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	<title>Comments on: Mostra Rumos: afinal, o que é processo? </title>
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	<description>Dança Contemporânea no Brasil e no mundo</description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Feb 2012 23:25:30 +0000</lastBuildDate>
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		<title>By: Franciele Pasturczak</title>
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		<dc:creator>Franciele Pasturczak</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 May 2011 00:41:30 +0000</pubDate>
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		<description>Como dito pelos comentários acima, processo é uma palavra delicada de definir, quando se trata de corpo e dança. Mais delicado ainda é quantificar um processo, podendo variar de acordo com o teor de  cada trabalho/pesquisa, com o tempo de entendimento de cada artista. Uma obra dificilmente chega ao seu produto final quando apresentada. Um experimento, uma apresentação sempre modifica, altera, pois acontece em tempo real, com situações imprevistas, podendo agregar valores a pesquisa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como dito pelos comentários acima, processo é uma palavra delicada de definir, quando se trata de corpo e dança. Mais delicado ainda é quantificar um processo, podendo variar de acordo com o teor de  cada trabalho/pesquisa, com o tempo de entendimento de cada artista. Uma obra dificilmente chega ao seu produto final quando apresentada. Um experimento, uma apresentação sempre modifica, altera, pois acontece em tempo real, com situações imprevistas, podendo agregar valores a pesquisa.</p>
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		<title>By: Raquel Messias - FAP</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2010/03/19/mostra-rumos-afinal-o-que-e-processo/14353/comment-page-1#comment-111300</link>
		<dc:creator>Raquel Messias - FAP</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 May 2011 02:37:38 +0000</pubDate>
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		<description>Relendo o meu próprio comentário, quero retificar uma afirmação que fiz sobre o final do trabalho. Quis dizer final no sentido de morte do trabalho, de fim mesmo (não de produto final, como pode dar a entender). A fim de um trabalho se dá quando não há mais questões que movem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Relendo o meu próprio comentário, quero retificar uma afirmação que fiz sobre o final do trabalho. Quis dizer final no sentido de morte do trabalho, de fim mesmo (não de produto final, como pode dar a entender). A fim de um trabalho se dá quando não há mais questões que movem.</p>
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		<title>By: Eraldo Alves</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2010/03/19/mostra-rumos-afinal-o-que-e-processo/14353/comment-page-1#comment-111296</link>
		<dc:creator>Eraldo Alves</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 May 2011 02:14:10 +0000</pubDate>
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		<description>como saber a hora de tornar nossos experimentos públicos? esta é uma pergunta que vem caminhando comigo nos últimos meses, um trabalho em processo significa algo inacabado e muitas vezes não comunica  o que pretendemos, mas será que um dia vai comunicar? ou talvez o simples fato de levar um processo até o publico já esteja comunicando, o que penso é que um trabalho em processo é algo que ainda esta amadurecendo e para poder ter continuidade precisa se transformar , é de extrema importância que o artista compartilhe com o publico suas angustias e indagações para poder dar continuidade a seu trabalho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>como saber a hora de tornar nossos experimentos públicos? esta é uma pergunta que vem caminhando comigo nos últimos meses, um trabalho em processo significa algo inacabado e muitas vezes não comunica  o que pretendemos, mas será que um dia vai comunicar? ou talvez o simples fato de levar um processo até o publico já esteja comunicando, o que penso é que um trabalho em processo é algo que ainda esta amadurecendo e para poder ter continuidade precisa se transformar , é de extrema importância que o artista compartilhe com o publico suas angustias e indagações para poder dar continuidade a seu trabalho.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Raquel Messias - FAP</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2010/03/19/mostra-rumos-afinal-o-que-e-processo/14353/comment-page-1#comment-111200</link>
		<dc:creator>Raquel Messias - FAP</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 May 2011 18:39:32 +0000</pubDate>
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		<description>Sob um dos modos de ler esse texto, apartando um bocado do Rumos (sobre o qual, pouco conheço para argumentar), eu refleti sobre o que faz o processo, como quartanista de uma faculdade de dança que se encontra imersa a uma pesquisa prático-teórica.
