A coreógrafa e bailarina alemã Pina Bausch morreu na manhã de hoje (30/06), aos 68 anos, na Alemanha. A notícia foi dada por um porta-voz do Tanztheater Wuppertal, companhia dirigida pela artista, que informou que a artista soube que estava com câncer há apenas cinco dias.
Pina nasceu em 27 de julho de 1940, em Solingen, na Alemanha. Começou seus estudos em dança em 1955, na escola Folkwang, de Essen, e depois foi para Nova York. Regressou à Alemanha em 1962 para integrar a companhia de Kurt Jooss, onde começou a desenvolver a dança-teatro que revolucionou a forma de dançar e tornou seu trabalho admirado em todo o mundo. Desde 1973 ela dirigia o Tanztheater Wuppertal, com o qual dançou no último domingo (28/06).
Entre as produções mais conhecidas de Pina estão Komm tanz mit mir (1977), Keuschheitlegende (1979), Café Müller (1978) e a versão de A Sagração da Primavera (1975). Em 2007, ela ganhou o Prêmio Kyoto, em homenagem a sua obra, que rompeu as fronteiras entre dança e teatro. Em setembro está programada a vinda do Tanztheater Wuppertal a São Paulo (leia mais aqui), quando será apresentado o mesmo programa que a companhia trouxe ao Brasil em 1980 (primeira turnê brasileira), com Café Müller e A Sagração da Primavera.
Leia também: Dançar afetos com a cidade: Pina Bausch, Tanztheater Wuppertal e Istambul, escrito pela pesquisadora Bianca Scliar Mancini
Uma conversa com Pina Bausch, entrevista com a artista publicada em maio de 2007 na revista Obscena.
Morte de Pina Bausch causa tristeza em profissionais de dança e teatro
E assista, na galeria do idança, a um trecho da versão do Tanztheater Wuppertal para A sagração da primavera.
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Uma grande perda para dança.
[...] idanca.net [...]
Perda irreparável!
lastimável perda
Es una pena realmente, una pérdida inesperada y pensar que el domingo 28 estuvo bailando.
Café Müller, de 1978, ainda influencia muitas criações de dança, teatro, dança-teatro ou teatro-dança que sejam.
Uma perda incomensurável para a arte.
Obrigado Pina!
Descanse em paz.
Ela foi e continuará sendo uma grande influência para todos nós. Descanse em paz querida Pina, e La Nave Va…
Tudo é fluido ou fluxo?
Volto a afirmar de que a vida não passa de um esmeril polido e sensível. É como um jogo de cartas repleto de azares e as vezes sorte.
Como uma noticia ou certezas infames, na maioria das vezes ela, nos faz tão mal. É melhor que em muitos dos casos não sabermos de absolutamente nada ou do que possa vir. Que nossos olhos não estejam repletos de lágrimas tristes, mas sim de que nossos corpos bailem para que esta notavél mulher possa bailar em outros ares. De que sua beleza e oponência seja mais que corpos e sim de total plenitude.
Que descanse em paz, Pina e que os Orixás tenham guardado sua casa. Evoé!
AU REVOIR MADAME !!
Pina Bausch, como pensar em dança e não lembrá-la?
O mundo da dança tem homenagem a esta mestra de todos os tempos.
LUZ!
Realmente triste, porém será eternamente uma inspiração para a alma.
…gratidão pela sua força, pela sua genialidade e sensibilidade..
—bailados eternos…
Laura Virginia
Ainda morava em mim e talvez em muitos da dança, o desejo de assistir ao vivo Pina dançando/atuando/falando/criando…hoje vai com ela essa vontade, mas fica um eterno OBRIGADA por tudo que fez pela Dança. Descanse/dance em paz…
Infelizmente foi uma grande perda para o mundo da dança. A marca registrada de que ela passou pelo nosso mundo irão ficar marcadas para todo o sempre, mesmo com as trocas de gerações. Pina Bausch deixará saudades.
“Eu não investigo como as pessoas se movem, mas o que as faz mover.”
Pina Bausch deixou um legado de afeto e tantas outras coisas… Ó Deus!
O mundo da dança infelizmente perde uma grande artista, mas muito obrigada pelos seus ensinamentos e descanse em paz.
Infelizmente temos momentos de perda, para que engradeçamos e o já foi seminado…
Ela é uma das figuras mais originais, inovadoras e influentes no desenvolvimento da dança, do teatro, da dança-teatro, do teatro-dança …………………………
Obrigado Pina.
Obrigado por mostrar inesquecíveis visões visionárias do ser humano.
Descanse em paz.
Dance em toda sua poética leveza, saltando de nuvem em nuvem, continuando a alimentar o imaginário de quem se deixou e se deixará levar pelas paisagens oníricas de suas obras.
Grato