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	<description>Dança Contemporânea no Brasil e no mundo</description>
	<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 20:12:00 +0000</pubDate>
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		<title>Marcela Levi ganha três citações no Yearbook da ballettanz</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 20:09:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Idança</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Acontece]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[ballettanz]]></category>

		<category><![CDATA[In-Organic]]></category>

		<category><![CDATA[Marcela Levi]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Depois de participar do festival <a href="http://www.menagerie-de-verre.org/index_menagerie.php?rub=spectacles" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.menagerie-de-verre.org');" target="_blank">Les Inaccoutumés 2008</a>, no fim de novembro, em Paris, Marcela Levi apresenta <em><strong>In-Organic</strong></em> no Teatro Solis, em Montevidéu, Uruguai.</p>
<p>Neste trabalho, de 2007, Marcela se utiliza de 25 metros de um colar de pérolas, uma cabeça de&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de participar do festival <a href="http://www.menagerie-de-verre.org/index_menagerie.php?rub=spectacles" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.menagerie-de-verre.org');" target="_blank">Les Inaccoutumés 2008</a>, no fim de novembro, em Paris, Marcela Levi apresenta <em><strong>In-Organic</strong></em> no Teatro Solis, em Montevidéu, Uruguai.</p>
<p>Neste trabalho, de 2007, Marcela se utiliza de 25 metros de um colar de pérolas, uma cabeça de boi embalsamada, grampos de cabelo e um sinalizador de bicicleta para criar uma relação de superposições entre esses objetos e seu corpo.</p>
<p>Além de muito elogiado no Brasil, <em><strong>In-Organic</strong></em> foi citado três vezes no Yearbook 2008 da revista alemã <a href="http://www.ballet-tanz.de/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.ballet-tanz.de');" target="_blank">ballettanz</a>. A publicação fez uma seleção dos destaques do ano na dança - na opinião de 40 críticos - divididos em categorias como <em>innovative production</em>, <em>young dancer to watch</em>, e até <em>infuriating dance event</em>. Tiago Bartolomeu Costa, da revista <a href="http://www.revistaobscena.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.revistaobscena.com');" target="_blank">Obscena</a>, classificou <em><strong>In-Organic</strong></em> como <em>innovative production</em>, e Katja Praznik, da <a href="http://www.maska.si/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.maska.si');" target="_blank">Maska</a>, como <em>important production</em>. Katja também votou em Marcela Levi na categoria <em>outstanding choreographer</em>.</p>
<p>Em janeiro, a performance volta a ser apresentada na Europa.</p>
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		<title>Oficina de videodança exibe trabalhos finais</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/12/04/oficina-de-videodanca-exibe-trabalhos-finais</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 18:41:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Idança</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cursos e oficinas]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[oficina]]></category>

		<category><![CDATA[Sarah Ferreira]]></category>

		<category><![CDATA[UDESC]]></category>

		<category><![CDATA[vídeodança]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Acontece nesta sexta-feira (5/12), na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), a <strong>mostra Videodanças</strong>. A exposição é resultado de oficina desenvolvida por Sarah Ferreira durante o curso de Artes Cênicas da universidade.</p>
<p>A oficina teve a participação de 15 artistas&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acontece nesta sexta-feira (5/12), na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), a <strong>mostra Videodanças</strong>. A exposição é resultado de oficina desenvolvida por Sarah Ferreira durante o curso de Artes Cênicas da universidade.</p>
<p>A oficina teve a participação de 15 artistas durante 30 horas/aula e os encontros foram divididos entre aulas teóricas e práticas. Além da mostra, o projeto resultou no blog <a href="http://oficinavideodanca.blogspot.com/2008/12/sobre-mostra-de-videodanas-curriculo.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/oficinavideodanca.blogspot.com');" target="_blank">www.oficinavideodanca.blogspot.com</a>, com relatórios constantes sobre os exercícios, blibliografias e links úteis.</p>
<p>A <strong>mostra Videodanças</strong> será dividida em três sessões, às 18h, às 19 e às 20h, com cerca de 30 minutos cada. Participam os trabalhos: <em><strong>Possibilidades Despretensiosas</strong></em>, <em><strong>Tudo o que é vermeho (atos 1 e 2)</strong></em> e<strong> <em>Sincrotonia</em></strong>. A UDESC fica na Avenida Madre Benvenuta 2007, Itacorubi.</p>
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		<title>Meu nome é corpo</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 17:20:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wilton Garcia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[*** Destaque]]></category>

