Novo solo de Egon Seidler inspira-se em personagem de Arrabal

Hildegart Rodriguez Caballeira (1914-1933) foi uma ativista espanhola, que defendia o socialismo e a igualdade entre os gêneros. Aos 19 anos, quando começava a ganhar reconhecimento internacional, Hildegart foi morta, enquanto dormia, com quatro tiros disparados por sua mãe, Aurora. Aurora, que foi diagnosticada esquizofrênica muito cedo, educou Hildegart como uma espécie de experimento. Imaginava a filha como um modelo de […]

Projeto ‘Poéticas invisíveis’ abre residência artística para interessados na questão manicomial

Desde 2013 o projeto Poéticas invisíveis vem buscando contribuir para a luta antimanicomial no Brasil por meio de ações artísticas. Até o dia 2 de abril, o projeto recebe inscrições de poetas, artistas da dança, performers, artistas circenses, estudantes, pessoas interessadas em arte e em buscar novas formas de ocupação do espaço público, para participar […]

Nova oportunidade para assistir ‘O banho’, na retrospectiva de 20 anos de carreira de Marta Soares

Histéricas fotografadas pelo médico e cientista Jean-Martin Charcot, uma mulher internada por mais de quatro décadas em sua própria casa após diagnóstico de doença mental e projeções  de vídeos. Estes elementos criam a linguagem da instalação coreográfica O Banho, solo criado e interpretado por Marta Soares, que se passa dentro de uma banheira cheia de […]

A loucura se contrapõe à produtividade em obra da Cia Sansacroma

O espetáculo Sociedade dos improdutivos, da Cia Sansacroma, faz suas últimas apresentações desta temporada,  até 21 de fevereiro, domingo, na Casa de Cultura M’Boi Mirim, em Piraporinha, São Paulo. A peça partiu de uma pesquisa teórica e prática sobre a loucura, e discute a oposição entre os corpos que são considerados produtivos socialmente e os considerados inválidos. A pesquisa teórica […]

A propósito dos cadernos | A propos des Cahiers

Na segunda parte de seu artigo sobre Nijinski, o crítico Christophe Wavelet mergulha na vertigem dos diários do artista.Dans la deuxième partie de son article sur Nijinski, Christophe Wavelet plonge dans le vertigo des Cahiers d’artiste.