A polêmica que envolve profissionais de dança e o Conselho Federal de Educação Física (Confef) – que elaborou projeto de lei para interferir na fiscalização do exercício profissional das áreas de dança, ioga, capoeira, artes marciais e pilates – está em discussão no Ministério do Esporte.
O Conselho Nacional do Esporte (CNE), órgão do ministério, criou uma Comissão Especial para debater o tema por meio de audiências setoriais e públicas realizadas em Brasília. A próxima rodada de reuniões, que deveria ter terminado no início de junho, foi adiada, mas deverá acontecer em breve. Segundo informações da comissão, presidida por Júlio Filgueira (secretário Nacional do Esporte Educacional), a realização das reuniões está dependendo de decisão do Colégio Brasileiro das Ciências do Esporte (CBCE), outro órgão envolvido na discussão.
Após reunir as opiniões e subsídios das entrevistas e audiências setoriais anunciadas, a Comissão Especial fará uma audiência pública para a apresentação dos resultados e debate de um relatório preliminar a ser apresentado aos membros do CNE. A data e local serão divulgados no site do Ministério do Esporte. Os profissionais de dança devem ficar atentos pois as datas das audiências são divulgadas no site do Ministério do Esporte.
A questão envolvendo profissionais de dança e a área de Educação Física teve início quando, em 1998, foi aprovada a Lei 9.696/98 regulamentando a profissão de educador físico e determinando que os profissionais de dança, ioga, lutas marciais e outros que não formados em Educação Física não poderiam mais dar aulas. Em 2002, o deputado federal Luiz Antônio Fleury Filho (PTB/SP) apresentou o projeto de lei 7.370/02 que determina que os profissionais de dança e outras áreas não estejam sujeitos à fiscalização dos Conselhos de Educação Física com o argumento de se tratarem de atividades artísticas e culturais, e não físicas ou desportivas.
Leia também: Audiência setorial do Ministério do Esporte deverá acontecer em agosto
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Do ponto de vista de graduado em Educação Física em licenciatura e professor de dança, não acho que o Confef tem o direito de reger as condições de Dança, visto que quem ministra aulas de dança (ballet, dança contemporânea, moderna, jazz, street dance, etc.) tem o conhecimento prático e muitas vezes teóricos adiquiridos durante anos de estudos práticos durante a vida. Hoje já existem faculdades de dança espalhadas por todo o Brasil, afirmando assim o seu caráter na area de conhecimento artístico e cientifico. Possuimos especializações, mestrados e doutorados na area de dança, da mesma forma que a Educação Física. Também lembro que a Dança faz parte da grade curricular da Ed. Fís., mas, durante o processo de estudos não abrange por tempo e as vezes por disponibilidade de professores, práticas mais objetivas. A Dança deve ter um órgão que a reja, que a direcione e a fiscalize, e não deixar a cargo de pessoas que entendem de certo modo do corpo, mas não entendem as reais necessidades de bailarinos e professores.
Oi eu sou bailarina/pesquisadora em dança, estou concluindo o último ano da graduação em dança pela FAP Faculdade de Artes do Paraná. Não tem lógica misturar as duas profissões dentro de uma lei única, são dois lugares completamente diferentes relacionados a um mesmo foco que é “o corpo”, tanto a dança quanto a educação física trabalham com o corpo, mas de pontos de vista muito diferentes, é um equivoco muito grande o que vem acontecendo nesses últimos anos, onde os alunos que tem uma graduação em educação física e que tem dentro do curso apenas uma máteria que estuda a dança, acredito que de uma forma superficial, pelo pouco tempo que tem na grade curricular,sai pro mundo achando que pode dar aula de dança e por conta da confef, muitas vezes toma o lugar de muitos profissionais que passaram 4 anos de sua vida dedicando o seu tempo a estudar e se especializar, em uma faculdade epecífica de dança, a dança precisa de uma lei única só dela, pois esse profissão já evoluiu com o passar dos anos e cada vez mais está crescendo para o caminho de pesquisas (Dança e ciência), precisamos abrir o olhar das pessoas para enchergar o dança no lugar que ela está hoje, como sendo um posicionamento político no mundo.
Muito importante essa reportagem.
Sou formada em Ed. Física peala FEFISA, amo Dança . sempre dancei fiz a faculdade de Ed. Física por causa da dança e não tive condições de fazer uma faculdade de dança porém minha faculdade de Ed. Física me ajudou muito pois ministro aulas de dança , tenho conhecimento e muito pois sempre me dediquei nesta área, pois o professor deve saber ensinar e criar a dança não necessariamente ser um bailarino procupado com performance na dança e sim tomar cuidado com o corpo do aluno e isso a ed. física nos permite e alías o nossa grade tem dança portanto somos capacitados pois a dança se trabalha muito com a criativiade e o conhecimento teórico e prático. A dança é uma arte porém não deixa de ser exercício físico pois caso contrário não estaria momvimentando o corpo. Na minha opinião tanto o profissional da Dança como o da Ed. física tem o direito de dar estas aulas . Pois o equivoco é que os profissionais da Dança acham que o prof. de Educação Física só pode dar aulas de esporte. é fantastico quantos professores de danças e bailarinos que convivi na FEFISA com conhecimento da dança aprendi muito, fora nossos trabalhos enriquecedores de dança….
Entendo este caso como falsidade ideológica, é caso de polícia!!
A grande maioria dos docentes, formados e alunos da EDF não tem a mínima condição para lidar com dança, são totalmente injenuos e preconceituosos inclusive. Deste jeito as Universidades de dança podem incluir em sua grade currícular as matérias, atletismo, handebol, futebol, voleibol, etc…
Crime por falsidade ideológica dá cadeia!!!!
Olha… a questao agora é…
Que dança a pessoa acima disse que a faculdade de educaçao fisica habilita?
Dança é um universo… centenas de danças, estilos, fundamentos e historia.
Nem a faculdade de dança na minha opiniao habilita, a nao ser que seja na area da dança contemporanea.
Ninguem pode substituir um profissional de uma area especifica.
Nao queira fazer com a dança o que ja fizeram com a area do jornalismo… com um monte de formados sem area especifica que nao sabem sobre o que falar.
Nenhuma faculdade pode subsituir anos de uma escola seria de dança…
Nenhuma dança se aprende em 4 anos de faculdade…
Cada estilo de dança = 1 vida.
Isso tudo é uma tremenda FALTA DE RESPEITO com o profissional da DANÇA.
Se quer dar aulas de dança, faça faculdade de DANÇA. Estude A DANÇA.
Sou formada em Educação Física, Mestre em Ciências do Movimento Humano, atualmente atuo como professora no curso de Licenciatura em Ed. Física na FURG e também sou bailarina. Concordo plenamente com a posição do Rodolpho e da Isabela. O curso de educação física não dá conta da dança. Dança é arte! E iso não é desenvolvido na educação física. São enfoques de trabalho bem diferentes, que tem o corpo como elemento central. A educação física ‘pode’ trabalhar com a dança e até deve, mas com um objetivo educacional, jamais acreditar que é da sua competência a grande área DANÇA. É preciso sim, urgente, que se crie uma regulamentação própria da dança perante nossa legislação para que a mesma não fique à merce dos interesses do CREF/CONFEF, que, muitas vezes, tem uma visão bem menos idealizadora e, infelizmente, bem mais comercial sobre esse assunto.
CADA UM NO SEU QUADRADO!
Gostei do seu comentário Borelli. Quem planeja ser profissional da Dança, deve cursar graduação em Dança. É claro que excelentes profissionais em atividade hoje, construíram sua tragetória profissional em diagonal, transitando por outras áreas do conhecimento. Mas em plena era da informação é necessário que as áreas de pesquisa e conhecimento sejam bem definidas, valorizando suas especificidades. É de admirar que até hoje a EDF insista nessa demanda absurda! Estão lhe faltando assuntos para debater? Ou essa é mais uma questão de interesses políticos-ideológicos ligados ao faturamento dos sindicatos e conselhos regionais?