		<category><![CDATA[Crítica]]></category>

		<category><![CDATA[Textos]]></category>

		<category><![CDATA[Brasília]]></category>

		<category><![CDATA[corpo]]></category>

		<category><![CDATA[Gê Bezerra]]></category>

		<category><![CDATA[Grito Companhia de Dança]]></category>

		<category><![CDATA[Júnior O'Hara]]></category>

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		<description><![CDATA[<span lang="pt-br">Em mais um texto para o idança, Wilton Garcia analisa a dinâmica do corpo na dança contemporânea a partir do trabalho de Júnior O'Hara e Gê Bezerra, da companhia brasiliense Grito. Participe da discussão.</span>
      
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="pt-br">Mas afinal, o que e como pensar sobre a dinâmica contemporânea que reedita o corpo na sociedade contemporânea, sobretudo na dança? A voz que expressa essa dinâmica requer um corpo enunciador de vestígios emblemáticos: uma poética subjetiva ou uma estética sensível, marcadamente intercambiante à arte e à condição humana. Rarefeitos momentos de comunhão que (des)envolvem trocas de experiências.</span></p>
<p><span lang="pt-br">Agora, legitimamos o corpo como estado crítico de ser e estar - como uma extensão sincrética do código híbrido que acelera a (re)inscrição verbo-visual-sonoro, para além de uma evidência extra-sensorial. O corpo perfaz seu próprio eixo. Explora caminhos. Então, acentua o registro incorporador de experiências sincréticas e cinéticas, capazes de acenar a malhas (inter/trans)textuais entre esse ‘quase&#8217; ser e estar. É um pouco de cada.</span></p>
<p><span lang="pt-br">Para provocar: assistir a um trabalho de dança na sala de espetáculo, bem como assistir a um filme na sala de cinema e/ou a uma performance na internet, são atividades tão corpóreas quanto a articulação criativa que expõe um grupo de dança no palco ou o sujeito no enfrentamento cotidiano do ônibus cheio, apertado de corpos que se encostam. O mesmo pode-se imaginar para o corpo do motorista sentado no carro aguardando o trânsito.</span></p>
<p><span lang="pt-br">Partindo dessa premissa, investigo manifestações contemporâneas que ativam a lógica corporal. Especificamente, aqui, quero ponderar o trabalho ousado e criativo de Júnior O&#8217;Hara - coreógrafo de Brasília. Seu escopo cênico estimula uma vertigem enigmática - para não dizer emblemática/simbólica -, cuja escritura coreográfica visa expor a multiplicação de espaços entre chão, teto, parede, frente e fundo. Nota-se um desempenhar estreito à experimentação aberta de feitos coreográficos contemporâneos.</span></p>
<p><span lang="pt-br">Ao seu lado, urge o corpo maduro e viscoso de Genivaldo Souza (mais conhecido como Gê Bezerra), que brinca com os artefatos da dança. A dupla - Ge e O&#8217;Hara - parece fazer estragos conceituais positivos na dança brasiliense, em diálogo com a potencialidade criativa do grupo BASIRAH. Propõem um olhar flexível e atual para ativar a possibilidade dançante. Inova-se com o território arreparador de subjetividades - respiros. Eis um destaque criativo para a proposta da dança brasileinse: rever/reler aquilo que é indicado como novo. Mas, então, o que recobre tal postura que ativa o, dito, novo na dança?</span></p>
<p><span lang="pt-br">Neste bojo, elege-se o corpo como fator atrator da lógica formal para performatizar a aventura coreográfica de gestos precisos e equipados de uma intensão pulsional. Há muita vida no que eles fazem. Bailarinos/as respiram na sua condição física de pensar o limite cênico de seu próprio corpo.</span></p>