Como a própria palavra &quot;processo&quot; remete, há de haver continuidade, a qual se dá por meio de experimentos e estudo cada vez mais profundos. Suponho que devemos sempre buscar no corpo possibilidades de respostas acerca de questões que nos instigam. Deduzo que processo em dança se constrói assim.
Mas enfim, e a hora de levar ao público?! Como diferenciar processo de produto final? Existe final? Na minha opinião, final é quando as questões não instigam mais a mover. Talvez isso seja o final. E o que vai pra cena, acredito eu, é a síntese do que vem sendo experimentado durante tal período. O discurso de uma dança só se faz forte e fundamentado quando o corpo realmente passou por uma etapa de experimentação. Dessa forma, é ilusão achar que a comunicação artista-público vai acontecer se o trabalho não for realizado com crise, disciplina, dor e prazer.
Então, artistas, façamo-nos um convite: incorporemos nossa dança!
 
Raquel Messias - graduanda FAP - Curitiba</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sob um dos modos de ler esse texto, apartando um bocado do Rumos (sobre o qual, pouco conheço para argumentar), eu refleti sobre o que faz o processo, como quartanista de uma faculdade de dança que se encontra imersa a uma pesquisa prático-teórica.<br />
Como a própria palavra &#8220;processo&#8221; remete, há de haver continuidade, a qual se dá por meio de experimentos e estudo cada vez mais profundos. Suponho que devemos sempre buscar no corpo possibilidades de respostas acerca de questões que nos instigam. Deduzo que processo em dança se constrói assim.<br />
Mas enfim, e a hora de levar ao público?! Como diferenciar processo de produto final? Existe final? Na minha opinião, final é quando as questões não instigam mais a mover. Talvez isso seja o final. E o que vai pra cena, acredito eu, é a síntese do que vem sendo experimentado durante tal período. O discurso de uma dança só se faz forte e fundamentado quando o corpo realmente passou por uma etapa de experimentação. Dessa forma, é ilusão achar que a comunicação artista-público vai acontecer se o trabalho não for realizado com crise, disciplina, dor e prazer.<br />
Então, artistas, façamo-nos um convite: incorporemos nossa dança!<br />
 <br />
Raquel Messias &#8211; graduanda FAP &#8211; Curitiba</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Paula Pellissari - 4° ano do curso de Dança - Faculdade de Artes do Paraná</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2010/03/19/mostra-rumos-afinal-o-que-e-processo/14353/comment-page-1#comment-73599</link>
		<dc:creator>Paula Pellissari - 4° ano do curso de Dança - Faculdade de Artes do Paraná</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 01:18:12 +0000</pubDate>
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		<description>Este lugar de questionamento que Isabella Motta coloca é de extrema valia, pois se é processo, certamente, não é o lugar do produto final, que tem uma conclusão, mas sim um lugar de inacabamento em que as propostas estão em construção, e de fato é um momento de articulação de pensamentos. É claro que é preciso mostrar o resultado do processo só que um resultado que está sempre em construção, um momento de se posicionar para a sociedade, mostrar quão maduro e disponível este processo em dança está, e, certamente, como Isabela fala, sem julgamento do que é melhor ou pior.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Este lugar de questionamento que Isabella Motta coloca é de extrema valia, pois se é processo, certamente, não é o lugar do produto final, que tem uma conclusão, mas sim um lugar de inacabamento em que as propostas estão em construção, e de fato é um momento de articulação de pensamentos. É claro que é preciso mostrar o resultado do processo só que um resultado que está sempre em construção, um momento de se posicionar para a sociedade, mostrar quão maduro e disponível este processo em dança está, e, certamente, como Isabela fala, sem julgamento do que é melhor ou pior.</p>
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	<item>
		<title>By: Everson Motta (4° ano de dança Fap</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2010/03/19/mostra-rumos-afinal-o-que-e-processo/14353/comment-page-1#comment-73585</link>
		<dc:creator>Everson Motta (4° ano de dança Fap</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 21:10:20 +0000</pubDate>
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		<description>bem  nem todo processo se faz necessario ter um termino, porque já em minha opinião não seria mais um processo e sim uma sentese provisoria de algo que possa ser vista ou mostrado a um espectador e que seja capaz de ser reproduzido ou refeito varias veses até se tornar uma coreografia capaz de ser manipulada e organizada de forma com quem um leigo possa digerila como arte.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>bem  nem todo processo se faz necessario ter um termino, porque já em minha opinião não seria mais um processo e sim uma sentese provisoria de algo que possa ser vista ou mostrado a um espectador e que seja capaz de ser reproduzido ou refeito varias veses até se tornar uma coreografia capaz de ser manipulada e organizada de forma com quem um leigo possa digerila como arte.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Elizabeth Araujo (4° ano DANÇA Fap)</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2010/03/19/mostra-rumos-afinal-o-que-e-processo/14353/comment-page-1#comment-73324</link>
		<dc:creator>Elizabeth Araujo (4° ano DANÇA Fap)</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 16:33:35 +0000</pubDate>
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		<description>Iniciar o processo, passar para o corpo o que está sendo pensado em teoria (ou na teoria). Dificuldade passada por mim nesse exato momento,  COMO mostrar o que está sendo pesquisado?!?...O primeiro passo pra mim, seria explicar a teoria, contextualizar o espectador, não que isso seja uma obrigatoriedade, mas se caso se tenha um espaço disponível para isso,seja uma forma de fazer fazer com que as pessoas participem da construção ou do entendimento desse processo!