é necessário um discurso mais pedagogico voltado para os novos pcn e a ldb que inclui na grade curricular como ensino obrigatorio o ensino da música ,teatro e dança . talvez o que encomode o conselho nacional da educação fisica que ainda iguinorantemente insitem em continuar com posturas ultrapassadas na relação com o corpo, o mundo caminha para novas perspectivas o que esta precisando é atualizar os cursos de educação fisica que ainda assumem uma posutra cartesiana em suas metodologias ultrapassadas,talvez o que falte ao secretario de esporte nacional e ao conselho e ler um pouco mais klauss Vianna, Merleau – ponty, Iavldo BErtazzo,Freire,João batista , labam ,monica tantas enfim o que deveri esta em questionamento é ométodo ultilizado pelos profissionais de educação física que até hoje usa o método franes e a calestenia , o predominio dos esportes internacionais,o atleta se submete as torturas dos treinamentos agem apenas pelas reproduçães dos passos, pela forma, onde o professor é dirigente e autoritário é preciso em um trabalho de corpo com o aluno que é um ser humano e não um maquina reprodutora de movimento compreender perceber esses com toadas as suas percep,ções ,expressões,seus sentimentos,sua crítica e criatividade e trabalhar simultaneamente com todas as linguagens ,escrita , sonora, dramática ,cinematografica e corporal.
colocamos então em quetão o conceito de corporeidade na pratica educacional,ampliar a visão do corpo e do movimento integrados na toalidade humana
enfim ,se faz necessário compreender que afunção da escola democrática não se resume a sistematização.
jadiel ferreira graduando em dança licenciatura pela ufal universidade federal de Alagoas.
Penso o seguinte: Já chegou a hora de começar a separar as coisas. Tudo bem que a alguns anos atrás, pelo número mínimo de estudantes de dança, os profissionais de educação física eram também responsáveis pelo oficio da profissão, vertente do campo das artes. Na verdade, valia tudo para preservá-la de alguma forma minimamente nas escolas, e até analisando melhor, os profissionais de educação física acabavam por querer da ênfase apenas ao exercício físico na maioria das vezes, ou mesmo não o praticavam assiduamente a pratica da dança na escola(que tem por direito a mesma aplicação semanal e não proposital). Precisamos ser mais verdadeiros conosco e elevar o grau do bom senso, e entender que os tempos são outros e que a arte, um importante veiculo de formação critica e humana, perdeu sim seu espaço dentro das escolas, e o que se via mais era uma exploração apenas do dever físico do aluno em cima da pratica da dança, que era carregada de uma maneira preconceituosa, pequena e desonesta diante do tamanho do aproveitamento que tudo que envolve essa arte pode proporciona tanto educacionalmente como culturalmente.
A dança, o teatro, as artes plásticas, visuais, a fotografia merecem seu espaço nas escolas para fomentar a educação das artes no âmbito escolar. Ja é uma grande diferença do profissional da dança e da educação física quando o profissional artista tem o dever não só de proporcionar o exercício físico, mas sim, o seu conjunto como: a uma noticia, a uma poesia, a um autor ou grande artista. A ARTE DA DANÇA NÃO É SÓ PARA PRESERVA O CONDICIONAMENTO FISICO DO ALUNO! Entendo que o educador físico está mais próximo da realidade elaboral de exercício físicos para o bem estar físico de seus alunos e não para construção de espetáculos e mostras através da dança sobre um raciocínio mais artístico e critico, onde também, dedique-se uma atenção mais especifica, integral e que potencialize a área artística do aluno, que pode se descobrir artista nas aulas. São muitas as questões diferentes, as abordagens dessas ciências e sua abrangência nas escolas. São muitas as questões que envolvem uma melhor elaboração e aproveitamento do profissional da dança. E ainda que digam que educadores físicos também trabalham de uma forma privilegiando montagens e mostras artísticas, o exercício critico e sensível do aluno perante o mundo que o cerca, a verdade é que o discurso para fomentar esse tipo de coisas nas escola é mínimo, e acaba que a arte não tem sua totalidade explorada como saber e promoção cultual, e pela má apreciação e educação dentro de um âmbito mais artístico, não a um verdadeiro interesse dos alunos, que por muitas vezes, vi uma boa idéia de aula de dança voltar a ser uma aula de vôlei ou futebool pelo mau ensino da dança e do teatro nas escolas, que pouco despertaram interesse por tamanho pobreza de conteúdo, qualidade de ensino, e claro mau entusiasmo do ministrante.
Hoje, lutamos não só para estudar dança, ou teatro, os artes plásticas implantado nas escola, brigamos também, para aplicar sobre os alunos o valor real desse ensino e prática. Temos uma árdua missão de desconstruir todo o mau investimento de profissionais não muito comprometidos com esse fazer, e que acabaram na verdade fazendo grande estrago por ministrarem aulas muito despreparados e não tão apaixonado pela arte quanto pela educação física, e isso mexe com o aluno que espera vê no professo não só a qualidade de ensino e técnica, mais a expressão exata desse fazer “estampada no rosto” desse educador. É ou não é verdade?
Enfim, são muitas as questões que hoje, merecem ser melhor analisadas e mudadas para melhor respeitar o trabalho do educador físico, e também do educador artístico.
O estudante de dança, assim como de educação física dedica anos de estudo para trabalhar da melhor maneira, e isso, merece ser respeitado. Acho que a melhor forma nesse momento, é o exercício do bom senso sobre essa novo momento que se encontra a educação artística ascendente no Brasil.
São realmente coisas diferente,m abordagens diferente, dedicações diferente, entusiasmos diferente, entendimento e promoções diferente.
Oi Gente,
Já falei sobre a questão aqui várias vezes, por fim o tema de minha monografia e uma pesquisa que estou publicando este ano:
A tentativa de apropriação do mercado profissional de artes cênicas, tanto Dança, quanto Teatro e Circo, por profissionais de Educação Física.
É gente esses PICARETAS não se contentam só com a dança não, também querem se apropriar do teatro e do Circo também, dizendo que estas atividades são exercício físico. Tudo isso trata-se de uma manobra política que visa apenas ampliar o seu mercado, enriquecer ilicitamente os seus conselhos, e se beneficiar.
É FALSIDADE IDEOLÓGICA MESMO! É CRIME E CASO DE POLÍCIA!
Sempre aparece aqui reclamação de algum EQUIVOCADO profissional de Educação Física tentando se justificar a dança em educação física. E com todo respeito, não tem justificativa nenhuma é tentativa de apropriação de mercado sim.
Todo ano formam-se um verdadeiro exercito de profissionais de Educação Física, e alguém já se perguntou para onde vão estas pessoas? Se a área está saturada, tentam ROUBAR a área de outros profissionais é óbvio.
É isso contam com o apoio dos seus conselhos que tentam como neste projeto de lei pretende ROUBAR a área de atuação de outros profissionais.
POIS BEM VOU REPETIR TUDO QUE JÁ DISSE ANTES:
Segundo o Estatuto do Conselho Federal de Educação Física CONFEF
Curso de Educação Física é da área da Saúde. A dança aí é um instrumento com que este profissional se utiliza para obter os seu propósitos de Educador Físico, sendo da sua competência prestar serviços que favoreçam o desenvolvimento da educação e da saúde, contribuindo para a capacitação e/ou restabelecimento de níveis adequados de desempenho e condicionamento fisiocorporal dos seus beneficiários, visando à consecução do bem-estar e da qualidade de vida,
A dança em educação física tem propósitos físicos e biológicos sim.
Curso de Educação Física NÃO FORMA, muito menos qualifica algum ARTISTA CÊNICO (bacharel ou licenciado) em Dança ou Teatro.
Quanto a afirmações de que a dança deve ser ensinada por profissionais de Ed.Física na Escolas, isso só mostra o desconhecimento legal e o equívoco de como muitos profissionais de educação física vêem a dança. E mostra o quanto estou certa quanto ao desejo da manipulação de mercado para se beneficiar.
O fato de eu ser profissional de teatro e defender ardentemente a dança é porque como eu disse essa questão da educação física já está prejudicando e refletindo também nos profissionais de teatro (profissão também “objeto de desejo” desse domínio imperialista profissional).
Tanto a Dança quanto o Teatro também apesar das grandes semelhanças também possuem formações distintas. Nos cursos de teatro inclusive tem a disciplina dança com carga horária muito maior do que muito curso de Ed. Física.
Vou repeti o que já falei em outro comentário, e que deveria ser de conhecimento dos profissionais de Ed. Física:
“A DANÇA EM EDUCAÇÃO FÍSICA” (disciplina que normalmente tem nas grades curriculares dos cursos de Educação Física), que representa carga horária irrisória no total deste curso (quase sempre), e que não qualifica estes graduados como profissional da área de dança (seja bailarino, dançarino, coreógrafo ou professor de dança). A dança dentro do contexto da educação física tem outra intencionalidade; é utilizada como forma de socialização, exercício e condicionamento físico, visando sempre preservar o bem estar e a saúde.
