissociar a pornografia da moral, que inclusive a recusa como algo errado e sujo. Não é a arte o terreno natural da provocação? E a moral o espaço mais objetivamente permeado pela ideologia das elites?<br />
A violência do que é imoral move e moveu a arte sempre.<br />
Links interessantes sobre o tema:<br />
<a href="http://brodypaetau.com/?page_id=6" rel="nofollow">http://brodypaetau.com/?page_id=6</a><br />
<a href="http://tiny.cc/5X9d9" rel="nofollow"><strong><a href="http://tiny.cc/5X9d9" rel="nofollow">http://tiny.cc/5X9d9</a></strong></a></p>
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	<item>
		<title>By: Mariana Reis - Faculdade de Artes do Paraná</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2009/05/29/a-grande-corrida/10790/comment-page-1#comment-55397</link>
		<dc:creator>Mariana Reis - Faculdade de Artes do Paraná</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 01:42:24 +0000</pubDate>
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		<description>Os papéis sexuais estão presentes nas nossas vidas em todos os momentos. Essa afirmação nos move como seres humanos.Muitas revoluções mundiais inclusive na dança aconteceram movidas pelos papéis sexuais. Então a pornografia implicita ou explicita está incluida na dança de qualquer maneira.As danças de manifestações culturais estão impregnadas de pornografias apresentadas de maneiras variadas.Se essa é uma forma de &quot;chamar a atenção&quot; eu não sei, mas é a manifestação mais antiga da raça humana. Levar isso para a dança contemporânea pode ser um desafio, mas não acredito que apelar para a pornografia em si seja o caminho.Primeiro precisa se conhecer o que se quer para saber o que se quer tocar com isso.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os papéis sexuais estão presentes nas nossas vidas em todos os momentos. Essa afirmação nos move como seres humanos.Muitas revoluções mundiais inclusive na dança aconteceram movidas pelos papéis sexuais. Então a pornografia implicita ou explicita está incluida na dança de qualquer maneira.As danças de manifestações culturais estão impregnadas de pornografias apresentadas de maneiras variadas.Se essa é uma forma de &#8220;chamar a atenção&#8221; eu não sei, mas é a manifestação mais antiga da raça humana. Levar isso para a dança contemporânea pode ser um desafio, mas não acredito que apelar para a pornografia em si seja o caminho.Primeiro precisa se conhecer o que se quer para saber o que se quer tocar com isso.</p>
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		<title>By: Loana Campos</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2009/05/29/a-grande-corrida/10790/comment-page-1#comment-55092</link>
		<dc:creator>Loana Campos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 19:16:11 +0000</pubDate>
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		<description>Encontrar disfarces dentro dos próprios disfarces que nos são impostos e ensinados, encontrando estrategias de mantermos e transformarmos nossas ídéias.Talvez seja UMA DE  nossas funções quanto artistas 


Exitem dois pontos que me chamam muito a atençao na fala de Salazar, aos quais gostaria de compartilhar.
O primeiro é uma discussão que faz parte do meu cotidiano quanto artista e graduanda de um curso de dança. Herdamos e continuamos a viver uma logica capitalista que nos leva a categorizar, sendo que essa categorizaçao nao aparece apenas como maneira de reconhecer algo, mas também para julgar e filtrar o que é conveniente, conveniente para quem? Logicamente para a sobrevivencia do e no sistema.
Falar que a cultura é mais uma gaveta de todo o sistema que nos envolve se aproxima do pensamento da &quot;politica da exclusão pela inclusão&quot;, frase que aparece em varios discursos e  acredito que a vivenciamos diariamente.
Essa é a logica: aceitar, fingir que assume para colocar na &quot;mistura&quot;, sabendo que, se  &quot;misturar&quot; enfraquecerá tal açao, fazendo-a aos poucos desaparecer na multidão.
É isso que passamos durante nossa trajetória quanto artistas/pesquisadores/posicionamentos. Mas também vejo que nossas açoes são eficazes e que no micro-macro podemos e devemos agir.desviando, mergulhando e transformando o mar de categorias, gavetas e cavernas que a própria sociedade capitalista construi e continua contruindo.

A segunda questão que me deixa feliz e ao mesmo tempo me traz uma nova possibilidade de olhar algo, que ainda não havia parado para pensar é essa relaçao da vida-criaçao -pornografia. O autor traz um possivel olhar para tratar a pornografia e arte, a sua funçao e sua açao na vida humana. Confesso que esse assunto me cai de para-quedas, por ainda não ter parado para refletir sobre. e por esse motivo me chama a atençao e me estimula como discussão.Talvez me estimule a buscar na minha açao quanto artista, onde esta questao esta presente, se esta, e como esta.
é disso que somos feitos. TROCAS.

agradeço pela troca.

Loana Campos artista-pesquisadora. Curitiba-PR

 </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Encontrar disfarces dentro dos próprios disfarces que nos são impostos e ensinados, encontrando estrategias de mantermos e transformarmos nossas ídéias.Talvez seja UMA DE  nossas funções quanto artistas </p>
<p>Exitem dois pontos que me chamam muito a atençao na fala de Salazar, aos quais gostaria de compartilhar.<br />
O primeiro é uma discussão que faz parte do meu cotidiano quanto artista e graduanda de um curso de dança. Herdamos e continuamos a viver uma logica capitalista que nos leva a categorizar, sendo que essa categorizaçao nao aparece apenas como maneira de reconhecer algo, mas também para julgar e filtrar o que é conveniente, conveniente para quem? Logicamente para a sobrevivencia do e no sistema.<br />
Falar que a cultura é mais uma gaveta de todo o sistema que nos envolve se aproxima do pensamento da &#8220;politica da exclusão pela inclusão&#8221;, frase que aparece em varios discursos e  acredito que a vivenciamos diariamente.<br />
Essa é a logica: aceitar, fingir que assume para colocar na &#8220;mistura&#8221;, sabendo que, se  &#8221;misturar&#8221; enfraquecerá tal açao, fazendo-a aos poucos desaparecer na multidão.<br />
É isso que passamos durante nossa trajetória quanto artistas/pesquisadores/posicionamentos. Mas também vejo que nossas açoes são eficazes e que no micro-macro podemos e devemos agir.desviando, mergulhando e transformando o mar de categorias, gavetas e cavernas que a própria sociedade capitalista construi e continua contruindo.</p>
<p>A segunda questão que me deixa feliz e ao mesmo tempo me traz uma nova possibilidade de olhar algo, que ainda não havia parado para pensar é essa relaçao da vida-criaçao -pornografia. O autor traz um possivel olhar para tratar a pornografia e arte, a sua funçao e sua açao na vida humana. Confesso que esse assunto me cai de para-quedas, por ainda não ter parado para refletir sobre. e por esse motivo me chama a atençao e me estimula como discussão.Talvez me estimule a buscar na minha açao quanto artista, onde esta questao esta presente, se esta, e como esta.<br />
é disso que somos feitos. TROCAS.</p>
<p>agradeço pela troca.</p>
<p>Loana Campos artista-pesquisadora. Curitiba-PR</p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
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