Respondendo esse questionamento, vão surgindo muitos outros, O QUE mostrar, qto tempo isso vai durar?...afinal fazer com que seu processo investigativo vire uma mostra pública (transformar o experimento em cena) faz com que você tenha que pensar nesse experimentos como uma cena (com espectadores, fugurino, iluminação, objetos cênicos...).
É muito bom confortante saber que todos artistas/pesquisadores tem esses questionamentos, esse dúvidas, problemas a serem resolvidos e debatidos!
Gostaria também de voltar a atenção para um comentário feito aicma: &quot;investigar é preciso, triste é quando se torna justificativa para falta  de trabalho&quot;...isso que me preocupa, pois as vezes você nem tem claro seus experimentos, sua investigação, e por alguma razão, você precisa mostar publicamente, fica uma mostra sem contudo, porém muitas vezes não é nem por falta de trabalho, mas sim de tempo parar investigação!
Bom, ainda precso responder esses meus questionamentos. Obrigada idança por esse espaço de discussão!
 
 
 </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Iniciar o processo, passar para o corpo o que está sendo pensado em teoria (ou na teoria). Dificuldade passada por mim nesse exato momento,  COMO mostrar o que está sendo pesquisado?!?&#8230;O primeiro passo pra mim, seria explicar a teoria, contextualizar o espectador, não que isso seja uma obrigatoriedade, mas se caso se tenha um espaço disponível para isso,seja uma forma de fazer fazer com que as pessoas participem da construção ou do entendimento desse processo!<br />
Respondendo esse questionamento, vão surgindo muitos outros, O QUE mostrar, qto tempo isso vai durar?&#8230;afinal fazer com que seu processo investigativo vire uma mostra pública (transformar o experimento em cena) faz com que você tenha que pensar nesse experimentos como uma cena (com espectadores, fugurino, iluminação, objetos cênicos&#8230;).<br />
É muito bom confortante saber que todos artistas/pesquisadores tem esses questionamentos, esse dúvidas, problemas a serem resolvidos e debatidos!<br />
Gostaria também de voltar a atenção para um comentário feito aicma: &#8220;investigar é preciso, triste é quando se torna justificativa para falta  de trabalho&#8221;&#8230;isso que me preocupa, pois as vezes você nem tem claro seus experimentos, sua investigação, e por alguma razão, você precisa mostar publicamente, fica uma mostra sem contudo, porém muitas vezes não é nem por falta de trabalho, mas sim de tempo parar investigação!<br />
Bom, ainda precso responder esses meus questionamentos. Obrigada idança por esse espaço de discussão!<br />
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 </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Larissa Godoi (4° ano de dança FAP)</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2010/03/19/mostra-rumos-afinal-o-que-e-processo/14353/comment-page-1#comment-72720</link>
		<dc:creator>Larissa Godoi (4° ano de dança FAP)</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 16:50:29 +0000</pubDate>
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		<description>Processo...o que mostrar, que escolhas fazer, o público vai/tem que entender, que pertinência esse trabalho tem para mim? e para os outros??? Muitas inquietações e perguntas que todo artista se faz, inclusive eu mesma, ou deveria fazer. É claro que todo trabalho artístico passa pelo processo de criação antes de chegar a um fim, mas a questão me parece ser diferente, o que se desenvolve nesse processo? Normalmente há pesquisa teoríca, linhas de pensamento e estudo que compartilham da ideia do artista, transferir essa ideias para o corpo através de