<p><span lang="pt-br">O resultado é uma estrutura viva, orgânica, em que a pláteia consegue sentir a comunicação estabelecida pela vontade dançante e corporal. Corpos em cena são para ser espetacularizados na ordem das ações legítimas do sentir com força e afeto. Fica aí uma impressão mais autêntica!</span></p>
<p><span lang="pt-br"><strong>Do espetáculo em processo</strong></span></p>
<p><span lang="pt-br">No prólogo, uma assinatura bem humorada ressalta a voz estrepitante de aninha - &#8220;Meu nome é Ana&#8221;. Nada mais equivalente a este gesto sorridente e simpático pautado pelo desfecho representacional do Grito Cia. de Dança. Eles acabam de estrear, neste mês de outubro de 2008, o espetáculo <strong><em>Meu nome é</em>&#8230;</strong></span></p>
<p><span lang="pt-br">Em um ciclo que se completa, o encerramento do espetáculo ocorre com a mesma cena do prólogo que efetiva a feliz expressão rica e criativa de dizer o nome.</span></p>
<p><span lang="pt-br">Trata-se de um breve conjunto representativo da dança contemporânea do Distrito Federal. Para ser mais específico, é um grupo jovem de pesquisa experimental em dança originado da cidade satélite de Taguatinga.</span></p>
<p><span lang="pt-br">A direção e a coreografia de Júnior O&#8217;Hara são traduzidas pelo elenco que desponta Gê Bezerra, bem como os nomes emergentes como Sérgio Gonçalves, Ana Cláudia Ronzani e Roberta Barbalho. É um misto de talentos emergentes que persistem com seus esforços para acreditar na dança brasileira contemporânea. Por que não?!</span></p>
<p><span lang="pt-br">Ao todo, são seis nomes e corpos que apresentam 3 pares. Movimentos flexíveis entre duos expressam a passagem de uma dança contemporânea que dialoga com resquícios daquilo que já foi entendido, algum dia, como moderno. Agora, experimenta-se a dinâmica de uma performance, cada vez mais deslocada, flexível, provisória.</span></p>
<p><span lang="pt-br">Gê e Sérgio, por exemplo, formam um duo coreográfico de sustentação e ritmo que relaciona e amplia o encontro corpóreo entre os bailarinos, que se tocam e estimulam uma subjetividade peculiar. Neste ato, um envolvimento dançante pulsa a redimensão da carne. Em certo momento, Gê lança - de uma só vez - o corpo de Sérgio para o alto, numa ponta acentuada pelas pernas e culmina no somatório de viesses masculinos. É algo impactante que intensifica de modo produtivo a qualidade da cena.</span></p>
<p><span lang="pt-br">Tudo isso se torna acelerado pela música eletrônica incidental. Um desencontro sonoro (re)configura a extensão rítmica ao desassociar a impressão visual da esfera corporal. Propositalmente, a atmosfera plástica do espetáculo revela uma desconexão entre o movimento coreográfico e a música descompassada - um reencontro poético. Som e imagem caminham em descomunhão, sem querer afinar o compasso rítmico. Parece algo intencional!</span></p>
<p><span lang="pt-br"><strong><em>Meu nome é&#8230;</em></strong> pode ser visto/lido como a incerteza daquilo que não é, mas também daquilo que possa ser e/ou estar. Vinculam-se a euforia plástica de corpos sobressaltados pelo engenho coreográfico e o rigor técnico e sensível do conjunto. Quem passar por Brasília, talvez, pode ter o privilégio de assistí-lo no teatro Villa-lobos ou aguardar sua temporada pelo eixo Rio - São Paulo - Minas, quem sabe?</span></p>
<p><span lang="pt-br"><strong>Wilton Garcia é artista visual, trabalha com fotografia e vídeo, pesquisando o corpo contemporâneo. Doutor em Comunicação e Estética do Audiovisual pela ECA/USP e Pós-Doutorado em Multimeios pelo IA/UNICAMP. Atualmente, é professor do Mestrado em Semiótica, Tecnologia da Informação e Educação da Universidade Braz Cubas - UBC. Autor de <em>Corpo, mídia e representação: estudos contemporâneos</em> (Thompson, 2005), entre outros.</strong></span></p>
















