Começa segunda-feira (30/08), no Rio de Janeiro, a edição 2010 do dança em foco – Festival Internacional de Vídeo & Dança. Este ano, o festival está ainda mais democrático. Ele deixa o prédio do Oi Futuro e ocupa endereços em três bairros diferentes na capital carioca – dois deles a céu aberto.
A programação da MIV – Mostra Internacional de Videodança conta, este ano com cerca de 100 vídeos e será exibida em três contêineres instalados no Largo Albino Pinheiro (em frente ao Real Gabinete Portugês de Leitura), no Palácio Capanema (ambos no Centro), e no Espaço SESC (Copacabana).
Além das exibições, o dança em foco também promoverá oficinas (saiba mais aqui), conversas e master class com o artista belga Thierry De Mey, um dos nomes mais importantes no cenário da videodança internacional, e com Billy Cowie e Liz Aggiss. Além disso, o público poderá conhecer os projetos premiados nos dois editais lançados este ano. O dança em foco vai até dia 12 de setembro e tem patrocínio da Petrobras.
Abaixo, assista à galeria montada especialmente para o idança:
O escocês Billy Cowie e a britânica Liz Aggiss são os convidados internacionais de 2010 e darão oficina gratuita no Espaço SESC. Na foto.
Apresentação de Thierry De Mey na 5ª edição do Festival Temps d’Images.
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Vídeo produzido a partir do intercâmbio entra a Cia. Etc (Recife, PE) e Hibridus Dança (Ipatinga, MG).
Trechos da oficina realizada pelo dança em foco na itinerância de Porto Alegre, em maio.
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Dança em foco: editais de produção abertos

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acho q existe boas ideias sobre uso de recursos e técnicas nesses videos.Mas não existe consciência sobre o uso. Dá pra ver várias coisas mto “loucas”, mas não se vê o objetivo. Não existe ainda a consciência da arte contemporânea. Aliás, seria mais um estilo dadá de fazer video. Acho que só porquê as técnicas são contemporâneas, não quer dizer que a composição vá se transformar em uma coisa sem sentido – parece q é essa visão q os autores têm da arte contemporânea.
Acho que deve-se buscar pelo objetivo, ou ainda, pelo sentido de se utilizar os recursos e o roteiro do video, pois isso distancia do amadorismo que tanto se confunde na prática da arte contemporânea.