processos e movimentos de forma a testar e chegar a um ponto onde pode-se chamar de &quot;produto&quot;, mesmo que não finalizado. Cada artista é claro, tem seu modo de conduzir esse processo, e o perfil de um edital também deve influenciar no modo de operar. Creio que esse é o ponto, quando se fala em editais como o Rumos ou mostras que ocorrem pelo país. A maneira como as coisas são propostas faz com que o público compreenda determinadas escolhas e não saia desses ambientes com cara de quem não entendeu nada, nem as escolhas como me parece que alguns não compreenderam em relação ao Rumos 2010.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Processo&#8230;o que mostrar, que escolhas fazer, o público vai/tem que entender, que pertinência esse trabalho tem para mim? e para os outros??? Muitas inquietações e perguntas que todo artista se faz, inclusive eu mesma, ou deveria fazer. É claro que todo trabalho artístico passa pelo processo de criação antes de chegar a um fim, mas a questão me parece ser diferente, o que se desenvolve nesse processo? Normalmente há pesquisa teoríca, linhas de pensamento e estudo que compartilham da ideia do artista, transferir essa ideias para o corpo através de processos e movimentos de forma a testar e chegar a um ponto onde pode-se chamar de &#8220;produto&#8221;, mesmo que não finalizado. Cada artista é claro, tem seu modo de conduzir esse processo, e o perfil de um edital também deve influenciar no modo de operar. Creio que esse é o ponto, quando se fala em editais como o Rumos ou mostras que ocorrem pelo país. A maneira como as coisas são propostas faz com que o público compreenda determinadas escolhas e não saia desses ambientes com cara de quem não entendeu nada, nem as escolhas como me parece que alguns não compreenderam em relação ao Rumos 2010.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Tammy Gehlen ( 4o ano Dança FAP )</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2010/03/19/mostra-rumos-afinal-o-que-e-processo/14353/comment-page-1#comment-72607</link>
		<dc:creator>Tammy Gehlen ( 4o ano Dança FAP )</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 17:55:31 +0000</pubDate>
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		<description>Falar de processo, conceituar o que é processo é uma tarefa um tanto quando confusa e árdua, visto que esse conceito pode ser relativo ao local, a cultura, ao contexto. No entanto o processo é o que produz um trabalho, todo trabalho é composto por processos e é justamente nesses momento, nos processos de pesquisas, que criamos, tiramos duvidas, ajustamos essa pesquisa que esta sendo produzida.
Rumos nada mais é do que uma política cultural para a dança, privada, pois é de uma instituição privada que fomenta alguns trabalhos em dança. Quando abre edital para esse incentivo à dança, quem se escreve precisa estar convicto de qual é a linha de trabalhos desse espaço. No entanto, vejo a necessidade de a dança ter credibilidade com  a sociedade. Fico preocupada e triste quando vejo que uma política como esta esta ferindo  o seu proprio  público, o da dança,  esta perdendo a sua credibilidad. O mesmo que acontece em festivais competitivos pode estar acontecendo aqui, aquela inquietação de: o pq fulano levou o premio e não siclano?, porém , no caso dos festivais, seus argumentos sempre são condisentes com o resultado, com a escolha. Algumas inquietações...O que pensamos quando premiamos algúem, damos a este ser uma oportunindade?O nome conta tudo? O que queremos passar não só para o público da dança mas sim para a sociedade?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Falar de processo, conceituar o que é processo é uma tarefa um tanto quando confusa e árdua, visto que esse conceito pode ser relativo ao local, a cultura, ao contexto. No entanto o processo é o que produz um trabalho, todo trabalho é composto por processos e é justamente nesses momento, nos processos de pesquisas, que criamos, tiramos duvidas, ajustamos essa pesquisa que esta sendo produzida.<br />