Vale ressaltar que alguns exercícios físicos e atividades tradicionalmente utilizadas pelos Profissionais de Educação Física foram travestidos de Dança: Dança Aeróbica, Aerodança, Fitness, Dança e Power Dança, que nada mais são do que Ginástica Aeróbica. Podemos citar ainda a Hidrodança, que nada mais é do que Hidroginástica. Portanto, nesse contexto de modismos desenfreados, impõe-se identificar a INTENCIONALIDADE, o fim que se quer alcançar com a atividade de Dança. É importante deixar claro que, diferem totalmente das manifestações ARTÍSTICO-CULTURAIS E DE ESPETÁCULOS, ou seja a Dança ARTE e a Dança COREOGRÁFICA com intenção de ESPETÁCULOS ARTÍSTICO-CULTURAIS, para efeito de exibição e divulgação pública, são atividades do ARTISTA e não do profissional de educação Física
Cabe aqui lembrar que assim como outros os outros cursos superiores no Brasil os cursos de Educação Física devem obedecer as instruções nacionais e as ”Diretrizes Curriculares para os Cursos de Graduação” do Ministério da Educação – MEC, que fazendo distinção entre as áreas, define o teatro e a dança no campo das Artes Cênicas, ou seja, como Ciência Humana, Cultural e Social, enquanto coloca a Educação Física no campo das Ciências Biológicas e da Saúde
Infelizmente não dá para FINGIR que está tudo bem , quando vejo muitos profissionais de educação física tentado driblar em benefício próprio a legislação , tentando vincular para agregar e monopolizar atividades ARTISTICAS para a sua profissão.
Aliás quem defende este posicionamento são sempre pessoas da área da Educação Física. O que não deixa de ser muito conveniente não?
Lembrando aqui que os profissionais de educação física e seus respectivos conselhos impedem a atuação de profissionais sem a formação específica em educação física em sua área, como um instrutor de ginástica por exemplo.
A legislação trabalhista, as orientações curriculares do MEC, a Lei 6. 533 de 24 de maio de 1978, bem como o decreto nº 82.385 de 5 de Outubro de 1978, , “que dispõe sobre a profissão de artista e técnico em espetáculos de diversões e dá providências” e o quadro em anexo a este mesmo decreto sobre “Títulos e descrições das funções em que se desdobram as atividades artísticas”. Devem ser mais divulgados e temos que buscar o efetivo cumprimento dos mesmos.
PRECISAMOS LUTAR CONTRA ESSA PICARETAGEM!
Monica Mesquita
Graduanda em Teatro
Áreas de Atuação e formação: Teatro, Cinema e Dança-Teatro
BEM,
CREIO QUE ESTE ESPAÇO SERVE PARA DISCUTIRMOS SOBRE ESTE ASSUNTO DE FORMA OBJETIVA. OFERECER COLOCAÇÕES QUE PODERÃO SER APROVEITADAS NESTA DISCUSSÃO.
PENSO QUE AO INVÉS DE RECLAMARMOS OU UM LADO “BATER” NO OUTRO, NÓS VAMOS PERDER A OPORTUNIDADE DE UMA DISCUSSÃO SOBRE ESTA REUNIÃO QUE IRÁ ACONTECER AINDA NÃO SE SABE QUANDO.
ENQUANTO RECLAMAMOS O CONFEF ESTÁ AGINDO DE FORMA INTELIGENTE.
VAMOS NOS UNIR E CONVERSAR E PROPOR AÇÕES NO BRASIL TODO, JUNTO COM O FÓRUM NACIONAL DE DANÇA, JUNTO COM O COLEGIADO DA DANÇA E DEMAIS ORGÃOS.
AQUI EM GOIÂNIA, O FÓRUM DE DANÇA DE GOIÂNIA ESTÁ BATALHANDO PARA MAIS INFORMAÇÕES (ALIÁS, FOMOS NÓS QUE AVISAMOS ESTE SITE SOBRE A REUNIÃO), E ESTAMOS DIALOGANDO COM ALGUMAS PESSOAS NO BRASIL PARA VER A MELHOR FORMA DE AGIR.
A REUNIÃO ESTÁ AÍ E TEMOS QUE CORRER PARA NÃO DANÇARMOS, NO PIOR SENTIDO DA PALAVRA.
ABRAÇOS,
SACHA WITKOWSKI
FÓRUM DE DANÇA DE GOIÂNIA
Acho que deve ser observado, os profissionais graduados em Educação Física sem especialização na área de dança ministrando aulas na cadeira de metodologia da dança em cursos superiores de educação física. Em exemplo a URCA Universifdade Reginal do Cariri, com campus em todo o sul do estado do Ceará, que tem profissional apenas graduado no curso de licenciatura em educação física da própria universidade, ministrado aulas na cadeira metodologia da dança, impedindo que profissionais com formação acadêmica em dança ocupem o cargo.
Farei uso de uma expressão popular muito conhecida para iniciar meu posicionamento quanto a esta questão.
“Cada macaco no seu galho”…
Me parece um despropósito a discussão sobre quem deve regimentar a Dança, logo vincular-lá ao CREF/CONFEF como área de abrangência relacionada com a EDF é um absurdo!
Não sou contra os profissionais de edf, mas verdade seja dita, o foco desses profissonais em relação a Dança é diferente do pensamento de um profissional da área da Dança no que concerne a ela mesma.
Igual, fazemos uso do conhecimento acumulado, estudado, pesquisado, analisado, vivido em relação ao corpo e suas específicidades, mas os objetivos são claramente diferentes e a forma com que se articula esse conhecimento.
Sabemos que 4 anos de uma faculdade não são suficientes para aplacar todo o domínio de conhecimento sobre ela. É necessário toda uma vida.
Só que não devemos esquecer que Dança é arte, é linguagem, é socialização, é comunicação, e não somente um meio de se trabalhar a necessidade de movimento do corpo humano para um melhor desenvolvimento e consequentemente saúde.
Heleno Moura – profissional da dança a mais de 20 anos e graduando do 4º ano do curso de dança da faculdade de artes do paraná.
Entendo a dança como área artistica que se distancia da área da educaçao física, principalmente e de modo gritante, na maneira de se pensar a construção de conhecimento. A logica para se pensar corpo, ação no mundo, comunicação e o modo de se resolver no mundo como busca de permanencia que a dança promove é especifica, a relação de corpo como exercicio fisico pode até estar presente numa aula ou uma obra de dança, mas o modo como se apresenta é inteiramente distinto e direcionado. Enfim, poderia ficar horas aqui levantando argumentos para colocar a dança e qualquer forma de arte em um continente bastante distante a area da educação fisica,mas lendo os comentarios anteriores, e concordando com muitos deles: Isabela, Sacha, Monica Mesquita…entre outros, vejo que muitos argumentos ja estao presentes.
Algo que acho importante frisar e que a Sacha coloca em seu comentario é quanto a organização de nós, profissionais da dança para o fato em si.
Essa discussão ja dura anos e anos, e acredito que podemos fazer muito mais do que ja fazemos, se fazemos… para assegurar o lugar específico da dança, como exemplo temos a lei da dança que em alguns lugares mais do que outros tem se discutido e agilizado para essa poder existir.
O que eu digo é que temos força mais ainda nao sabemos, ou não a buscamos para nos posicionarmos quanto dança principalmente a nivel federal. As resoluções acabam por se acomodar em nosssas proprias instancias e enfraquecem um pensamento que é geral.
Existem muitos movimentos tanto da dança quanto dentro da propria area da educação fisica que buscam esses esclarecimento em forma de lei que arte não pertence a area da saúde. Precisamos “me incluo por inteiro nesse chamado” agir e nos organizar. Saber agir antes da bomba explodir, pois parece que temos como habito nos mexer minutos antes da bomba explodir, sendo que podemos estar prontos, ou pelo menos alerta, antes mesmo dela ser ativada.
PS: nao quero dizer que não existem grupos e mobilizações que ja estao a frente dessa luta e que nao estao paradas, é apenas uma provocação para essas outras tantas que poderiam ja estar incluidas. Pois acredito ser uma luta de todos os profissionais, sendo professores, bailarinos, pesquisadores, criticos, etc…etc…etc…
Precisamos acreditar no poder de nossas ações, e em nossas ações conjuntas em especial.
Esse é um ótimo espaço em que essa articulação pode se dar.