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		<title>O sentido do prazer: movimento#2</title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/12/04/o-sentido-do-prazer-movimento2</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 15:01:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Idança</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[*** Destaque]]></category>

		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

		<category><![CDATA[Andrea Maciel]]></category>

		<category><![CDATA[coLABoratório]]></category>

		<category><![CDATA[festival]]></category>

		<category><![CDATA[Play Rec]]></category>

		<category><![CDATA[vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[<span lang="pt-br">Produzido em 2007 durante o projeto CoLABoratório, O sentido do prazer: movimento#2, de Andrea Maciel, está na programação do festival PLAY REC 2008, que acontece até domingo, em Recife. Assista e deixe seu comentário.</span>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="vvqbox vvqyoutube" style="width:480px;height:401px;">
<p id="vvq49386f79a7505"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=cIwwfMNCCpQ" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.youtube.com');">http://www.youtube.com/watch?v=cIwwfMNCCpQ</a></p>
</div>
<p><span lang="pt-br"><strong>Direção e coreografia</strong>: Andrea Maciel, Paulo Mendel <strong>Intérprete</strong>: Andrea Maciel <strong>Direção de fotografia e câmera</strong>: Guilherme Rodrigues <strong>Edição e making of</strong>: Lucas Rodrigues, Paulo Mendel</span></p>
<p><span lang="pt-br">A videodança <em><strong>O sentido do prazer: movimento#2 </strong></em>foi produzida em 2007 por Andrea Maciel dentro do projeto coLABoratório. Neste sábado (6/12), o trabalho será exibido na 2ª edição do festival PLAY REC - II Festival Internacional de Videodança do Recife, que acontece até domingo.</span></p>
<p><span lang="pt-br">Com o apoio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o PLAY REC tem como tema este ano a relação <em>Corpo X Imagem</em>. A seleção de vídeos se divide em programas como <em>América Latina, Acervo Mariposa</em> e <em>Olhar Pernambuco</em>, entre outros. Todas as exibições começam às 19h.</span></p>
<p><span lang="pt-br">A programação do festival também inclui palestras e oficinas. <a href="http://www.playrec2008.com.br/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.playrec2008.com.br');" target="_blank">Clique aqui</a> para conferir todas as atividades do PLAY REC 2008.</span></p>