Rumos nada mais é do que uma política cultural para a dança, privada, pois é de uma instituição privada que fomenta alguns trabalhos em dança. Quando abre edital para esse incentivo à dança, quem se escreve precisa estar convicto de qual é a linha de trabalhos desse espaço. No entanto, vejo a necessidade de a dança ter credibilidade com  a sociedade. Fico preocupada e triste quando vejo que uma política como esta esta ferindo  o seu proprio  público, o da dança,  esta perdendo a sua credibilidad. O mesmo que acontece em festivais competitivos pode estar acontecendo aqui, aquela inquietação de: o pq fulano levou o premio e não siclano?, porém , no caso dos festivais, seus argumentos sempre são condisentes com o resultado, com a escolha. Algumas inquietações&#8230;O que pensamos quando premiamos algúem, damos a este ser uma oportunindade?O nome conta tudo? O que queremos passar não só para o público da dança mas sim para a sociedade?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Carlos Ortega</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2010/03/19/mostra-rumos-afinal-o-que-e-processo/14353/comment-page-1#comment-72605</link>
		<dc:creator>Carlos Ortega</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 14:41:27 +0000</pubDate>
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		<description>caros,
participei do rumos como espectador. faço teatro na europa e fiquei curioso com o evento, pois como estava de férias aproveitei para experienciar esses processos. nã sei pra quem interessa isso tudo, pois não seria melhor convidar o público para o espaço do artista? pra quer sair de casa pra ver uns processos que muitas das vezes são ou masturbação ou desculpa de quem não pode construir nada em seis meses e que utiliza a exposição pública de seus lamentos; como foi o caso dessa senhora que somente chorou no coletivo e mostrou umas coisas que não interessava aos presentes. o mais interessante na sua &quot;mostra&quot; de processo foi que fica claro que as artes estão sendo influenciadas pelos reality shows, pois me pareceu que ela somente queria dividir seus conflitos existenciais para um público com cara de hannn? ela investiu toda a grana nisto?
outro desconforto foi ira ao ccsp e presenciar um bando de pessoas enchendo balões e dando uns papeis de plásticos coloridos pra platéia, como se aquilo fosse cool e tão inovador! inovador? achei vazio e pretensioso, fora que a solista, era essa a sensação que dava, da tal pesquisa nem era assim tão grande performer.
e que era aquilo, num outro dia, de uns panos brancos enrolando tres dançarinos? tirando a intérprete feminina que tinha uma presença interessante
achei alguns trabalhos mostrados de grande interesse, mesmo estando em processo. não conheço os artistas, mas gostei de alguns riscos e conceitos apresentados; trabalhos conceituais e em diálogo com outra possibilidades, mesmo que alguns confundem mostrar processo com aula/demosntração/didática. que chato ver gente falando/justificando sua tal pesquisa ou como se estivesse em casa com amigos íntimos. hellooo vc tá em frente de pessoas que sairam de casa e não com seus parentes e amigos! que pretensão.
abraços e desculpem-me a sinceridade, mas  concccordo e muito que essa senhora somente pagou o mico no coletivo.