Loana Campos – pesquisadora em dança – Curitiba – PR
Há quanto tempo estou empenhada nesta construção! Chega a desanimar… É como discutir “o sexo dos anjos”… Entrei em minha Graduação em Dança (Bacharelado e Licenciatura PUC-PR, hoje FAP) em 1987, terminando a graduação em 1990 (cursei, ao mesmo tempo, buscando todas as informações possíveis, a Escola do Teatro Guaíra). De lá para cá, muito trabalho diário, como bailarina e professora (e a consciência de que a dança é esse ‘aprontar-se a cada dia’, até o fim). Nisso, posso citar a experiência de 8 anos lecionando na Licenciatura em Dança da UNICRUZ (Universidade de Cruz Alta, RS), a 1ª Graduação em Dança do Rio Grande do Sul; e, atualmente, dando aulas na Licenciatura em Dança da Ulbra…
Percebo uma questão urgente: a falta de informação! Sim, só pode ser isso. Gostaria que um dos membros do Confef convivesse um mês, apenas, frequentando as aulas num curso de licenciatura em dança (um mês apenas). Gente, essas pessoas não têm ideia de que a dança, cada gênero, é um UNIVERSO de informações, que uma existência é pouco para dar conta…
Escrevo isso e penso no nosso amigo Roberto Pereira, falecido hoje; penso com enorme pesar! Com tantas coisas a construir pela dança (ainda mais com esta lacuna; perdemos um ser de coragem!). E hoje, estamos, ainda, a discutir esta questão óbvia, para nós que da dança vivemos e pela dança vivemos há tanto tempo.
Cada vez mais me convenço de que a ignorância é a mãe da coragem; quanto menos especializados somos em algo, menos o poder da criticidade se manifesta… Então, a coragem trabalha junto com uma ganância, um “desejo de poder e dominação” de determinada área ou assunto. Não é isso que acontece com a reivindicação do Confef?
Ai, francamente! Lembrei agora de uma época em que vivi no Interior do RS e tinha uma academia, que oferecia em seus serviços várias ‘modalidades’ de atividades… o último item que anunciava era “danças em geral”. Nossa! Que beleza! Quanta criatividade, não? Danças em geral… Alguém pode me dizer o que significa isso?
Bem, gente, ao trabalho!
Luciana Paludo
*voltarei a este espaço no decorrer da semana, para acompanhar as discussões.
A pretensa Lei n°9696/98 deve ser considerada nula de pleno direito uma vez que a dança pertence ao Ministerio da Cultura, órgão independente do Ministério dos Esportes!
Sou o Sávio de Luna, graudado em Ed. Física, Especialista na área de dança e Mestre em Educação com o objeto na formação do professor de dança, tbm, sou Coreógrafo da UFRN, bailarino e pesquisador. Por isso, penso que tenho propriedade de discutir sobre o assunto. Pois, permei nas duas áreas. Hoje sou da Dança e desde que fiz farte desse mundo, dei um grande passa na minha formação pessoal e profissional. Porém, decidi não falar mais nada depois que li o depoimento da Daniele Castro. Ela disse tudo. Parabéns Daniele!!! Uso suas palavras e pensamento para expressar minhas idéias.
Só mais uma coisa acrescentaria. Enquanto a ed, Física continuar a ver o Homem como um pedaço de carne que SÓ respira e se move nunca entenderá o que realmente move e (trans)forma o homem.
Obrigado.
Olá gente,
Como concordo com a Sacha, enquanto ENQUANTO RECLAMAMOS O CONFEF ESTÁ AGINDO DE FORMA INTELIGENTE.
Cada um sozinho infelizmente não pode fazer nada, mas todos juntos podemos tudo.
Enquanto isso o CONFEF age de forma inteligente, vocês viram ontem a matéria ddo programa Esporte Espetacular da Globo fazendo vinculações entre o Ballet e o esporte? Seria apenas coincidência? É óbvio que não. Isso às vésperas de uma audiência pública.
Para se trabalhar na área da educação física é exigido o diploma de curso superior específico nesta área. Trazendo para sí a dança a ioga e a capoeira já imaginaram impedir as pessoas de dançarem ou praticarem estas atividades exigindo delas diploma de educação física.
Realmente quem concorda são somente aqueles não tem noção nem de lei ou de ética e tentam se beneficiar através deste diploma.
Aos desavisados da Educação Física, procurem saber mais a respeito na CBO a Classificação Brasileira de Ocupações do Minsitério do Trabalho feita em consonância com A OIT Organização Internacional do Trabalho. Não há no mundo nada que vincule ou associe a dança ou a educação física.
Como eu disse pesquiso essa tentativa de apropriação do mercado profissional de artes cênicas (teatro, dança e circo) por profissionais de educação física há mais de três anos. E digo uma coisa os resultados são alarmantes. E há toda uma manobra política dos educadores físicos que investem até numa bancada de deputados para apoiá-los e tentar mudar as leis.
Temos que fazer algo prático: Já existe alguma entidade representativa da dança fazendo algo a respeito contra esse possível projeto de lei? Se sim, pode se manifestar inclusive através de questões jurídicas que podem ser feitas. Podemos começar fazendo um abaixo assinado coletando assinaturas, pela internet mesmo ou procurando deputados, gritando enfim algo precisa ser feito. Deem notícias.
Monica Mesquita
monimesquita@yahoo.com.br
Deve existir uma saída jurídica para por um fim neste caso, Proponho que as entidades da classe juntamente com o sindicato da Dança e as cooperativas de Dança do país entrem com um processo criminal ou algo parecido contra o Confef.
Tvz o problema seja a grande maioria a classe acreditar que a dança é uma manifestação artistica, ela abrange outras especificidades tanto quanto a EDF. Ela só não é competitiva.
FAÇAM CADASTRAMENTO NO FORUM NACIONAL DE DANÇA, VAMOS UNIFICAR OS ESFORÇOS!
forumnacionaldedanca@yahoo.com.br
ESCREVAMOS CARTAS AOS MINISTÉRIOS PARA QUE TENHAM CONSCIÊNCIA DA NOSSA POSIÇÃO;
http://portal.esporte.gov.br/coespcne/contatos.jsp
http://www.cultura.gov.br/site/fale-com-o-ministerio/
ESTA DISCUSSÃO TER QUE SER ABERTA, DISSEMINADA E CHEGAR A TODAS AS ESFERAS.
Tem profissionais da educação física que discordam da atuação do Confef mesmo na profissão deles! O Confef foi criado numa brecha de 6 meses através de uma lei que foi declarada anticonstitucional. LEIAM AQUI POR EXEMPLO http://mncref.vilabol.uol.com.br/index.htm
Bom… não vou entrar em detalhes sobre as relações da Educação Física e da Dança. Sou formada em Educação Física e sou bailarina. No meu estado (Goiás), tem uma tentativa até agora de se fazer um curso de dança mas numa universidade particular. A UFG pelo que fiquei sabendo não lançou o curso de dança exatamente por esta briga tola de poder entre o curso ficar na artes ou na educação física. Sendo que o curso de artes cênicas aqui nunca deu a mínima para a dança.
Não estou dizendo que é certo ou errado professores de educação física darem aulas de dança. Eu acho mesmo é que agente devia se preocupar mais com o que ensinamos e juntar a quem quer ajudar. Eu acho um absurdo a justificativa de integração da dança no ministério dos esportes, pois acredito em outras justificativas para a dança existir (Aliás sou totalmente contra o CONFEF que vai distribuindo carteirinhas para pessoas muito pouco habilitadas que sabem apenas nomes de músculos e aplitude de articulações e acham que fazem um grande bem padronizando todos os corpos em magros).
Mas, como ia dizendo, acredito em outra dança. Mas temos que admitir que foram os profissionais da dança que lançaram mão de grandes competições. E acho que é isso que vamos enfrentar para tirar a desição das mãos do CONFEF. A justificativa deles é que a dança também se torna competitiva e também é feita em academias como exercício físico. E é claro que eles vão reforçar isso. Então este que se diz conselho federal de ED, fala que o profissional de dança não esta sendo fiscalizado e como ele trata de “saúde” (num conceito bem limitado), já que as pessoas buscam para gastar calorias. É nisso que temos que nos concentrar. Fico chateada em ver pessoas “profissionais” atacando outras profissões que as vezes podem somar. Tem muita gente na educação física fazendo um trabalho sério com dança. E quero pedir desculpas…. mas a dança faz sim parte da educação física, isso não significa que ela deixe de ser arte.
NÃO COMBATEMOS UM PRECONCEITO CRIANDO OUTRO!
Reclamamos de não reconhecerem a dança com arte, como relevante socialmente, mas falamos alto que a EF está cometendo um crime por que ela deveria só “gastar calorias” ou só esporte. Tem pessoas na EF que por exemplo questionam o esporte. Vamos respeitar o trabalho uns dos outros. A EF tem servido à dança também.
Agora se por exemplo decidirem: a EF não pode trabalhar com dança. Pensem na quantidade de estados brasileiros que não tem curso de dança e nem bailarinos que queiram realmente assumir salas de aulas. E então pensem a quantidade de crianças que não saberam nem assistir um espetáculo de dança ou pior ainda que acham que dança é só aqui que passa na TV.