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		<title>Um original, não uma recriação: Raimund Hoghe revisita L&#8217;après midi (d&#8217;un faune) </title>
		<link>http://idanca.net/lang/pt-br/2008/12/04/um-original-nao-uma-recriacao-raimund-hoghe-revisita-lapres-midi-dun-faune-an-original-not-a-revival-raimund-hoghe-revisits-lapres-midi-dun-faune</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 14:19:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Franz Anton Cramer</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[*** Destaque]]></category>

		<category><![CDATA[Crítica]]></category>

		<category><![CDATA[Textos]]></category>

		<category><![CDATA[Emmanuel Eggermont]]></category>

		<category><![CDATA[L'après-midi (d'un faune)]]></category>

		<category><![CDATA[Raimund Hoghe]]></category>

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		<description><![CDATA[<span lang="pt-br">O número 16/17 da revista Obscena já está no ar e traz uma crítica de Franz Anton Cramer sobre o espetáculo L'après-midi (d'un faune), de Raimund Hoghe, uma remontagem com tintas contemporâneas do clássico de Nijinski. Leia e deixe seu comentário.</span>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="pt-br"><em>O número 16/17 da revista Obscena já está no ar (você pode acessá-la <a href="http://www.revistaobscena.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.revistaobscena.com');" target="_blank">clicando aqui</a>) e traz o texto abaixo, uma crítica de Franz Anton Cramer ao espetáculo </em><em><strong>L&#8217;après-midi (d&#8217;un faune)</strong>, de Raimund Hoghe, uma remontagem com tintas contemporâneas do clássico homônimo dançado por Nijinski em 1912 com música de Debussy. A nova versão de </em><em><strong>L&#8217;après-midi </strong></em><em>foi apresentada em junho, no Montpellier Danse festival 2008. A Obscena é uma revista de artes performáticas portuguesa, parceira do </em><strong>idança</strong><em> na troca de conteúdos. </em></span></p>
<p><span lang="pt-br">Com mais este regresso a uma obra canónica, poderia dar-se o caso de sermos levados a pensar tratar-se de mais uma tentativa de reafirmação do discurso contemporâneo, dadas as diversas remontagens de <strong><em>Sagração da Primavera</em></strong>, as recriações de <strong><em>Lago dos Cisnes</em></strong>, as infindáveis auto-citações de coreógrafos ou as apropriações de metodologias, inovações e avant-guardes do passado. Anne Collod trabalhou a partir dos Ballet Russes e de Anna Halprin, e Dominique Brun revelou-se uma autoridade no que respeita ao material preparatório usado por Olivier Dubois (ainda que, no caso de Nijinsky, Claudia Jeschke e Ann Hutchinson Guest fossem pioneiros na decifração da partitura de Faune)<a name="_ftnref1" href="#_ftn1">[1]</a>. Mas, actualmente, a historiografia é, entre as disciplinas académicas, uma das mais contestadas no que respeita à dança.</span></p>
<p><span lang="pt-br">Contudo, na recorrente predilecção e fascínio para com a herança coreográfica, o alemão Raimund Hoghe distingue-se através da sua muito particular perspectiva. O seu universo performático é, por um lado, baseado nas partituras e, por outro, na singularidade dos intérpretes. É na tentativa de estabelecimento de uma ponte que torne constructiva a incompatibilidade de tudo o que é único que ele constrói as suas peças, acabando, elas mesmas, por se tornar afirmações únicas. Após <strong><em>The Rite of Spring</em>, <em>Swan Lake</em></strong><a name="_ftnref2" href="#_ftn2">[2]</a> e <strong><em>Boléro Variations</em></strong>, foi a vez de abraçar o momento fundador da dança auto-reveladora, <strong><em>L&#8217;aprés-midi d&#8217;un faune</em></strong>, de Vaclav Nijinsky, Claude Debussy and Stéphane Mallarmé.</span></p>
<p><span lang="pt-br">É, indistintamente este trabalho, em vez do comummente referido <strong><em>Sagração da Primavera</em></strong> (1913) que assinala o início da dança como uma arte autonomamente moderna. E é-o ainda mais para Hoghe cuja afeição por uma situação íntima - uma reservada clareira numa tarde dolente - é mais evidente, quando comparado com uma cena de ritos ancestrais e grandiloquência etnográfica<a name="_ftnref3" href="#_ftn3">[3]</a>, tal como é sublinhado em <strong><em>Sagração</em></strong>.</span></p>
<p><span lang="pt-br">Esta observação é tanto mais verdadeira quanto analisado o cenário de <strong><em>L&#8217;aprés-midi</em></strong>, estreado no sombrio Théâtre du Hangar, durante o prestigiante Montpellier Danse festival 2008, no passado mês de junho. Esta obra-prima de uma hora, criada para a actual musa coreográfica de Hoghe, o bailarino francês Emmanuel Eggermont, faz uso de todas as ferramentas que lhe são comuns. A saber, e apenas para citar algumas: rituais minimalistas, musicalidade refinada, extremo respeito tanto pelo intérprete como pelo espectador e pelo dispositivo performático, virtuosa noção de tempo e precisão nos efeitos imagéticos.</span></p>
<p><span lang="pt-br">E, no entanto, <strong><em>L&#8217;aprés-midi</em></strong> equilibra adulação, reconstituição e originalidade. Adulação, claro, pela beleza do intérprete (literal e artisticamente); reconstituição deste trabalho multifacetado e da sua quase mítica recepção na história; e a sua própria interpretação e apropriação de material simbólico e pesado enquanto peça contemporânea de dança.</span></p>
<p><span lang="pt-br">O espaço está, como é comum no trabalho de Hoghe, praticamente despido, mas organizado. Nada de adereços, à excepção de dois copos de leite que Hoghe posiciona em vários lugares. Há uma luz discreta (na estreia em Montpellier foi, inclusive, aproveitada a luz do dia que entrava no teatro por uma janela, insistindo num toque idílico e mediterrânico da situação). E há uma banda sonora que combina duas gravações da composição original de Debussy, outras peças de câmara deste autor, e uma Lieder de Gustav Mahler.</span></p>