carlos ortega</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>caros,<br />
participei do rumos como espectador. faço teatro na europa e fiquei curioso com o evento, pois como estava de férias aproveitei para experienciar esses processos. nã sei pra quem interessa isso tudo, pois não seria melhor convidar o público para o espaço do artista? pra quer sair de casa pra ver uns processos que muitas das vezes são ou masturbação ou desculpa de quem não pode construir nada em seis meses e que utiliza a exposição pública de seus lamentos; como foi o caso dessa senhora que somente chorou no coletivo e mostrou umas coisas que não interessava aos presentes. o mais interessante na sua &#8220;mostra&#8221; de processo foi que fica claro que as artes estão sendo influenciadas pelos reality shows, pois me pareceu que ela somente queria dividir seus conflitos existenciais para um público com cara de hannn? ela investiu toda a grana nisto?<br />
outro desconforto foi ira ao ccsp e presenciar um bando de pessoas enchendo balões e dando uns papeis de plásticos coloridos pra platéia, como se aquilo fosse cool e tão inovador! inovador? achei vazio e pretensioso, fora que a solista, era essa a sensação que dava, da tal pesquisa nem era assim tão grande performer.<br />
e que era aquilo, num outro dia, de uns panos brancos enrolando tres dançarinos? tirando a intérprete feminina que tinha uma presença interessante<br />
achei alguns trabalhos mostrados de grande interesse, mesmo estando em processo. não conheço os artistas, mas gostei de alguns riscos e conceitos apresentados; trabalhos conceituais e em diálogo com outra possibilidades, mesmo que alguns confundem mostrar processo com aula/demosntração/didática. que chato ver gente falando/justificando sua tal pesquisa ou como se estivesse em casa com amigos íntimos. hellooo vc tá em frente de pessoas que sairam de casa e não com seus parentes e amigos! que pretensão.<br />
abraços e desculpem-me a sinceridade, mas  concccordo e muito que essa senhora somente pagou o mico no coletivo.<br />
carlos ortega</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Thais (4º ano de dança- Fap CTBA)</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2010/03/19/mostra-rumos-afinal-o-que-e-processo/14353/comment-page-1#comment-72551</link>
		<dc:creator>Thais (4º ano de dança- Fap CTBA)</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 17:39:05 +0000</pubDate>
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		<description>Acredito que discutir sobre processo é algo muito intenso, como debater relegião e futebol. Por mais que exista conceitos sobre processo e seja usado em diversificados áreas, cada um formula sua idéia sobre tal assunto gerando essa grande discussão (Que claro, ressalto que é muito importante e que nem tudo precisa de um ponto final). Acredito que o processo de um trabalho de dança é composto em instantes,e cada instante completa o todo. Cabe ao pesquisador saber qual instante de seu trabalho mostrar. Vejo também por um outro lado, o pessoal/individual...pois quando você se propõe mostrar o seu trabalho para um público que está distante desse processo , há pessoas que irão achar que esse &quot;pedaço&quot; do trabalho esteje pronto e há quem acredite que tem muito caminho para percorrer.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acredito que discutir sobre processo é algo muito intenso, como debater relegião e futebol. Por mais que exista conceitos sobre processo e seja usado em diversificados áreas, cada um formula sua idéia sobre tal assunto gerando essa grande discussão (Que claro, ressalto que é muito importante e que nem tudo precisa de um ponto final). Acredito que o processo de um trabalho de dança é composto em instantes,e cada instante completa o todo. Cabe ao pesquisador saber qual instante de seu trabalho mostrar. Vejo também por um outro lado, o pessoal/individual&#8230;pois quando você se propõe mostrar o seu trabalho para um público que está distante desse processo , há pessoas que irão achar que esse &#8220;pedaço&#8221; do trabalho esteje pronto e há quem acredite que tem muito caminho para percorrer.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Hugo</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2010/03/19/mostra-rumos-afinal-o-que-e-processo/14353/comment-page-1#comment-72211</link>
		<dc:creator>Hugo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 08:19:44 +0000</pubDate>
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		<description>investigar é preciso, triste é quando se torna justificativa para falta de trabalho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>investigar é preciso, triste é quando se torna justificativa para falta de trabalho.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Raquel Bombieri, 4º ano, Dança/ FAP</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2010/03/19/mostra-rumos-afinal-o-que-e-processo/14353/comment-page-1#comment-72093</link>
		<dc:creator>Raquel Bombieri, 4º ano, Dança/ FAP</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 23:15:46 +0000</pubDate>
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		<description>Como mostrar e compartilhar uma obra em processo é uma questão que vem sendo discutida também dentro do 4º ano de Dança da FAP, afinal estamos todos pesquisando, criando e também passamos por mostras de processos. Vejo o fim do processo, essa escolha do que levar para a cena e o que dos meus experimentos tornar público um lugar muito tênue e por isso deve ser cuidadosamente estudado e discutido. Acredito também na importância desse lugar, onde se pode mostrar o que ainda não é um produto final,  ser explorado e opotunizado, pois nos coloca em risco e provoca questionamentos importantes acerca de nossas questões, estratégias e objetivos.
Não pude participar da mostra Rumos, mas o texto me faz sentir um aroma agradável e instigante das discuções resultantes...