Concordo com o colega que diz que a dança são muitas, e por isso acho que quanto mais contato com profissionais dispostos a trabalhar a dança melhor. Se conseguirmos que todos os nossos jovens tenham contato com danças que considero mais relavantes teremos uma platéia muito melhor, teremos mais bailarinos, mais gente gostando e trabalhando com a dança. E uma coisa é certa se não assumimos a responsabilidade de fazer isso as grandes emissoras de TV assumem. Quantas pessoas convenceram mais gente a praticar dança do que o Faustão???
Temos que combater os que não fazem trabalhos sérios, que fazem a dança ser aleatória, sem reflexão, mecanica, sem sentido, sem sentimento, apenas uma fuga da realidade.
Importante é seguir, trabalhando e se preparando. O mundo muda. Vamos juntar todos os que podem ajudar. Separar não vai ser a saída. Fechar os olhos também não.
Só mais uma coisa que não consegui evitar:
“Aos desavisados da Educação Física, procurem saber mais a respeito na CBO a Classificação Brasileira de Ocupações do Minsitério do Trabalho feita em consonância com A OIT Organização Internacional do Trabalho. Não há no MUNDO nada que vincule ou associe a dança ou a educação física.”
Monica, tente saber mais sobre a educação física. Mas é algo parecido com a CBO que o confef quer fazer.
Estude os PCNs e a LDB. Mas cuidado com suas acusações. O mais relevante dos trabalhos academicos são as possíbilidades e não os ataques. Imagina se o pessoal da educação resolve falar que quem vai dar aula de dança são as pedagogas? Que estamos totalmente inaptos para trabalhar com nossas crianças. Pois é… não somos desavisados… Quer dizer… temos na EF muitos desavisados sim, mas pelo visto em outras áreas tambem.
Olá a todos!
Faço parte do Fórum de Dança de Goiania, no qual, muitos integtrantes vieram da Educação Física. Nós ajudamos a “espalhar’ esta notícia da atuação do CONFEF, e somos CONTRA a atuação deste grupo de profissionais. Para não prolongar meu comentário e dizer o que já foi dito pela Christiane, Sacha e Bábara por exemplo, gostaria apenas de ratificar um pouco do cuidado quando se fala da Educação Fisica e seu trabalho de Dança. CUIDADO COM AS GENERALIZAÇOES! Há dois lados da moeda, vamos discutir maneiras de diminuir a força do Confef e trabalhar juntos por uma dança de qualidade.
Gente,
Ratifico o que eu disse. Nunca desrespeitei os profissionais de Educação física. Ou esta área de atuação. Aliás acho este profissional importantíssimo, na questão da promoção da saúde e do condicionamento físico para todos.
Mas estou generalisando sim: Artes Cênicas (dança e teatro) e Educacação Física são coisas muitos diferentes. Como foi dito por muitos artistas (cada um na sua). Algumas pessoas convenientemente se confundem e querem parecer o contrário. Se um educador físico quer trabalhar com arte, tem todo o direito de mudarem de profissão. quantos advogados resolvem por exemplo ser atores por exemplo.
Com todo respeito, não estou querendo impedir profissional de educação física de “gostar” de arte. Aliás como artista e com graduação em Teatro e formação , pesquisa e atuação nas áreas de Cinema e Dança-teatro acho até bacana. Mas imagina se todo médico ou professor de medicina que gostasse de música resolvesse que iria ensinar seus alunos a tocar violão ao invés de anatomia neste curso.
Como eu disse Pesquiso a tentativa de apropriação do mercado de artes Cênicas (Dança Teatro) por profissionais de Educação Física há mais de três anos.
Não há no mundo qualquer vinculo entre a arte cênica (bacharel e licenciado em dança ou teatro) e o profissional de educação física.
Uso como base dentres outros documentos diversas legislações inclusive a LDB e os PCN’s, Legislações brasileras e mundiais. Não estou acusando ninguem apenas dizendo a verdade.
O trabalho do educador físico é importante mas sob outro aspecto que não é o artistico. A sua importância para os artistas é a mesma de um nutricionista ou fonoaudiólogo por exemplo, profissões similares ao educador físico.
A Dança e a educação física são profissões autônomas e independentes sim. Tem em comum apenas a atuação sobre a corporeidade. Porém as intencionalidades com que um profissional de Ed. Física atua é objetivando sim propósitos de saúde e biológicos. Enquanto o profissional de dança tem intencionalidades artistico-culturais dentre outras. (Às vezes é preciso re-explicar)
Isso deveria ser obvio para todos. Porém enquanto cursos de educação física ficarem por aí pregando e confundindo inclusive muitos profissionais desta área) com essa mentira de que a dança enquanto manifestação artistica e de espetáculo é inerente a este profissional. Disseminando a ideia absurda de qua na falta de um curso específico de dança, o curso de educação física o substitue. Tudo isso é mentira e falsidade ideológica. Prejudicam de forma anti-ética além dos profissionais e as universidades que já possuem cursos de dança banalisando esta profissão e formação acadêmica, todos os artistas da área. Além de impedirem as iniciativas para criação de novos cursos para a formação em dança (Bacharelado e licenciaturas) e consequente autonomia da dança enquanto área de conhecimento. Será que não percebem que se trata de uma estrátégia política?
Como eu disse consultem a classificação mundial de profissões da Organização Mundial do Trabalho.
Por fim estamos, aqui discutindo propostas efetivas para DEFENDER A DANÇA enquanto área de conhecimento autônoma e tentar resolver o problema, com relação a esta proposta de projeto de lei absurda.
Pessoas… ninguém aqui tem nada contra um formado em Ed. Física ser artista ou passar por uma formação em dança e resolver exercer duas profissões… o que estamos discutindo é isso DUAS PROFISSÕES diferentes, distintas, independentes, são duas áreas de conhecimento específico e infinitas coisas mais…
agora de acordo com essa tal de “teoria do corpo” e a questão da saúde que o Confef está tentando vender, raciocinando por essa lógica então somente os fonoaudiologistas poderiam dar aula de canto!!!
e os músicos… não usam o corpo pra tocar seu instrumento????
Portanto, alguns pontos que me pareceram conclusivos:
1- a dança se aprende vivendo o mundo da dança. Por isso, agregar a experiencia em dança com uma faculdade de EF é enriquecedor. Mas A fac. de EF, sozinha, não forma um profissional da dança que não tenha uma história com dança. Jamais!!!!!!!!!
2- A dança é muito mais estética do que EF. É arte, não esporte.
Mas acho que é importante que os profissionais da dança adquiram conchecimento do corpo sim. Contudo, não precisa ser através da faculdade de EF. Pode ser cursando uma graduação em dança ou correndo atrás de cursos, livros, palestras, aliando assim um conhecimento prévio prático com teoria.
Essa questão da dança e EF deve ser seriamente debatida para que não se promulguem leis equivocadas que atrapalhem o caminhar desta arte.
abç
Natália
Natália, Concordo com tudo que vc disse. Só quero lembrar que EF não é só esporte.
Lamento muito pelo comentário de Monica Mesquita.
Até onde eu sei chamar as pessoas de picareta sem ter conhecimentos sobre a área é desrespeito sim. Lamento sobre o seu trabalho também. E não será uma estratégia política do teatro também? Pare de olhar para seu umbigo.
Mas enfim, eu vou ir por outros caminhos ficar discutindo sobre isso aqui pelo jeito não vai levar a nada! Vou continuar com meus alunos e me aliando a pessoas que vêem valor na união e no trabalho real. Desculpem as pessoas sérias que passaram por aqui e tiveram que ler estas coisas…
Sou Obrigada a concordar com algumas coisas qque a Christiane disse. Estou numa cidade que não há nenhuma faculdade de dança ou curso de dança de qualidade. Faço educação física no intuito de trabalhar com a dança, pretendo até mesmo cursar a faculdade de dança, mas não há possibilidades financeiras entre outras tantas de sair da minha cidade ou estado para disputar 25 vagas na área de dança em alguma universidade federal ou algo assim.