<p><span lang="pt-br">É neste cenário que vemos Eggermont, deitado no chão, com os copos junto à sua cabeça e pés. Hoghe enche-os de leite. A partitura de Debussy será ouvida duas vezes: logo ao início, quando Eggermont se ergue através de uma cadência de nobres e subtis movimentos, como se explorasse o espaço numa clarividência onírica.</span></p>
<p><span lang="pt-br">Ele enche este espaço lírico e esta estrutura musical com a sua presença. É neste estado encantado que Eggermont permite o surgimento de memórias e alusões ao seu famoso predecessor. A persona de Nijinsky - envolvida numa aura erótica - transformou a peça num escândalo aquando da sua estreia, em 1912, mas também deu à dança um outro nível de auto-confiança. Eggermont e Hoghe estão bem cientes destas sombras sensuais e, ao longo das cinco partes de <strong><em>L&#8217;après-midi</em></strong>, o leite vai-se tornando, cada vez mais, um símbolo icónico. E quando é espalhado pelo chão negro, já mais perto do fim, não serão desajustadas algumas associações explícitas aos momentos finais do trabalho original - a imagem de Nijinsky enquanto fauno que copula com o objecto fetichizado, o lenço da ninfa no qual havia tocado apenas uma vez, com o ombro no antebraço dela, durante a coreografia de 12 minutos.</span></p>
<p><span lang="pt-br">Eggermont é um soberbo presente quando se quer construir um universo de gestos meditativos que, no entanto, estão mergulhados numa suavidade Art nouveau, tal como contêm formas contemporâneas de reflexividade. As disposições corporais, como se fossem baixos-relevo, que marcam a inventividade coreográfica de Nijinsky, estão tão presentes quanto hoje em qualquer composição de reduzidos movimentos contemporâneos.Tanto assim é que, com este movimento escultórico e angular, Hoghe traça uma linha com o passado, ao qual se acrescenta contrapeso musical, garantindo que pesquisa gestual é mais do que uma remontagem de <strong><em>L&#8217;après-midi</em></strong>.</span></p>
<p><span lang="pt-br"><strong>Franz Anton Cramer é crítico de dança freelancer e autor em Berlim. Também participa de congressos e seminários em universidades e academias da Alemanha, França, Espanha e Holanda.</strong></span></p>
<hr size="1" /><a name="_ftn1" href="#_ftnref1">[1]</a> Leia na Obscena #15 a crítica a <strong><em>Parades &amp; Changes, Replay</em></strong>, de Anne Collod, e <strong><em>Faune(s)</em></strong> de Olivier Dubois</p>
<p><span lang="pt-br"><a name="_ftn2" href="#_ftnref2">[2]</a> Leia na Obscena #9 um ensaio de Franz Anton Cramer sobre Raimund Hoghe, focado em <strong><em>Swan Lake - 4 acts</em></strong>, apresentado em Fevereiro deste ano na Culturgest, Lisboa.</span></p>
<p><span lang="pt-br"><a name="_ftn3" href="#_ftnref3">[3]</a> Leia na Obscena #9 um ensaio de Franz Anton Cramer sobre Raimund Hoghe, focado em <strong><em>Swan Lake - 4 acts</em></strong>, apresentado em Fevereiro deste ano na Culturgest, Lisboa.</span></p>
<p><span lang="en-us"><em>The 16/17 number of Obscena magazine is already online (You can read it <a href="http://www.revistaobscena.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.revistaobscena.com');" target="_blank">clicking here</a>) and brings the following review by Franz Anton Cramer of </em><em><strong>L&#8217;après-midi (d&#8217;un faune)</strong>, by Raimund Hoghe, a re-staging with contemporary strokes of the homonimous classic choreography performed by Nijinski in 1912 with music by Debussy. The new version of </em><em><strong>L&#8217;après-midi </strong></em><em> was presented in June, at the Montpellier Danse Festival 2008.  Obscena is a portuguese magazine dedicated to the performing arts, partner of </em><strong>idança</strong><em> for the exchange of contents</em></span></p>
<p><span lang="en-us">One might take it for just another attempt to reinsure contemporary performance practice by going back to canonical dance work of the past. So many <em><strong>Sacre</strong></em>-reworkings, <strong><em>Swan Lake</em></strong>-redoings without end, self-quotations by dance artists, appropriations of methodologies, innovations and avant-gardes of the past. Anne Collod has worked on the Ballets russes and on Anna Halprin, Dominique Brun has become an authority in historic step material used by Olivier Dubois (even though, in Nijinsky&#8217;s case, Claudia Jeschke and Ann Hutchinson Guest are the ones who originally deciphered the Faune&#8217;s score). And historiography is among the most contested academic disciplines related to dance these days.</span></p>
<p><span lang="en-us">However, in the current predilection and fascination with dance heritage, Raimund Hoghe stands out with his strictly personalized perspectives. His performance universe is based on the musical scores for one side, the uniqueness of the performers on the other side. It is to bridge the gap and to make constructive the incompatibility of all that which is unique that he builds his performances; they in turn end up as unique statements of their own.</span></p>
<p><span lang="en-us">After <strong><em>The Rite of Spring</em></strong>, <strong><em>Swan Lake</em></strong> and <strong><em>Boléro Variations</em></strong>, he now turned to the founding moment of dance&#8217;s self-revelation, to <strong><em>l&#8217;Après-midi d&#8217;un faune</em></strong> by Vaclav Nijinsky, Claude Debussy and Stéphane Mallarmé. It is arguably this work, rather then the usually praised <strong><em>Rite Of Spring</em></strong> that marks the beginning of an autonomous modern art of dance. And it is definitely more to Hoghe&#8217;s liking to work with an intimate situation - the secluded setting of a <em>clairière</em> on a lazy afternoon - rather than the huge scene of ancestral rites and ethnographic grandiloquence as is stated in the <em><strong>Rite</strong></em>.</span></p>