Abraços!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como mostrar e compartilhar uma obra em processo é uma questão que vem sendo discutida também dentro do 4º ano de Dança da FAP, afinal estamos todos pesquisando, criando e também passamos por mostras de processos. Vejo o fim do processo, essa escolha do que levar para a cena e o que dos meus experimentos tornar público um lugar muito tênue e por isso deve ser cuidadosamente estudado e discutido. Acredito também na importância desse lugar, onde se pode mostrar o que ainda não é um produto final,  ser explorado e opotunizado, pois nos coloca em risco e provoca questionamentos importantes acerca de nossas questões, estratégias e objetivos.<br />
Não pude participar da mostra Rumos, mas o texto me faz sentir um aroma agradável e instigante das discuções resultantes&#8230;<br />
Abraços!</p>
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		<title>By: Carlos Teixeira</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2010/03/19/mostra-rumos-afinal-o-que-e-processo/14353/comment-page-1#comment-72061</link>
		<dc:creator>Carlos Teixeira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 15:41:05 +0000</pubDate>
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		<description>terrível a apresentação da Marta Soares, puf... que vergonha...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>terrível a apresentação da Marta Soares, puf&#8230; que vergonha&#8230;</p>
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		<title>By: Viviane</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2010/03/19/mostra-rumos-afinal-o-que-e-processo/14353/comment-page-1#comment-72052</link>
		<dc:creator>Viviane</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 05:50:39 +0000</pubDate>
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		<description>preciso demonstrar a minha completa insatisfação e desagravo ao ver o nome de Marta Soares contemplado para continuar seu trabalho apresentado no rumos. Se os critérios incluem  &quot;maturidade da pesquisa; clareza das questões investigadas; importância e pertinência da continuidade da pesquisa&quot;, isso torna-se ainda mais preocupante. Na sua apresentação no Teatro Coletivo, a coreógrafa Marta Soares foi incapaz de articular um discurso minimamente coerente, claro ou pertinente. Para constragimento geral ela chorou e não apresentou nem um material relevante. Apenas algumas imagens em vídeo, extremamente estetizantes e que poderiam ter sido retiradas de qualquer catálogo de publicidade. Esta mostra não era videodança. Ultrajante, desrespeituoso com o público. Ninguém gosta de se sentir enganado. A comissão se enganou e segue enganando o público ao bancar a continuidade de uma pesquisa nula, inexistente. Ficou claro  que ao fim dos 6 meses de pesquisa a Coreógrafa nada tinha realizado. Simplesmente colocou o dinheiro no seu bolso. Achando que o mundo deve mais é sustentar a sua bela subjetividade. Isto é vergonhoso, inadmissível. Ainda mais se levarmos em consideração o alto nível dos trabalhos apresentados na mostra. Nada justifica a falta de trabalho. Pena, mil vezes pena. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>preciso demonstrar a minha completa insatisfação e desagravo ao ver o nome de Marta Soares contemplado para continuar seu trabalho apresentado no rumos. Se os critérios incluem  &#8220;maturidade da pesquisa; clareza das questões investigadas; importância e pertinência da continuidade da pesquisa&#8221;, isso torna-se ainda mais preocupante. Na sua apresentação no Teatro Coletivo, a coreógrafa Marta Soares foi incapaz de articular um discurso minimamente coerente, claro ou pertinente. Para constragimento geral ela chorou e não apresentou nem um material relevante. Apenas algumas imagens em vídeo, extremamente estetizantes e que poderiam ter sido retiradas de qualquer catálogo de publicidade. Esta mostra não era videodança. Ultrajante, desrespeituoso com o público. Ninguém gosta de se sentir enganado. A comissão se enganou e segue enganando o público ao bancar a continuidade de uma pesquisa nula, inexistente. Ficou claro  que ao fim dos 6 meses de pesquisa a Coreógrafa nada tinha realizado. Simplesmente colocou o dinheiro no seu bolso. Achando que o mundo deve mais é sustentar a sua bela subjetividade. Isto é vergonhoso, inadmissível. Ainda mais se levarmos em consideração o alto nível dos trabalhos apresentados na mostra. Nada justifica a falta de trabalho. Pena, mil vezes pena.</p>
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