Cresci em contato com a dança, e conheço bem essa discussão sobre o CREF, CONFEF e os profissionais de dança. Respeito muito os artistas sou deste mesmo ninho, mas condições ( como por exemplo a falta de universidade próxima) me levaram a conhecer a Educação Física, e como já foi dito trabalhamos com dança neste curso, absolutamente, não é o suficiente para conhecer tudo, mas como em qualquer curso, é o aluno quem constrói muito do seu conhecimento adquirido. Tudo bem que cada área tem suas especializações, mas temos em comum tanto na dança quanto na Educação Física a questão corporal, e a visão não varia só entre bailarinos,dançarinos e educadores físicos, como entre os próprios profissionais de mesma determinada área. No meu curso estou defendendo idéias a favor da dança, e justamente por terem em questão o movimento e o corpo andam lado a lado, principalmente em alguns conhecimentos científicos (como anatomia, fisiologia e tantos outros como conhecimentos ritmicos). Como um colega disse acima, não adianta combater um preconceito com outro preconceito e sem analizar as diversas fundamentações que há por trás de tudo isso. Na minha faculdade são diversas as bailarinas que cursam sériamente a Educação física no intuito de trabalhar com a dança. É fácil dizer que quem quizer trabalhar com dança que faça uma faculdade de dança para os que a tem ao fácil alcançe. E tudo bem dizer que quem realmente quer alcança, mas tem certas limitações que nos impedem de alcançar determinados sonhos em determinados momentos, e nada como subir um degrau de cada vez. Quantos cursos de mestrado no país temos em dança? Qual a variação de especializações que possuimos em dança? Realmente ninguém tem que “roubar” o espaço de ninguém, mas a arte é um campo muito mais abrangente.
São áreas próximas ( não digo iguais) mas podem sim trabalhar em conjunto sob o meu ponto de vista. Não posso e nem vou desmerecer 4 anos de faculdade da área de dança, mas também não posso desmerecer os 4 anos de educação física, ambos os cursos são literalmente suados, e ambos precisam de constante aperfeiçoamento, especialização e atualização, e é isso que vai realmente fazer o profissional de dança ou de educação física, pois, como em qualquer área o que faz um verdadeiro profissional é sua dedicação.
É interessante esta polemica sobre quem esta habilitado a dar aulas da dança,moro em Belém onde a graduação em dança só começou a existir em 2007, a maioria dos professores do curso são formados em educação física, alguns em outras áreas,este fato se deu pela carência da época.Porém, foi realizado um concurso para ser professor do curso técnico da escola de teatro e dança,onde os aprovados para ministrarem aula nesta entidade não foram professores de dança, nem de educação física,então o que vocês me dizem? Enquanto os profissionais de dança e educação física brigam pelo seu espaço tem profissionais de outras áreas que estão tendo o direito de atuar em um campo que na minha opinião não deveriam estar atuando. Concordo com a opinão da Christiane e que deveriamos nos unir para fortalecer o ensino da dança em nosso país.
Na minha cidade também não tem faculdade, universidade, nem nada que eu possa me aperfeiçoar na área de dança. Mesmo diante de muitas dificuldades, fui em busca dos meus objetivos e tive que mudar de estado para conseguir me formar em DANÇA.
Se todas as bailarinas que entram na faculdade de educação física, para substituir a graduação específica em dança, estivessem fazendo uma graduação em dança, talvez nem estaríamos hoje discutindo esses direitos.
Acho que é realmente disso que a dança precisa; de pessoas lutadoras, que não desistem diante da primeira dificuldade e insistem em manter cursos de dança ativos e lutam por novas aberturas de turmas em universidades que ainda não tem.
Mas não. Preferem fazer educação física porque é o único meio mais próximo que encontrou.
Não tem outra explicação, falta de respeito total com o profissional que lutou e luta por fazer a Dança ganhar espaço e vida no Brasil.
Concordo que dança e educação física são profissões muito distintas, porém realmente alguns profissionais de educação física querem parecer que são a mesma coisa.
Concordo com a Mônica, que tem sim essa tentativa de apropriação do mercado de artes Cênicas (Dança Teatro) por profissionais de Educação Física.
Eles estão tentando se beneficiar sim.
Se não tivessem não apareceria tanta gente de educação física se defendendo por atuar na área artistica.
Realmente a dança na educação física não tem a mesma abordagem que de um curso de dança. E pelo que eu saiba os cursos de educação física são da área da saúde.
A dança na educação física tem outros propósitos como o condicionamento físico e bem estar e não apresentação de espetáculos.
Parabens Tatiana, o Brasil precisa de mais pessoas como você.
Sou bailarino e ator, e achei interessante o debate.
O objetivo aqui é defender a dança e não a educação física, que já possuem seus CREF’S, CONFEF, para defendê-los.
Na minha opinião é como disse alguem aí, cada um na sua.
Dança e Educação Física não são a mesma coisa. Se todos os profissionais de educação física pensarem que é os maiores prejudicados são estes profissionais por perda de identidade além de outras questões como a ética destes. Os que dizem que fizeram educação física para substituir curso de dança estão enganados.
Estive lendo a CBO, realmente e procurei pesquisar a respeito, e vi que não tem semelhança entre profissionais de Dança e profissionais de Educação Física em lugar nenhum no mundo. Pois essa Classificação Brasileira de Ocupações foi feita com normas de profissões no mundo.
Também não há nada que fale que um curso de Educação Física substitua um curso de dança nem no Brasil, como muita gente de educação física andou falando por aí.
Se esses profissionais de educação física não tivesse com interrese em tomar essa área nem haveria essa discussão aqui.
Para que sejam abertos mais cursos superiores de dança no Brasil é preciso esclarecer estas coisas.
Vamos lutar em defesa da dança. Dança é Arte não é Educação física!!!!!!!!!!
Já ia esquecendo, Laleska você está errada dança e educação física não são áreas próximas muito menos iguais.
É isso que os CREFs e Confef’s e alguns cursos de educação física querem fazer parecer mas está errado.
Podem até trabalhar em conjunto mas sob prismas bem diferentes OK? Procure saber mais a respeito.
Cara Chistiane
Como eu disse meu objetivo aqui é defender a dança.
Quando incluo na minha pesquisa Teatro, Dança e Circo, é porque estas artes (que usam o corpo como forma de expressão) estão sendo vítimas de alguns cursos e profissionais de educação física que estão tentado se apropriar desta áreas artisticas, para ampliar a área de atuação destes profissionais.
Não lamente pelo meu trabalho, pois ele é importantíssimo em defesa dos profissionais e cursos de Artes Cênicas principalmente de dança e teatro.
Ainda bem que tem muita gente que pensa diferente de você. Pois acabei de apresentar publicamente o meu trabalho há duas semanas no Rio e foi bem interessante. Já tenho convites para apresentá-lo em vários lugares no Brasil, por ser de estrema importância e relevância para em defesa da área de artes cênicas no Brasil
A propósito o meu trabalho tem como objetivo esclarecer alguns equivocos da educação física e defender a dança, o teatro e o circo manifestações de ARTES CÊNICAS.
Você sabe o que é arte cênica? procure saber…
Se fosse da área artistica talvez soubesse e respeitasse os profissionais dessa área.
Para sua informação nunca afirmei que dança e teatro são a mesma coisa. Mas ao CONTRÁRIO da Educação Física, são profissões muito similares sim. SÃO ARTE!
Nos cursos de teatro tem aulas de dança com carga horária infinitamente maior do que os de educação física. E nós respeitamos e lutamos para que no Brasil sejam oferecidos mais cursos superiores de dança.
Procure se informar a respeito, sobre Arte, o que é dança-teatro, sobre a origem da dança e do teatro, inclusive no oriente até hoje são praticamente a mesma coisa.
Essas pessoas que dizem que educação física e dança é a mesma coisa são PICARETAS mesmo.
Respeitem a arte da dança!
Apenas algumas observações:
- Hoje a Educação Física já é compreendida como campo do conhecimento para além da saúde, adentrando nas ciências humanas em algumas faculdades do país (UFG, por exemplo);
- Por sua interdisciplinariedade, a dança constitui-se um dos conteúdos da Educação Física por ser entendida como elemento da cultura corporal/ de movimento numa perspectiva mais crítica e humanista;
- Seus objetivos na Educação Física diferenciam-se segundo as Instituições de Ensino Superior. Por isso não se pode generalizar o entendimento da dança como consenso findado numa mera atividade física;
- É indiscutível as contribuições da área da Educação Física para a dança. Nega-las, seria contestar décadas de estudos/pesquisas e, consequentemente títulos de mestres e doutores;
- Infelizmente ainda não existem faculdades de dança em todas as regiões do país. Como ficaria esse conhecimento nesses locais? Restrito apenas à execuções técnicas? Como ficariam os profissionais da dança caso desejassem aprofundar seus conhecimentos então?
- Não é consenso dentro da própria Educação Física as ações do sistema Confef/Cref. Assim, não se pode generalizar opiniões, desrespeitar formações profissionais pois, entendo que a arte e a dança lida com o ‘sensível’ e constitui-se um elemento educativo fundamental de cidadãos éticos e responsáveis;
- Por fim, faço minhas as palavras daqueles que apresentaram propostas e indicações no sentido de unificar esforços a favor da dança, voltando o foco da discussão para ações efetivas durante as audiências setoriais e públicas que irão ocorrer para se tratar do assunto.