<p><span lang="en-us">This observation might hold even more true when analysing the actual set-up of <strong><em>L&#8217;après-midi</em></strong>, premiered at the somewhat somnambular Théâtre du Hangar during the prestigious Montpellier Danse festival 2008. The masterly composition of this one-hour assisted solo piece for Hoghe&#8217;s current choreographic muse, the French dancer Emmanuel Eggermont, makes use of all of Hoghe&#8217;s achievements - such as ritualistic minimalism, refined musicality, utmost respect of both performer, spectator, and the performance situation, virtuoso timing and precision in the imagistic effects (to name but a few). And yet <strong><em>L&#8217;Après-midi</em></strong> holds itself in balance between adulation, reconstitution and originality. Adulation, that is, of the performer&#8217;s beauty (both literal and artistic); reconstitution of the multi-layered work and its almost mythical reception in cultural history; and the own interpretation and appropriation of this loaded material as a contemporary piece of dance.</span></p>
<p><span lang="en-us">The space is, as usual for Hoghe&#8217;s work, practically bare, but well in shape. No props - except for two glasses with milk that Hoghe positions at various places. There is sober lighting (for the premiere in Montpellier, it even made use of the daylight which shed into the theatre space through a window, insisting on the Mediterranean, idyllic touch of the argument). And there is a score of music combining two recordings of Debussy&#8217;s composition, some other chamber music of his, and <em>Lieder</em> by Gustav Mahler.</span></p>
<p><span lang="en-us">It is in this scenery that Eggermont is seen lying flat on the floor, the glasses near his head and feet. Hoghe fills them up with milk. Debussy&#8217;s composition will be heard twice: right at the beginning when Eggermont finds his way from lying to standing in a cadence of noble and smooth movements  so as to explore the space in a dreamlike clairvoyance. He fills this almost lyric space and its musical structure with his presence. It is in this (en) chanting state of mind that Eggermont allows for remembrances of and allusions to his famous predecessor. Nijinsky&#8217;s stage persona - shrouded in an erotic aura - made the piece a scandal at its world premiere in 1912. But it also opened dance a new realm of self-esteem. Eggermont and Hoghe are well aware of these sensual shades, and in the five parts of <strong><em>L&#8217;Après-midi</em></strong> milk becomes a more and more iconic sign. When it is spilled on the black dance floor towards the end, somewhat explicit associations with the final tableau of the original are not out of place - the image where Nijinsky as the faun copulates with the fetishlike object, the scarf of the nymph he had touched only once during the 12-minute choreography (with his elbow on her forearm &#8230;).</span></p>
<p><span lang="en-us">Eggermont&#8217;s is a dazzling gift to construct a meditative universe of gestures which nevertheless are soaked with the suavity of Art nouveau just as they are imbued with contemporary forms of reflexivity. The two-dimensional, relief-like presentations of the body which mark Nijinsky&#8217;s choreographic invention are just as present as any kind of reduced movement composition of today&#8217;s performance practice. Thus Hoghe draws a line back to history also (not only) with the sculpted angular movement. The musical counterpart of this gestural research adds to the historic aura without ever making <strong><em>L&#8217;Après-midi</em></strong> a restaging.</span></p>
<p><span lang="en-us"><strong>Franz Anton Cramer is a dance critic and freelance author in Berlin. He also participates in university&#8217;s conferences and seminars in Germany, France, Spain and Holland.</strong></span></p>
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		<title>Festival reúne nomes importantes da dança francesa</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 19:31:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p><span lang="pt-br">Nomes como Alain Buffard, Cecilia Bengolea, Boris Charmatz e Vincent Dupont estão participando do <strong>festival Les Inaccoutumés 2008</strong>, que acontece até 13 de dezembro no Ménagerie de verre, em Paris. O festival anual é um espaço de experimentações coreográficas e&#8230;</span></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="pt-br">Nomes como Alain Buffard, Cecilia Bengolea, Boris Charmatz e Vincent Dupont estão participando do <strong>festival Les Inaccoutumés 2008</strong>, que acontece até 13 de dezembro no Ménagerie de verre, em Paris. O festival anual é um espaço de experimentações coreográficas e este ano tem como tema a sexualidade.</span></p>
<p><span lang="pt-br">Alain Buffard apresenta três trabalhos, sendo um deles <em><strong>Self&#38;Others</strong></em>, que está sendo apresentado até sábado (6/12). Já entre os dias 25 e 27 de novembro, Marcela Levi (foto) mostrou seu elogiado <em><strong>In-Organic</strong></em>.</span></p>
<p><span lang="pt-br">A partir de terça-feira (9/12) e até 13 de dezembro, Yves Godin recebe uma série de convidados, encerrando o festival. A lista, na ordem, é a seguinte: Yves-Noël Genod, Vincent Dupont, Olivia Grandville, François Chaignaud et Fanny de Chaillé, Métamkine, e Boris Charmatz.</span></p>
<p><span lang="pt-br">O Ménagerie de verre fica na 12/14, rue Léchevin 75011, Paris. Telefone: 01 43 38 33 44. Para conferir a programação completa do <strong>Les Inaccoutumés 2008</strong>, <a href="http://www.menagerie-de-verre.org/index_menagerie.php?rub=spectacles" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.menagerie-de-verre.org');" target="_blank">clique aqui</a>.</span></p>