Correto Roberto, posso ter me expressado incorretamente em alguma coisa que disse, mas compreendo perfeitamente que sao trabalhos sobre prismas completamente diferentes, Arte e Educacao fisica sao campos diferentes sim ( a começar pelo fato de um ser biociências e outro ser classificado como artes!)
Ma acabo defendendo sim a hipótese de trabalharem em conjunto mas sem “atropelarem a atuação um do outro”.
Como acabou dizendo mais acima sobre a substituição de um curso de Educação Física por um de dança está incorreto, concordo, se não fosse por isso até mesmo nao teria dito que penso em fazer a faculdade de dança mais a frente. Mas ai muitos caem no contexto de dizer que são duas profissões e como li mais acima “problema de cada se quer ter duas profissões”, mas não creio que seja a questão de um problema, acredito que qualquer conhecimento seja bem vindo! Fique claro óbvio que não estou misturando as coisas! Arte é Arte e a cultura de movimento da Educação Física é outra!
Talvez contrariando até mesmo o que faço atualmente sou a favor da unificação dos esforços a favor da dança como o Renato chegou a citar. Vou continuar defendendo meus textos e minhas pequenas teses e propostas na faculdade sobre a dança, pois é o local onde tenho como aprofundar meus conhecimentos atualmente.
Mas espero que tenha sido compreendido meu posicionamento!
Cordialmente,
Um grande abraço a todos os profissionais envolvidos nesta discussão.
Boa noite….
Observando alguns comentarios, percebe-se como algumas pessoas possuem um conhecimento muito superficial em relação a Educação Física.
Antes de sair por aí criticando a educação física,procure ler e entende lá melhor.Concordo com o Renato que hj esta area do conhecimento é discutida para além da saúde.
A educação física se utiliza da dança como conteúdo, por esta, ser compreendida como um elemento da cultura corporal, por isso, podemos utiliza las em nossas aulas sim, para mostrar a nossos alunos que existem outros jeitos de dançar diferentes do que eles estão acustumados a ver na televisão, como bem destaca Cristiane.
Falando isso, não estou dizendo que a Educação´Física está tomando o lugar da dança, mas, que podemos utiliza la para proporcionar a nossos alunos uma construção de conhecimento e identidade de dança.
Monica, vc certamente em suas aulas utiliza se de alongamentos, exercicios de ginastica, e nem por isso, nós da educação física dizemos que vcs da dança são picaretas e estão roubando coisas da nossa area não é verdade.
A dança na Educação Física não tem propositos físicos e biológicos,pelo menos em Goiás( UEG-ESEFFEGO E UFG) isso não acontece. Por isso não generalize as coisas!!!
Conheço pessoas formados em Educação Física que realizam trabalhos sérios e comprometidos para com a dança, que muitos bailarinos da propria area da dança, nunca pensaram em fazer.!!!
Portanto respeite a Educação Física.
Marilia, acho que as informações estão se misturando.
Ninguém está faltando com respeito c/ a Educação Física.
Pelo contrário, quem precisa ser respeitado nessa história toda somos nós ARTISTAS (nesse caso, artistas do mundo da DANÇA – bailarinos, coreógrafos, professores, críticos e estudiosos).
Continuo com a mesma opinião; Dança é Arte e graças a Deus podemos encontrar faculdades (poucas, mas temos) de Dança. Portanto, estude DANÇA se quer aplicá-la nas suas aulas…
Só para finalizar, se está faltando respeito nessa história, é com nós, ARTISTAS FORMADOS EM DANÇA.
Eu sinceramente, acho essa “briga” ridícula.
Falta alguém com pulso na nossa política. Alguém que entenda a essência da Dança e sua importância para a vida do ser humano. Só assim conseguerimos NOSSO ESPAÇO com dignidade e respeito.
Cara Marília,
Você diz:
“A dança na Educação Física não tem propositos físicos e biológicos,pelo menos em Goiás( UEG-ESEFFEGO E UFG) isso não acontece. Por isso não generalize as coisas!!! ”
Estão há algo de muito errado na UFG, será que as pessoas tem conciência disso. Se a UFG prega isso tem que ser denunciada por propaganda enganosa e crime.
A Mônica está corretissima de gritar e esbravejar: A DANÇA EM EDUCAÇÃO FÍSICA TEM PROPÓSITOS FÍSICOS E BIOLÓGICOS SIM! Procure saber mais a respeito, em nenhum país do mundo tem isso que você está falando. Pelo que eu saiba Goiás não é um estado tão atrasado assim.
Se a UFG propõe um curso de educação física para substituir um curso de dança o Ministério da Educação – MEC SESU tem que ficar sabendo disso. É CRIME.
Alías concordo com a Tatiana, essa briga é ridícula. E concordo com a Mônica tem muito profissional de Educação Física tentando tomar o olugar de Artista de dança, teatro e circo sim.
Quando um médico tenta atuar em uma área que não é sua não é crime? é a mesma coisa um profissional de educação física querer atuar na área artistica. PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA NÃO TEM FORMAÇÃO PARA ATUAR COMO UM ARTISTA CÊNICO. Entendeu Marília…
Portanto vocês da Educação Física respeitem os verdadeiros artistas para serem também respeitados.
Caro Ricardo,
vc entendeu errado. A ufg, não propoe um curso de educação física para substituir o curso de dança. Mas na matriz curricular do curso de educação física temos a disciplina dança.
Essa disciplina não é vista e estudada por nós como algo meramente físico e biologico, como alguns de vcs colocam!!!
Lembre-se que o nosso curso de educação física é um curso de licenciatura. Seu objetivo é formar professores para atuarem predominantemente na escola. Somos comprometidos com a educação!!
A educação física não se resume só a esporte, exercicios físicos, com o objetivo de obter promoção de saúde. Já avançamos muito.
Uma dica: Acessem o site do CBCE e leiam artigos de estudiosos da area. Mas não leim um, leiem vários. Degustem o site!!!
Ahhhh, A ufg abrirá em breve tb o curso de dança. Sabemos sim da importancia fundamental que esse curso tem para a sociedade. E inclusive tenho que lhe dizer que muitas pessoas da area da educação física estão lá lutando para que tudo de certo e, o curso de licenciatura em dança esteja presente em Goiás.
Infelizmente é muito dificio dialogar com alguns de vcs, pq vcs tem um conhecimento muito reducionista em relação a educação física.
E veja bem, eu respeito muito os artistas da dança. Então mais uma vez digo, para não generalizar as coisas.
Algum de vcs aqui desse grupo de discussão se quizerem discutir sobre a educação física, primeiro a estude e compreendam. Mas não a estude em sites do wikipedia, e sites da internet sem respaldo cientico.
Procurem ler os autores dessa área, assim quem sabe quando vcs compreenderem melhor a educação física, como muito de nós compreendemos a dança, ficará mais
interessante e produtivo estabelecer um dialogo!!!!
beijos dançantes!!!!!
Cara Marília
Se você é profissional de educação física, fique na sua vá trabalhar na sua área. Ninguem aqui tá querendo desrespeitar ou atuar na sua área de educadora física, entendeu… Fique na sua.
Você envergonha e suja o nome de uma universidade como a UFG, por falar tanta bobagem…
É uma estratégia dos Cursos de Educação Física e dos CONFEF’S, CREFS o “vamo escrever e falar bobagem prá ver se cola…”
Quanta idiotice tem sido escrito associando Arte em especial a dança à educação Física… Isso tem que parar…
Dança é Arte… E Cursos de Educação Física não formam professores de Arte, isso é para trabalharem com arte cênica…
Cursos de Educação Física são da área da saúde e não da área artistica. Isso obedecendo à Parâmetros Nacionais e Mundiais, procure se informar.
Aqui estamos defendendo a dança e não a educação física, fique na sua e vá trabalhar na sua área ok?
Ser comprometido com a educação!! É não ser convivente com a picaretagem e a falta de ética! e ir contra a lei.
Se a UFG ensina isso para vocês, meu Deus aonde vamos parar????
Isso e horrivel nao tem nada que presciso.
PRESCISA MELHORAR.
NAO DA PARA SABER PRAS QUE SERVE O MISTERIO DO ESPORTE
pRESCISAAAAAAAAAAAA MELHORAR
FALSIDADE IDEOLÓGICA É CRIME
Realmente concordo que essa briga entre a Educação física e a Dança é ridícula mesmo porque são áreas totalmente diferentes.
Dança é arte, Educáção física NÃO!
Se houve ética de todos os educadores físicos em trabalharem na sua área não precisaríamos estar aqui discutindo esse problemas.
Porém na prática infelizmente não é assim.
São inúmeras as leis infringidas pelos profissionais de educação física que tentam driblar o sistema para poder ampliar seu mercado de atuação profissional. Tentar se apropriar da área de conhecimento da dança é uma delas.
A Lei do artista não é cumprida. Educador físico não é artista! Se liguem…
Eles trabalham a corporeidade buscando estabelecer propósitos de condiconamento físico, sociais e da saúde.
Concordo com o que foi falado Cursos de Eduçação física não formam artistas ou professores de dança, teatro ou qualquer outra forma de arte ou espetáculos em que o artista utiliza o corpo.
Aliás ‘são inúmeros os profissionais que atuam sobre o corpo humano mas cada um deve por ética estabelecer os critétios e objetivos que deseja alcançar com essas intervenções.
Enfim é muito triste que em nosso país existam tantos picaretas sendo formados dentro das próprias universidades de educação física, que perdem sua identidade, e desrespeitam outros colegas de outras áreas de conhecimento.
A legislação tem que ser cumprida e proibir que cursos de educação física e profissionais antí-éticos desta área tentem em benefício próprio “ROUBAR”e lesar os artistas e professores de dança.
A propósito Marília, o site que você indica CBCE , tem que ser revisto tem muita bobagem, mentira, professor de educação física inventando que um curso de licenciatura em dança não serve para nada. Que quem deve ensinar dança na escola é professor de educação física.
Enfim MENTIRAS que tentam esconder a verdade por tras que é Profissionais da área de educaçãoo física estão tentando ampliar sua área de atuação se apropriando da área dos profissionais da Arte.
Esses artigos e pesquisas mentirosas devem ser denunciadas
É por não fazerem seu trabalha educadores físicos que nossas escolas e toda a sociedade estão cheias de pessoas obesas.
Portanto tenham ética Dança é arte!
Temos que desmascarar esses picaretas!
aT.
Luiza
na minha opinião é uma falta de respeito chamar um ser humano de picareta, concordo que a ed. física por si só não é o suficiente para mimistrar aulas de dança, muito embora os profissionais de dança afirmam sempre que a educação física é somente esporte e saude, esquecem até do lado artistico e seu valor educacional que é altamente qualificado para se trabalhar com o ser humano em especial crianças, pois meus quatro anos de graduação em ed.fisica, tudo que aprendi, fora meus anos de dança a criatividade que tenho par criar e é claro com o conhecimento científico, me capacita para ministrar aulas de dança sim. principalmente quando se trata de dança educativa em escolas, pois nosso curso é riquissimo na arte do movimento, vão para o mercado aquele que luta e faz o melhor pelo próximo, respeitando suas capaciadades e potencialidades, está na hora de parar com esta briga boba e ainda ficar chamando pessoas que estudam e merecem respeito, de picaretas, todo profissional mecerce seu respeito, pois se faz aquilo que gosta no caso da dança, sendo ministrada por um profissional de ed. física é por que sabe e tem capacidade para isso, sinto muito. concordo ainda quando foi dito acima as dificuldades de uma estudante de ed.física que é bailarina e não teve condições de cursar uma faculdade de dança, porém busca conhecimentos, e merece todo respeito, pois também passei por isso e convivi com bailarinas fazendo ed. fisica, por falta de condições de estar num curso de dança e hoje são grandes profissionais. ambos os cursos merecem seu respeito, mas vai para o mercado aquele que se sobressair não tem jeito, seja formado em dança ou em ed. fisica.
CARA
sandra Cristina de França antunes,
Um profissional que tenta se apropriar da área de outro NÃO MERECE RESPEITO ALGUM. Como pessoas assim podem ser chamadas de “humanas”??
Pelo menos profissionalmente não.
Me desculpe Mas é picareta Sim!
Fazer o que gosta….
Melhor pelo próximo…
Tudo isso é chantagem emocional , “um álibe”para a picaretagem de algusn educadores físicos.
Existem leis e Normas do Ministério da educação e do Trabalho que devem ser cumpridas.
Curso de Educação Física não forma profissional para trabalhar com arte, seja bailarino, dançarino, ou professor de dança. Isso é fato. É LEI.
Também o fato é que não existe nada na legislação que fala que um curso de educação física substitui um de dança. Pelo simples fato de serem COMPLETAMENTE DIFERENTES. A Educação Física é da área da saúde sim, busca o condicionamento físico e corporal. enquanto a ARTE da dança a apresentação espetáculos.
É por não fazerem o seu papel de educadores físicos, que nossa sociedade, e inclusives escolas estao cheias de crianças OBESAS. Será que isso é ético e profissionalmente humano???
O fato é que a área da educação física está se saturando. Pois é interesse dos CONFEsss criar um verdadeiro exercíto sem se importar onde estas pessoas vão trabalhar. Por isso muitos educadores físicos anti-eticos estão tentando disseminar a ideia CRIMINOSA, RIDÍCULA E EQUIVOCADA de que um curso de educação física forma profissionais para atuar além de educadores físicos também na área artistica.
ISSO É PICARETAGEM SIM!!! É CRIME SIM!!!
Querem descredibilizar a formação em um curso superior de dança. Essa postura PICARETA de cursos de educação física e CONFEF’s e CREF’S que só querem ganhar com isso impede inclusive a criação de novos cursos de dança nesse país.
Realmente a classe artistica tem que se mobilizar contra isso.
Enfim foi um desabafo!
Você diz Sandra:
mas vai para o mercado aquele que se sobressair não tem jeito, seja formado em dança ou em ed. fisica.
Você está errada! Estamso falando de formação acadêmica.
Imagina se todo mundo que quer ser médico sair por aí fazendo cirurgia sem ter uma formação em medicina. Isso é crime.
É a mesma coisa um profissional ou cursos de educação física querer FINGIR que formam bailarinos, dançarinos ou professores de dança.
Esses picaretas estão querendo nos convencer que estamos numa terra sem lei???
Falsidade ideológica no Brasil e no mundo é Crime!
Sandra Cristina, se você quer ser profissional da arte da dança. Seja ética e procure de esclarecer a respeito da legislação incluse sobre a lei do artista. Na qual um educador físico não se enquadra como artista.
Tudo isso é apenas uma briga política dos CONFEF’e CREF’s e dos cursos de educação física para ampliarem a sua área de atuação profissional.
NÃO SE DEIXE TAMBÉM ENGANAR….
MANIFESTO EM DEFESA DAS ARTES MARCIAIS.
As Confederações, Federações, Ligas e Associações de Artes Marciais sempre foram órgãos legítimos responsáveis pela fiscalização e acompanhamento da formação dos professores das Artes Marciais. De uns tempos para cá, as entidades que fiscalizam os profissionais de Educ. Física, estão exigindo a filiação dos profissionais de Artes Marciais, Dança, Ioga e Pilates aos CREFs para poderem continuar exercendo suas profissões, alegando estarem amparados na lei nº 9696, de 1 de setembro de 1988 (dispõe sobre a regulamentação do profissional de Educ. Física) no Art. 2° inciso III (… atividades próprias dos profissionais de Educ. Física …) que só no CONFEF nº 046/2002 vieram especificar como parte dessas atividades, os professores de Artes Marciais, Dança, Ioga e Pilates. Devemos lembrar que no artigo 5º, inciso II da Constituição Federal , que prevê “que ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa se não em virtude da lei” E SOMENTE “a lei pode inovar o mundo jurídico.” Fica clara a inconstitucionalidade dessa imposição. A nossa constituição é a lei maior. Ora, para se formar em medicina, engenharia, Educação Física, direito etc é preciso cursar uma faculdade ou universidade, porém este nunca foi o caso das Artes Marciais. Em lugar nenhum do mundo, para se tornar professor de Artes Marciais a pessoa tem que ser obrigado a fazer Educ. Física. Fazer uma faculdade de Educ. Física é uma opção e não uma obrigação. Temos que nos unir e mobilizar para apoiar o Projeto de lei nº 1371/07 da Dep. Alice Portugal que está tramitando no Congresso Nacional que dispõe que não estão sujeitos a este tipo de fiscalização os profissionais de Artes Marciais, Dança, Ioga, método Pilates já citados neste manifesto. OS PROFESSORES DE ARTES MARCIAIS ESTÃO SE ORGANIZANDO E JÁ FAZEM PARTE DESSA LUTA, PARTICIPE VOCÊ TAMBÉM. UNIDOS PODEMOS INVERTER ESSA SITUAÇÃO. e-mail: gutojrandrade@bol.com.br
QUEM SABE FAZ A HORA NÃO ESPERA ACONTECER