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		<title>Marta Soares e grupo em temporada até o fim de dezembro</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 18:22:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Depois de uma curta temporada, Marta Soares e grupo voltam a apresentar o espetáculo <em><strong>Um corpo que não agüenta mais</strong></em> a partir desta quinta-feira (4/12), no Viga Espaço Cênico, em São Paulo. Em uma sala de espetáculo recoberta por carpete, cinco&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de uma curta temporada, Marta Soares e grupo voltam a apresentar o espetáculo <em><strong>Um corpo que não agüenta mais</strong></em> a partir desta quinta-feira (4/12), no Viga Espaço Cênico, em São Paulo. Em uma sala de espetáculo recoberta por carpete, cinco bailarinos se deslocam pelo ambiente levantando questões relativas ao corpo na contemporaneidade, suas relações de poder e de impotência.</p>
<p>Agora, a temporada vai até 21 de dezembro, de quinta a domingo. O Viga Espaço Cênico fica na Rua Capote Valente 1.323, Pinheiros. Telefone: (11) 3801-1143. De quinta a sábado, às 21h, e domingo, às 19h.</p>
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		<title>Eduardo Severino Cia. de Dança exibe vídeo de trabalho</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 17:08:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>O vídeo do espetáculo <em><strong>A mão mansa do afeto</strong></em>, da Eduardo Severino Cia. de Dança, será exibido nesta quinta-feira (4/12), às 20h, na sala 209 da Usina do Gasômetro, em Porto Alegre. A companhia é a atual residente do espaço&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O vídeo do espetáculo <em><strong>A mão mansa do afeto</strong></em>, da Eduardo Severino Cia. de Dança, será exibido nesta quinta-feira (4/12), às 20h, na sala 209 da Usina do Gasômetro, em Porto Alegre. A companhia é a atual residente do espaço dentro do projeto <em>Usina das Artes</em>. A Usina do Gasômetro fica na Avenida João Goulart 551. Telefone: (51) 3289-8100. A entrada será gratuita, com distribuição de senhas 30 minutos antes.</p>
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		<title>Música experimental na sede da Cia. Corpos Nômades</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 16:28:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Esta quarta-feira (3/12), o LUGAR - sede da Cia. Corpos Nômades - promove o evento <strong>P-lugar in rock</strong>, dedicado à música contemporânea experimental. Os duos Arco Duo (Daniel Godesh e Fábio Pin) e Duo XDS (Valter Nu e Mirton) apresentam&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta quarta-feira (3/12), o LUGAR - sede da Cia. Corpos Nômades - promove o evento <strong>P-lugar in rock</strong>, dedicado à música contemporânea experimental. Os duos Arco Duo (Daniel Godesh e Fábio Pin) e Duo XDS (Valter Nu e Mirton) apresentam seus trabalhos a partir das 21h. O LUGAR fica na Rua Augusta 325, Consolação. Telefone: (11) 3237-3224.</p>
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		<title>Dança em Foco itinerante: atividades até semana que vem</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 20:32:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Idança</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><span lang="pt-br">Desmembramento da edição de 2008 do <a href="http://www.dancaemfoco.com.br/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.dancaemfoco.com.br');" target="_blank"><strong>Dança em Foco</strong></a>, o projeto de itinerância desenvolvido pelo festival chega ao fim no dia 11 de dezembro, em Manaus.</span></p>
<p><span lang="pt-br">Antes, porém, de quarta a sexta-feira (4 a 6/12), ele chega a Teresina, no Piauí.&#8230;</span></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="pt-br">Desmembramento da edição de 2008 do <a href="http://www.dancaemfoco.com.br/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.dancaemfoco.com.br');" target="_blank"><strong>Dança em Foco</strong></a>, o projeto de itinerância desenvolvido pelo festival chega ao fim no dia 11 de dezembro, em Manaus.</span></p>
<p><span lang="pt-br">Antes, porém, de quarta a sexta-feira (4 a 6/12), ele chega a Teresina, no Piauí. A programação levará alguns trabalhos selecionados na <em>Mostra Internacional de Vídeos (MIV)</em> do festival que serão exibidos nos dois primeiros dias das 18h às 20h, e no último, das 16h às 20h. A programação na capital piauiense terá ainda a palestra <em>Videodança - entre a imagem e o movimento</em>, com Paulo Caldas, e o lançamento do livro <em>Dança em Foco - entre imagem e movimento</em> (ambos acontecerão na quarta-feira após a sessão). E na quinta, também após a exibição da seleção, haverá o debate <em>A dança na tela hoje - a videodança como modo de criação e difusão da dança contemporânea</em>, com Luana Vasconcelos e Fábio Crazy da Silva e mediação Paulo Caldas.</span></p>
<p><span lang="pt-br">Em Manaus, a programação sofre pequenas alterações. A palestra <em>Videodança - entre a imagem e o movimento</em> será com Eduardo Bonito; e o debate <em>A dança na tela hoje - a videodança como modo de criação e difusão da dança contemporânea</em> terá a presença de Édyna Santos e Olvídia Dias de Solza Cruz Sobrinha e mediação Eduardo Bonito. Lá, a mostra acontecerá nos dias 9, 10 e 11 de dezembro, das 18h30 às 21h.</span></p>
<p><span lang="pt-br">O <strong>Dança em Foco</strong> nos Estados acontecerá nos respectivos endereços:</span></p>
<p><span lang="pt-br">Teatro Municipal João Paulo II (TMJPII)<br />
Avenida Joaquim Nelson 1861, Dirceu<br />
Telefone: (86) 3230-3636</span></p>
<p><span lang="pt-br">SESC Manaus<br />
Rua Henrique Martins 427, Centro<br />
Telefone: (92) 2126-9580</span></p>
<p><span lang="pt-br"><a href="http://idanca.net/lang/pt-br/2008/08/05/destaques-do-danca-em-foco-internacionais/"  target="_blank">Clique aqui</a> para assistir à seleção de vídeos internacionais feita pela produção do festival especialmente para o idança. E para saber mais sobre o <strong>Dança em Foco</strong>, <a href="http://idanca.net/lang/pt-br/2008/08/05/danca-em-foco-mais-de-400-horas-de-programacao/"  target="_blank">leia aqui</a>.</span></p>







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